<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016</id><updated>2011-12-28T09:25:07.715-02:00</updated><title type='text'>Graça Prístina</title><subtitle type='html'>"Justificados gratuitamente pela graça" Rm 3.24).</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gracapristina.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>92</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6104197453754053621</id><published>2011-01-05T12:14:00.000-02:00</published><updated>2011-01-05T12:14:02.134-02:00</updated><title type='text'>Judas era um dos eleitos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Rogério Portella&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sim. Eleito para a perdição! A respeito de Judas, Jesus também disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;"Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, &lt;b&gt;&lt;i&gt;e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, para que a Escritura se cumprisse" (Jo 17.12).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, ouçamos a Palavra de Deus sobre os réprobos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;"Logo, pois, compadece-se de quem quer, e &lt;i&gt;&lt;b&gt;endurece a quem quer&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. [...] Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para &lt;b&gt;&lt;i&gt;da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;?" (Rm 9.18,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque se introduziram &lt;b&gt;&lt;i&gt;alguns homens ímpios &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo. &lt;i&gt;&lt;b&gt;[Eles] já estavam escritos de antemão para este mesmo juízo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;" (Jd 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;&lt;b&gt;Jeová fez&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; todas as coisas para atender aos próprios desígnios, &lt;i&gt;&lt;b&gt;até o ímpio para o dia do mal&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;" (Pv 16.4)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;&lt;a href="http://monergismo.com/forum/index.php?topic=259.msg1380#msg1380"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://monergismo.com/forum/index.php?topic=259.msg1380#msg1380&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6104197453754053621?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6104197453754053621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6104197453754053621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2011/01/judas-era-um-dos-eleitos.html' title='Judas era um dos eleitos?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4289967982324638744</id><published>2010-10-29T09:40:00.006-02:00</published><updated>2011-05-13T21:43:46.771-03:00</updated><title type='text'>Em defesa da predestinação segundo o Evangelho (SEA-TULIP): Parte 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Robert Higby&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este artigo defenderá a necessidade de uma base confessional mais ampla acerca da predestinação segundo o Evangelho que a comumente definida pelos 5 pontos do calvinismo. O calvinismo reducionista de 5 pontos (TULIP) foi formulado&amp;nbsp;como resposta aos &lt;em&gt;Cinco artigos&lt;/em&gt; (de 1610) dos remonstrantes (seguidores de Jacó Armínio). No momento da assembleia, quando o Sínodo de Dort formulou o TULIP, o tema da contradição dos cinco artigos foi preeminente para dar continuidade a qualquer semelhança com o que havia ocorrido na Reforma. Apesar de o Sínodo de Dort ter obtido uma grande vitória a favor da verdade do evangelho em seus dias, a pertinência dessas conquistas é quase completamente ignorada hoje. O surgimento do evangelicalismo — com os ensinamentos muitíssimo populares de Andrew Fuller — destruiu em grande parte o impacto prático do Sínodo de Dort. Ainda permanece uma adesão confessional insincera na correção dos cinco pontos do TULIP, pois durante séculos os calvinistas reformados eliminaram a predestinação de todos os acontecimentos em sentido absoluto, positivo, duplo e causativo. Elas aceitam os arminianos como irmãos plenos em Cristo e coparticipantes do evangelho. Isso acontece por causa do ensino comum dos dois grupos a respeito da doutrina da predestinação passiva do pecado (sem causá-lo). As duas vertentes compartilham e promovem as doutrinas do amor geral de Deus, graça comum, o mero conhecimento de antemão da rebelião — permissivo e não causador —, e a livre oferta do Evangelho aos réprobos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A posição apresentada aqui é designada “&lt;strong&gt;8 pontos da &lt;u&gt;predestinação&lt;/u&gt; segundo o Evangelho&lt;/strong&gt;”, e não “&lt;u&gt;calvinismo&lt;/u&gt; de 8 pontos”. Já é o tempo de a defesa da verdade (2Pe 1.12) basear-se&amp;nbsp;na autoridade da revelação da Palavra de Deus no Evangelho apostólico, e não nos escritos de qualquer expositor bíblico do passado&amp;nbsp;— meste tendo este adotou alguma forma do conceito da predestinação. Alguns usam o nome de agostinismo para descrever alguns conceitos professos a respeito da predestinação. Quão preparados estamos para ter nossas convicções designadas pelo nome de Agostinho? Tampouco elas devem receber o nome de Calvino ou de qualquer outro mestre que tenha exposto ensinamentos cismáticos ou antievangélicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os 5 pontos são uma tentativa de esclarecer o desenrolar plano da salvação no contexto do tempo. Entretanto, essas declarações confessionais são fracas no que tange ao tema mais amplo de como a salvação e a reprovação foram concebidas e implementadas a partir da perspectiva divina que transcende ao tempo. Assim precisamos de uma expansão dos pontos fundamentais relacionados ao passado a fim de incluir a realidade maior de como Deus se relaciona em caráter pessoal com a determinação da história da redenção — desde sua concepção no tempo até a eternidade futura. A adição dos pontos do supralapsarismo (&lt;em&gt;Supralapsarianism&lt;/em&gt; — &lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;), da justificação eterna (&lt;em&gt;Eternal Justification&lt;/em&gt; — &lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;) e do decreto ativo (&lt;em&gt;Active Decree&lt;/em&gt; — &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;) aos cinco pontos históricos do &lt;strong&gt;TULIP&lt;/strong&gt; proverá uma base nova e mais abrangente para a defesa da verdade do Evangelho nas gerações futuras. Estes artigos apresentarão uma confissão acerca da predestinação segundo o Evangelho que rejeitará de modo permanente, e se oporá, ao fullerismo e às heresias antirreformadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Supralapsarismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante séculos os mestres do “calvinismo” têm se unido ao coro arminiano no cântico sobre o caráter extremamente complicado da diferença entre o &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;lapsarismo e o &lt;em&gt;infra&lt;/em&gt;lapsarismo. Diz-se que ela constitui algo ininteligível ao membro comum da igreja. Existe uma única explicação possível para este fenômeno: os mestres reformados odeiam a ensino supralapsário e não desejam que sua essência seja conhecida e adotada. A diferença é simplesmente etimológica. Supralapsário significa “superior” (anterior) ao lapso; infralapsário significa “inferior” (posterior) ao lapso. O “lapso” é referência ao grande pecado de Adão (humanidade) no jardim do Éden. A questão diz respeito ao propósito divino da redenção ou da condenação de todo descendente de Adão: ele contempla e admite o lapso e a culpa associada da humanidade para a condenação como uma realidade já estabelecida? Caso a resposta seja “sim”, então o propósito divino da graça é infralapsário. Se for “não”, então o propósito divino da graça é supralapsário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A posição infralapsária se baseia no conceito agostinista da “queda” dos anjos e da humanidade do estado de perfeição e de livre-arbítrio autônomo (cf. &lt;em&gt;A cidade de Deus&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O enchiridion&lt;/em&gt;). Apesar de muitos infralapsaristas afirmarem que a queda foi determinada de alguma maneira por Deus, eles são unânimes em asseverar: 1) Adão foi criado completamente livre de qualquer impulso de rebelião, e 2) Adão escolheu com seu livre-arbítrio autônomo se rebelar contra Deus, a despeito de não possuir nenhuma tendência ou desejo de se rebelar. Agostinho em &lt;em&gt;A cidade de Deus&lt;/em&gt; também expõe com muitos detalhes sua doutrina de um Satanás criado originariamente com perfeição absoluta e que se rebelou sem nenhuma propensão para fazê-lo. Essa interpretação não foi desafiada por católicos romanos e protestantes até o dia de hoje. O &lt;em&gt;Paraíso perdido&lt;/em&gt; (de John Milton) agraciou-nos com toda uma obra baseada nas especulações de Agostinho. É importante destacar que os acadêmicos contemporâneos não encontram essas doutrinas no judaísmo do segundo templo. No contexto da discussão sobre os ensinos de Cunrã acerca da universalidade do pecado humano, Daniel Falk observa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;… nas &lt;em&gt;Hodayot&lt;/em&gt; não havia especulação sobre a origem da natureza pecaminosa dos seres humanos. Em vez disso, os pontos dessas declarações no contexto dos hinos servem para destacar a insignificância humana diante de Deus. [Editors D.A. Carson, Peter T. O’Brien, Mark A. Seifrid, “Justification and Variegated Nomism”, Vol. 1: &lt;em&gt;The Complexities of Second Temple Judaism&lt;/em&gt;, Baker Academic, Grand Rapids, 2001, p. 28.] &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Essa conclusão apenas exemplifica o pressuposto não questionado da doutrina agostinista do pecado original — como única conclusão possível para qualquer estudante da revelação divina, agora ou em qualquer tempo passado. No entanto, a doutrina, em qualquer exposição sistemática, era desconhecida antes de Agostinho; havia apenas fragmentos de pouca similaridade em diversos escritos sectários. Falk percebe com nitidez sua ausência nos manuscritos de Cunrã e se recusa a admitir a doutrina alternativa da origem do mal claramente ensinada neles. Em 1QH Col. 6—Col. 12 e 1QS Col. 3—Col. 4, a origem do pecado em todo espírito (de anjos ou humanos, eleitos ou não eleitos) é claramente atribuída à criação direta de Deus com o fim de exaltar sua glória. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina da queda dos anjos e o homem caíram de seu estado originário de perfeição absoluta é um paradoxo total. Ele não pode ser explicado racionalmente, de modo que as contradições inerentes a ele são consideradas “mistérios” e não se permite a nenhum ser humano inquiri-las. A conclusão resultante é uma teologia da predestinação paradoxal — o infralapsarismo — que promove uma síntese inexplicável da preordenação divina e o livre-arbítrio (autônomo) humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ensino que conduz o cristianismo institucionalizado ao campo infralapsário é o conceito de “satisfação” decorrente da expiação de acordo com o ensino de Anselmo. Ele é adotado integralmente por católicos romanos e protestantes. A diferença entre “satisfação” e “propiciação” é crucial para entender o contexto do infralapsarismo versus o supralapsarismo. A teoria da satisfação ensina que Deus deve a expiação realizada por Cristo à lei externa a si mesmo, e cujas demandas ele deve satisfazer. Em contraste, a propiciação (Rm 3.25; 1Jo 2.2; 4.10) no NT significa apenas que Deus propôs aplacar a sua ira justa contra a rebelião e o pecado de seus eleitos ao executar sua ira contra si mesmo ma pessoas de Jesus Cristo. Os propósitos de Deus não objetivam satisfazer algum tipo de lei eterna que governe suas ações; em vez disso, eles são direcionados ao exercício da graça em Cristo a favor dos quais ele propôs criar indignos — para a exaltação de sua graça! Nos propósitos eternos de Deus, &lt;em&gt;a graça é superior de todas as formas à lei&lt;/em&gt;. A lei foi criada por Deus no tempo para aumentar o conhecimento do pecado e intensificar a culpa associada à rebelião contra ele (Rm 5.20). Não é que Deus deva qualquer de suas ações ao infralapsarismo é um terreno escorregadio que se rende à teoria arminiana do livre-arbítrio e em última instância redunda em puro ceticismo. Se Deus estabeleceu a origem do pecado para exaltar sua graça na redenção dos eleitos e sua ira na condenação dos réprobos, a doutrina infralapsária sucumbe com os ensinos da “queda” do Adão perfeitamente justo e a teoria da expiação como satisfação. O ensino supralapsário da soberania divina absoluta na dispensação da graça e da ira — que transcende qualquer bem ou mal previsto na criatura (Rm 9.6-24) — é a única conclusão possível para os que amam a verdade do Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/content/73-In-Defense-of-SEA-TULIP-Gospel-Predestination-Introduction-and-Part-1-Supralapsarianism"&gt;http://www.predestinarian.net/content/73-In-Defense-of-SEA-TULIP-Gospel-Predestination-Introduction-and-Part-1-Supralapsarianism&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4289967982324638744?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4289967982324638744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4289967982324638744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/10/em-defesa-da-predestinacao-segundo-o.html' title='Em defesa da predestinação segundo o Evangelho (SEA-TULIP): Parte 1'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5894030471433355275</id><published>2010-07-22T19:10:00.002-03:00</published><updated>2010-07-24T10:57:20.546-03:00</updated><title type='text'>Uma palavra sobre a oração</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Ao contrário do que fomos ensinados, a oração não muda o plano ou o coração de Deus; muda o nosso coração, cancela o nosso plano e implementa o de Deus. A oração não é uma folha que pedimos para Deus assinar embaixo e então escrevemos o que queremos; a oração é sim uma folha que assinamos e dizemos a Deus: 'Agora, Deus, escreve o que queres!'."&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Milton Almeida, via Facebook em 22/7/2010)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5894030471433355275?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5894030471433355275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5894030471433355275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/uma-palavra-sobre-oracao.html' title='Uma palavra sobre a oração'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-714783951068859200</id><published>2010-07-09T10:26:00.003-03:00</published><updated>2010-07-09T10:29:52.870-03:00</updated><title type='text'>A Bíblia: pedra de tropeço</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar os gentios pela fé, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em você” (Gl 3.8).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis o caso mais curioso de personificação. No relato de Gênesis, Deus falou com Abraão, mas neste versículo afirma-se ter sido a Escritura seu interlocutor — isto é, a Bíblia, o próprio livro. A palavra “Escritura” faz referência a algo escrito, mas ainda que as palavras de Deus tenham sido imediatamente registradas em forma escrita, elas não se encontravam sob essa forma quando ele as pronunciou. Todavia diz-se aqui que a Escritura fez a promessa a Abraão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atribuem-se duas características divinas à Escritura. Primeira, Paulo escreveu que a Escritura “previu” algo. E repare que o apóstolo faz distinção entre a Escritura e Deus — a Bíblia previu que Deus faria alguma coisa. No entanto, não teria Deus previsto o que ele mesmo faria? A personificação é total. Ele faz referência à Bíblia como algo vivo, pessoal, e divino. Segunda, Paulo escreveu que a Escritura anunciou, ou pregou, o evangelho a Abraão. A promessa proveio do próprio Deus. Esta não foi uma declaração feita por um servo ou mensageiro, mas a cláusula inicial de uma promessa. Foi Deus que a fez, e apenas ele poderia fazê-la. No entanto aqui se diz quer a Bíblia a fez. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extraem-se disso quatro inferências. A primeira é que um dos princípios essenciais da fé cristã é o intercambiamento entre Deus e a Escritura relativa a diversas intenções e propósitos. Por exemplo, Deus e a Escritura devem ser considerados idênticos em relação à verdade e autoridade. A segunda, em alguns contextos é absolutamente correto referir-se à Escritura como se refere a Deus. De fato, espera-se isto, e até se exige, de todos os cristãos. Deve ser natural dizer: “A Bíblia ordena”, “A Bíblia proíbe” ou “A Bíblia prediz”. Devemos suspeitar de quem descobrirmos fazendo uma distinção deliberada e consistente, a partir da análise de suas declarações, entre Deus e a Escritura. Terceira, a formulação ou aplicação da doutrina da Escritura que não incorra na acusação de bibliolatria por parte de algumas instituições provavelmente não acompanha o apreço que a Bíblia tem de si mesma e é, portanto, indigna de afirmação. Quarta, se a Escritura conta com o conhecimento de antemão divino e faz pronunciamentos divinos, então ela pode ser caluniada e blasfemada. Qualquer declaração feita a respeito da Bíblia que não a identifique com a própria verdade, conhecimento e autoridade de Deus deve ser considerada caluniosa e blasfema. Deve-se tratar ofensor de forma congruente com seu ato — isto é, ele deve ser removido de todos os ofícios eclesiásticos, interrogado na presença da igreja, e sem o a retratação e o arrependimento plenos, expulso das dependências da igreja e impedido de se relacionar com ela. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos consciência de que a mensagem da Bíblia ofende os não cristãos. No entanto, sua própria existência também é uma pedra de tropeço para eles. Se eles cressem em Deus, jamais esperariam que ele lhes falasse por meio da Bíblia, isto é, por intermédio de um livro. Naamã disse ter pensado que Eliseu poderia dirigir-se a ele, invocar seu Deus, e passar a mão sobre sua lepra e curá-lo. É claro que Deus poderia ter agido desse modo, ainda que ele não tenha concedido a Naamã o que ele esperava. Contudo, um servo sábio raciocinou com Naamã, e ele se submeteu às instruções do profeta e foi curado. Caso os não cristãos esperem que Deus faça surgir uma mão e escreva uma mensagem diante deles, ou lhes fale desde os céus com uma voz trovejante, ou esperem que Cristo apareça em uma luz ofuscante, dizendo: “Tolo, tolo, por que me persegue? É inútil resistir ao aguilhão”. O quê? “É inútil você continuar batendo a cabeça na parede”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus, a bem da verdade, fez todas essas coisas, e contrariando muitos teólogos, ele ainda o pode fazer se assim desejar. Não existe nada na Bíblia que nos garanta que ele sempre consente com a doutrina cessacionista. Mesmo assim, na maior parte dos casos, a verdade de Jesus Cristo não alcança dos homens por intermédio do que eles consideram maneiras espetaculares. Em vez disso, Deus lhes entrega um livro, e diz de fato: “Leia-o. Creia nele e viva. Descreia dele e queime no inferno”. Isso é de aceitação muito difícil, quase impossível para os não cristãos. Deus designou este obstáculo para expor as pessoas destinadas ao fogo do inferno, e para excluí-las da vida eterna. Não se trata da ocultação da divindade da Bíblia, mas de os pecadores estarem cegos para ela. Como Jesus afirmou, se uma pessoa se recusa a crer em Moisés, então ela se recusará a crer ainda que alguém retorne dentre os mortos para lhe falar. A recusa, por parte dos homens, de dar ouvidos ao Cristo ressurrecto é seu cumprimento cabal. Todavia, Deus desperta a inteligência de seus eleitos para perceber a sabedoria e o poder da Bíblia, e para reconhecer que o livro é idêntico à voz de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia disse a Abraão que ele se tornaria pai de muitas nações, e que por seu intermédio todos os tipos de gente seriam abençoados. A promessa jamais poderia ser cumprida por meio da carne, mas pelo poder de Deus. Ela nunca se tornaria real pela forma do surgimento de Ismael, mas pelo nascimento de Isaque. Todas as nações seriam abençoadas por meio de Abraão, Cristo nasceria, e seu evangelho se espalharia por toda a terra, convertendo multidões à verdade, salvando-as do pecado e do inferno, e lhes assegurando um lugar no céu. Todos seriam unidos por esta única promessa proveniente de Abraão. Judeus ou gentios, homens ou mulheres, ricos ou pobres, eles serão unidos — abençoados por uma promessa — por meio da fé comum em Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/07/08/the-bible-a-stumbling-block/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/07/08/the-bible-a-stumbling-block/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-714783951068859200?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/714783951068859200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/714783951068859200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/biblia-pedra-de-tropeco.html' title='A Bíblia: pedra de tropeço'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4209554680699929826</id><published>2010-07-08T11:06:00.003-03:00</published><updated>2010-07-08T11:18:57.292-03:00</updated><title type='text'>E não nos induzas à tentação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;[&lt;em&gt;Adaptado de uma mensagem eletrônica.&lt;/em&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;No pai-nosso, o que Jesus tem em mente quando diz: “e não nos induzas à tentação”?&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele tem em mente&amp;nbsp;o que as palavras querem dizer — ele nos diz para pedirmos que Deus não nos induza à tentação. O contraste vem imediatamente a seguir: “mas livra-nos do mal” ou do maligno. As tentações jazem por completo sob o controle de Deus, e é claro que ele induz as pessoas às tentações, como o Espírito conduziu Jesus ao deserto para ser tentado por Satã. Como se lê em Tiago 1.13: “Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta”; entretanto, ele inicia, sustém e dirige as tentações por intermédio de Satã e de outras “coisas” criadas (como nossos desejos). A distinção é clara: Deus não é Satã, e nossos desejos não são Deus, mas ele os causa e controla a fim de induzir as pessoas ao pecado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que Deus decreta muitas coisas negativas, como doenças e desastres, mas os preceitos divinos nos ensinam a enfrentar as coisas negativas decretadas por ele (orar para ser curado, resistir, consolar outras pessoas etc.). Além disso, Deus também induz as pessoas à tentação; no entanto, o preceito dele é que não desejemos ser tentados, e quando formos, que resistamos à tentação. Isto é análogo ao fato de ser Deus quem decreta a perseguição contra os cristãos, mas isso não implica que devamos nos render ou transigir por causa da perseguição. Em vez disso, o preceito de Deus ordena que permaneçamos firmes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus é o autor do pecado? Sim. Deus é o tentador? Não. Esses dois papéis são diferentes, mas a Bíblia apresenta Deus de forma inequívoca como o indutor à tentação. De fato, isto não o distancia da tentação. Portanto, caso alguém procure por esse distanciamento, não o encontrará. Entretanto, está é uma distinção feita pela Bíblia sem constituir uma tentativa, de caráter metafísico, de distanciar Deus do mal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o que haveria de errado em ser o próprio Deus o tentador? Ele poderia dizer a alguém: “Vá matar aquela pessoa”. Qual seria o problema disso? Se ele o dissesse a alguém, esse ato não seria uma tentação, seria um preceito ou uma ordem, que por definição seria moralmente correta e até de cumprimento obrigatório por parte de quem a recebesse. Considere a ordem dada a Abraão para sacrificar Isaque. Caso Deus diga a alguém para matar uma pessoa, isso não será assassinato. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, a distinção entre o indutor à tentação e o tentador não pretende distanciar Deus do mal — não nos interessamos por isso de forma alguma. Trata-se de uma distinção necessária, pois qualquer coisa que Deus ordene alguém fazer é, por definição, correto e obrigatório. Portanto, ele não pode ser o tentador, pois a tentação é a persuasão ou a sedução para que alguém se desvie do que Deus disse ou sua transgressão. Caso Deus o faça pessoalmente, não se trata de tentação, mas de um preceito e uma ordem moral. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/03/lead-us-not-into-temptation/"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/03/lead-us-not-into-temptation/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4209554680699929826?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4209554680699929826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4209554680699929826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/e-nao-nos-induzas-tentacao.html' title='E não nos induzas à tentação'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6936144362482964344</id><published>2010-07-07T09:48:00.000-03:00</published><updated>2010-07-07T09:48:41.228-03:00</updated><title type='text'>Resumo da doutrina da Escritura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;[&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Adaptado de uma declaração inédita sobre a doutrina da Escritura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia consiste nos 66 livros do Antigo e Novo Testamento. Eles foram produzidos por inspiração divina, e coligidos e preservados pela providência de Deus, de forma que operam em conjunto e são mencionados com uma única obra. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia é a revelação verbal de Deus. É&amp;nbsp;sua voz. Todas as palavras da Bíblia foram inspiradas e expiradas por Deus. Ele fez homens registrarem as palavras exatas que desejava usar para comunicar seus pensamentos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra é um símbolo, e um símbolo pode representar uma ideia ou um conjunto de ideias. Portanto, a linguagem humana é suficiente para comunicar qualquer coisa procedente de Deus ou referente a ele. Qualquer limitação deve jazer na capacidade humana de pensar ou processar as ideias comunicadas por Deus. Pelo fato de Deus ter criado o homem à sua imagem, o homem conta com a capacidade de pensar ou processas as ideias comunicadas por Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura é coerente e consistente. É uma unidade. Cada documento é integralmente coerente, e todos os documentos concordam entre si. Ela não contém contradições lógicas, paradoxos ou antinomias reais ou aparentes. A percepção de uma aparente contradição&amp;nbsp;significa que se trata apenas de uma ilusão —&amp;nbsp;um produto da mente humana —, e não de uma característica do texto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura é infalível e inerrante. Da mesma forma que Deus não mente nem erra, a Bíblia —&amp;nbsp;que é a própria voz de Deus e cujas palavras são as próprias palavras de Deus —&amp;nbsp;não mente nem erra. A Bíblia não pode conter, nem contém, erros, quer em relação a questões espirituais, históricas ou de outra natureza. Ela está certa em todas as suas afirmações e inferências. A pessoa que considera qualquer porção da Escritura falível ou errada não tem motivo para se dizer cristã. Depois de ser bastante admoestada e advertida, ela deve ser considerada réproba e excomungada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura detém autoridade. Ela é mais que um instrumento, é a própria voz de Deus. Sua autoridade é idêntica à autoridade de Deus. Não há diferença entre um pronunciamento de Deus e um pronunciamento da Bíblia, e não há diferença entre a obediência a Deus e a obediência à Bíblia. Crer em um e lhe obedecer equivale a crer no outro e obedecer-lhe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura é perspícua. Ela&amp;nbsp;é de forma geral clara e de fácil entendimento. A Bíblia comunica sua mensagem com eficiência a todos os tipos de homens em tempos e culturas diferentes. Ela se caracteriza pelo fundamento da simplicidade de pensamento e&amp;nbsp;linguagem de tal forma que é possível a qualquer pessoa com capacidades básicas, sem o auxílio de outros homens, lê-la e aprender dela os princípios centrais da fé cristã, incluindo-se o conhecimento necessário e suficiente para a salvação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura é suficiente. Ela contém a informação necessária à salvação, ao progresso espiritual e orientações pessoais — todo o necessário para alguém viver de forma plenamente agradável a Deus. Ela contém a informação necessária à cosmovisão completa, o conceito verdadeiro da realidade, do conhecimento, da ética e de outras questões. Revelações extrabíblicas, como visões e profecias, são desnecessárias; no entanto, a Escritura não declara sua cessação. Deus ainda as pode conceder quando lhe aprouver, mas todas as alegações concernentes a revelações extrabíblicas devem ser testadas, e os falsos profetas devem ser excomungados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Escritura autentica a si mesma. Ela se sustenta pela excelência e suficiência de seu conteúdo, e independe de promessas alheias. O sistema de crença cristã recebe a Escritura como primeiro princípio. O restante do sistema se segue por meio de deduções válidas. Este primeiro princípio se prova verdadeiro, e todas as proposições válidas, deduzidas dele, também são verdadeiras. Pelo fato de a Escritura ser verdadeira, e visto que ela contradiz e condena todos os outros sistemas de pensamento, a fé cristã é a única religião, filosofia ou cosmovisão verdadeira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/09/summary-of-the-doctrine-of-scripture/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/09/summary-of-the-doctrine-of-scripture/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6936144362482964344?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6936144362482964344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6936144362482964344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/resumo-da-doutrina-da-escritura.html' title='Resumo da doutrina da Escritura'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5754696230416070485</id><published>2010-07-05T08:11:00.000-03:00</published><updated>2010-07-05T08:11:10.836-03:00</updated><title type='text'>Seja maldito!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;(sermonete)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se alguém não ama o Senhor, seja maldito! Vocês me ouviram. Se alguém não ama o Senhor independentemente da razão, por não ser cristão, ou por ser alguém que se diz cristão, mas não ama o Senhor — não sendo de fato cristão — seja maldito! Esta é minha teologia. Esta é minha declaração de fé. E esta é minha mensagem para vocês hoje. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste exato momento, vocês podem não estar se agradando muito de mim. Imaginem quantos líderes cristãos, pregadores, teólogos, igrejas, seminários, denominações, pais, mestres, políticos e pessoas de todas as esferas da vida denunciariam a mim por esta declaração e atitude completamente anticristãs? Quantas pessoas pegariam a Bíblia para citar passagens contra mim? Quanta gente reclamaria que minha fé é completamente contrária à religião de Jesus Cristo e seus apóstolos? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E isto me diria quantas pessoas se encontram longe de Deus e do contato com a fé cristã, pois estou apenas repetindo o que Paulo diz em 1 Coríntios 16.22. Na verdade, o versículo 21 indica que ele pegou a pena do amanuense para poder escrever esta declaração de próprio punho: “Cumprimento da minha mão, de Paulo. Se alguém não ama o Senhor Jesus Cristo, seja maldito”. Eu, Vincent Cheung, também ponho meu nome nessa declaração. Ela conta com meu endosso pleno. Meu desafio a vocês é se vocês pegarão a pena e assinarão seu nome nela. Ou a fé cristãs não é “cristãs” o suficiente para vocês? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo sendo a fé cristã a revelação do amor de Deus aos pecadores, sua preocupação principal é sempre a honra de Deus e não o bem-estar e consolo dos homens. Tão logo se reverta essa situação, o cristianismo deixa de existir. Minha declaração inicial é um teste da religião autêntica, um teste de ortodoxia e reverência. E todos os que a rejeitarem ou me criticarem por pronunciá-la são os que falharão no teste. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se vocês ficaram ofendidos ou envergonhados com essa declaração, se chegaram apensar que não sou cristão por causa dela, e que ela se opõe de forma total ao espírito de Cristo, então há algo muito, mas muito errado com vocês. Vocês estão fora de contato com o que é a fé cristã de verdade, e o que ela ensina de fato. Estão vocês desalinhados como o espírito de Cristo e a religião do Novo Testamento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No período em que a maior parte da igreja se ocupa com os assuntos dos homens e não com os assuntos de Deus, esta é a única forma de traçar a linha da fé e esclarecê-la. Sim, Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê seja salvo. Sim, quem ama o Filho ama também o Pai, e eles farão nessa pessoa sua morada. Contudo, caso sejamos cristãos também diremos: se alguém não ama o Senhor Jesus Cristo, seja maldito!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/26/let-him-be-anathema/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/26/let-him-be-anathema/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5754696230416070485?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5754696230416070485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5754696230416070485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/seja-maldito.html' title='Seja maldito!'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5597161371971960425</id><published>2010-07-04T09:14:00.002-03:00</published><updated>2010-07-04T12:49:08.062-03:00</updated><title type='text'>Redenção: a família de Cristo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;“E porei inimizade entre você e a mulher, e entre sua semente e a semente dela; esta lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3.15).&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as coisas acontecem pela vontade e pelo poder de Deus —&amp;nbsp;de acordo com&amp;nbsp;seu conhecimento. Com isto quero dizer que um acontecimento se dá apenas pelo fato de ele o ter desejado e causado. Não há poder independente dele ou que compita com ele. Caso não houvesse outro motivo, isto seria necessariamente verdadeiro pelo fato de Deus se revelar como o detentor do controle total e ativo sobre todas as coisas, de modo que se exclui a própria possibilidade de um segundo poder. Seu conhecimento é completo; assim ele conhece todos os acontecimentos, até os pensamentos e os atos humanos. Visto que Deus decide e causa todas as coisas, seu conhecimento está necessariamente ligado&amp;nbsp;à sua vontade e poder. Isto é: ele conhece todos os acontecimentos porque os decide e causa, e conhece seus próprios planos e propósitos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A queda do homem não foi um acidente. Se o pardal não pode morrer à parte da vontade de Deus, e se o homem é incapaz de tornar o cabelo preto ou branco, então à semelhança de todos os acontecimentos, a queda do homem ocorreu porque Deus a decretou e causou. Isto não significa que o próprio Deus realizou o mal, mas que ele fez o homem realizar o mal de forma soberana e justa. Todas as tentativas de refutar esta posição acabam por diminuir a pessoa de Deus — o soberano por direito e poder —, cujos decretos e ações estabelecem a própria definição de bondade e justiça. Não há padrão maior à parte de Deus, e pelo qual se possa julgá-lo. Não admitimos um padrão para julgar a bondade divina ou para lhe restringir o que é permitido fazer; em vez disso, derivamos o padrão da bondade do aprendizado do que ele pensa e faz. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, a queda do homem foi um passo do plano de Deus. A Escritura ensina que o maior propósito de Deus é glorificar a si mesmo, e que ele o decidiu fazer por intermédio de seu Filho, Jesus Cristo, que resgataria o povo eleito, subjugaria todas as coisas, e entregaria ao Pai um reino de sacerdotes, de verdadeiros adoradores. A fim de cumprir esse propósito, era necessário lançar toda a humanidade no pecado, na morte espiritual e no juízo, para que Deus salvasse alguns por meio de Jesus Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este plano de salvação foi revelado, em termos gerais, imediatamente após a queda do homem. Adão era o cabeça da raça humana, e quando pecou, todos os seus descendentes caíram com ele. Desse momento em diante, todo homem e mulher seriam concebidos com a natureza pecaminosa e com a culpa incidente na condenação. Foi nesse ponto que Deus pôs em prática o passo seguinte do seu plano, e declarou a divisão da humanidade. Ele disse que nem todos os homens seguiriam Satã, e que haveria uma linhagem humana que se oporia ao diabo e a seus filhos. Essa hostilidade chegaria ao ponto culminante ao receber o cumprimento final em um homem. No tempo devido, ele nasceria de uma mulher e se tornaria o campeão da linhagem dos justos. Ele salvaria seu povo e destruiria o poder do diabo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus fez acréscimos a essa promessa e a desenvolveu por meio de sua revelação, narrada e registrada por seus profetas; no entanto, a ideia básica foi anunciada, e os que esperavam por ela e criam nela eram declarados membros da linhagem justa dentre a humanidade. Essa mensagem permaneceu inalterada ao longo dos séculos. A diferença era a quantidade de informações disponíveis a seu respeito. Exigia-se de cada geração afirmar o que Deus já revelara até o momento. À medida que os detalhes eram descobertos, tornava-se mais evidente que esse homem seria plenamente divino e humano, e que isso se tornaria possível por meio da encarnação de Deus. A plenitude da revelação foi manifesta em Jesus Cristo, e exposta por seus apóstolos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram feitos muitos acréscimos à declaração inicial, mas a promessa permaneceu inalterada. Desde o princípio, a promessa se referia à vinda de Jesus Cristo para salvar seu povo eleito. Não se trata de um anacronismo, mas de um auxílio para a unidade do nosso entendimento, declarar que todos os crentes na promessa ao longo da história humana, incluindo-se os que creram antes da vinda de Cristo, devem ser chamados cristãos. Desse modo, Hebreus 11 diz que Moisés preferiu sofrer a reprovação por causa de Cristo a usufruir os tesouros do Egito. E Pedro escreveu que o Espírito de Cristo estava nos profetas, e lhes revelou os tempos e as circunstâncias que envolviam a encarnação e o ministério do Salvador. Portanto, da perspectiva da revelação completa, percebemos agora que a humanidade estava dividida entre a linhagem de Cristo e a linhagem de Satã, ou em cristãos e não cristãos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses grupos são as duas famílias que se antagonizam ao longo da história, e esse conflito continuará até a consumação de todas as coisas. A hostilidade não foi diminuída; ao contrário, foi acentuada pela vinda de Jesus Cristo. Ele disse que não veio trazer paz, mas a espada. Ele seria a causa do aumento da rixa entre nações, culturas e familiares. A pregação do evangelho compele os homens à escolha de um lado, ou melhor, revela em que lado eles se encontram. Quando anunciamos o Senhor Jesus, a família de Satã suscita a oposição, mas a família de Cristo é estimulada à fé e justiça, toma suas armas espirituais, e se une à luta para a glória de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/07/01/redemption-family-of-christ/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/07/01/redemption-family-of-christ/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5597161371971960425?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5597161371971960425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5597161371971960425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/redencao-familia-de-cristo.html' title='Redenção: a família de Cristo'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-2468421522718015337</id><published>2010-07-03T09:21:00.001-03:00</published><updated>2010-07-03T09:37:29.141-03:00</updated><title type='text'>Transgressão: você morrerá</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;“E Jeová Deus ordenou ao homem, dizendo: Coma de toda árvore do jardim; mas, da árvore do conhecimento do bem e do mal, não coma dela; porque no dia em que comer dela, você morrerá” (Gn 2.16,17).&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus criou o universo, os planetas, a vida vegetal e os animais. Depois disso ele criou o homem e a mulher, e os colocou no Éden para trabalharem no jardim. E Deus lhes deu a ordem de que comessem de toda árvore do jardim, mas não deveriam comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, e&amp;nbsp;se eles comessem dela, com certeza morreriam. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui vislumbramos a essência do relacionamento original entre Deus e o homem. Em primeiro lugar, ele se baseava na comunicação verbal — Deus falava com o homem. Ele falava com o homem usando termos que transmitiam ideias definidas, concretas e abstratas, como identidade pessoal (“você”), o ato de se alimentar, árvores, jardim, conhecimento, bem e mal, tempo (“no dia em que comer”) e morte. Em segundo lugar, este relacionamento era íntimo mas variável. O homem se beneficiava da provisão e da generosidade de Deus, mas ele também agia sob a autoridade divina, que impunha restrições às atividades humanas. O padrão do certo e do errado encontrava-se exclusivamente na autoridade de Deus — não como algo alheio a ele, mas como algo idêntico à sua vontade, e expresso por meio de instruções e ordens. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas tradições teológicas afirmam que a ordem de Deus a Adão envolvia, ou consistia em, uma aliança. Essa aliança compreendia um período de teste para o homem, de modo que se ele se revelasse obediente, herdaria a vida eterna, mas se ele se mostrasse desobediente, herdaria a morte eterna. No entanto, não há indicação de teste nas instruções de Deus a Adão. E inexiste qualquer promessa de promoção a uma vida superior após o período de obediência. Tampouco há qualquer traço do estabelecimento de uma aliança. Essa doutrina é uma invenção humana e deve ser descartada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o relato de Gênesis, Satã assumiu o controle de uma serpente e falou por meio dela, ou ele assumiu a forma de uma serpente e falou. Ele tentou Eva para que transgredisse a ordem de Deus. Eva e o restante da Escritura descrevem mais tarde esse ato como uma tentativa de enganar. Ele mentiu para Eva. As tentações são caracterizadas por falsas doutrinas e falsas promessas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tentação envolve persuasão — uma forma de comunicação. Essa comunicação é diferente da causação, e ela não comporta em si mesma o poder da causação. Satã persuadiu Eva a pecar, mas ele não causou o pecado de Eva, pois só Deus detém o poder de controlar a alma humana.&amp;nbsp;Satã tentou Jesus da mesma forma. Ele não poderia fazer Cristo pecar, mas se diz acertadamente que ele tentou Jesus. Portanto, Satã é o tentador, mas não o autor do pecado. A Bíblia o chama de “pai” da mentira, mas o faz em um sentido relacional, pois já se sabe que Satã é apenas uma criatura. Ele é o representante principal do pecado, mas isso não equivale a dizer que ele conta com o poder de causar o pecado em sentido metafísico, pois só Deus detém o poder de causar qualquer coisa neste último sentido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certa vez uma pessoa desafiou este entendimento ao se recusar a reconhecer a distinção entre comunicação e&amp;nbsp;causação. A interação comigo foi muito confusa, pois ele aplicava com firmeza as ideias de tentação e persuasão como se elas sempre fossem bem-sucedidas. Para ele, a conclusão era: se Deus não é o tentador, então ele também não pode ser o autor do pecado. No entanto, se ele estiver correto — caso devamos identificar a comunicação com a causação, e a tentação para pecar com a causa do pecado — então ele deve rejeitar o relato bíblico da tentação de Cristo. A Bíblia diz que Satã tentou Jesus, mas ele não pecou. Todavia, se a tentação (persuasão para pecar) deve ser identificada com a causação para que a tentação sempre seja bem-sucedida, então Jesus pecou quando foi tentado, ou ele nunca foi tentado. Pelo fato de essa pessoa sustentar uma definição tão peculiar e estranha sobre a tentação, ele deve dizer que Jesus é pecador ou a Escritura é uma mentira e, assim, se declarar não cristão e se consignar ao fogo do inferno. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Satã mentiu para Eva, e em vez de se apegar à ordem de Deus, ela sucumbiu e comeu do fruto proibido. Ela deu dele a Adão que, mesmo sem ser enganado, também comeu do fruto. Desse modo o homem e a mulher pecaram e, quando o fizeram, passaram por uma mudança e também tiveram o relacionamento com Deus alterado. Como Deus predisse, o espírito deles morreu de imediato — a luz divina se extinguiu — e seu corpo também pereceu com o passar do tempo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando ouviram Deus andando no jardim, eles se esconderam dele. Este é um insight tremendo. A partir daí, todos os pecadores inventaram métodos sofisticados de escapar dessa realidade, ainda que o motivo e o propósito básico permaneçam os mesmos. Eles sentem terror de Deus, e desejam se esconder dele, mas são estúpidos e desonestos demais para admitir essa impossibilidade. Podem ter se tornado ruidosos e confiantes, mas no interior do coração são como franguinhos amedrontados que correm para se ocultar. Eles se apegam à incredulidade, religiões falsas e diversos sistemas de pensamento e estilos de vida para lhes aliviar o medo, calar a consciência e manter a aparência de que realizam algo bom ou espiritual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa mensagem aos não cristãos começa com isto: Deus é o criador e regente da humanidade, e você tem transgredido o mandamento dele, e com certeza morrerá. Reclame o quanto quiser, mas ele virá acertar as contas com você. Ele vem para pegá-lo e puni-lo. Você pode correr e se esconder, mas ele sabe onde você está e o que fez. Ele o lançará no lago de fogo, de acordo com sua justiça perfeita, e o fará sofrer uma dor extrema e sem fim. Então você gritará, mas não haverá auxílio nem escape. Você implorará pela morte, mas ai de você: já está morto. Ó, não cristão fraco e estúpido, você não pode se salvar. Ó incrédulo, condenado às chamas! Você não deve esperar. Hoje é o dia da salvação. Existe apenas um escape da condenação. Você o deseja? Você o aceitará? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/30/transgression-you-will-surely-die/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/30/transgression-you-will-surely-die/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-2468421522718015337?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2468421522718015337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2468421522718015337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/07/transgressao-voce-morrera.html' title='Transgressão: você morrerá'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4481561650593087762</id><published>2010-06-29T23:51:00.003-03:00</published><updated>2010-06-30T07:51:26.618-03:00</updated><title type='text'>Não existe sinegismo real</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;[Mensagem recebida por e-mail:]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color: #274e13;"&gt;Em sua &lt;em&gt;Teologia sistemática&lt;/em&gt; você afirma que a santificação é sinergística, pois nós cooperamos com Deus, ainda que ele seja a causa de nossos atos, a causa de nossas boas obras. Nesse sentido, porém, não podemos dizer que a conversão também é sinergística? Não estou falando a respeito da regeneração ou da justificação, mas a respeito do ato de crer. Pois, ainda que Deus seja o autor e a causa da nossa fé, nós a exercitamos, como na santificação. Não seria melhor dizer que mesmo nossa santificação é monergística?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usemos o xadrez como analogia. Todas as têm suas limitações, mas conquanto nos concentremos na ilustração provida pela analogia, ela poderá ser útil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem dois “níveis” de realidade no jogo de xadrez: 1) As ações dos jogadores, e 2) As relações entre as peças de xadrez. Se falarmos a respeito do nível 2, então “cavalo captura peão” faz sentido. Todavia, quando o dizemos, com certeza não afirmamos que o cavalo move a si mesmo e remove o peão do tabuleiro. Presumimos que o cavalo não possui o poder inerente de mover-se, e que o jogador causou o movimento. Contudo, enquanto falamos sobre o que ocorre no nível&amp;nbsp;2, não é preciso mencionar o jogador, ainda que ele seja necessário para compor o quadro todo. No entanto, assim que o tópico é alterado para o nível&amp;nbsp;1, a fim de debater a causa, então “cavalo captura peão” não faz nenhum sentido como descrição da causa, por não ser uma descrição da causa. Deve-se falar a respeito do jogador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora para aplicar essa analogia ao nosso tópico, acresçamos umas poucas coisas ao jogo de xadrez: A) Suponha que as peças de xadrez sejam de fato sensíveis — seres inteligentes com percepção, processos reflexivos e sentimentos. B) Suponha que qualquer coisa que ocorra no tabuleiro, qualquer ação associada às peças de xadrez, deva ser causada por completo pelo jogador. Isso inclui os pensamentos e os sentimentos das peças de xadrez. C) Suponha que algumas ações realizadas pelo jogador nas peças de xadrez envolvam a percepção das peças de xadrez, e outras ações não. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Admitindo-se B, é concebível que não nos interessemos pela distinção dos dois tipos de ações em C. Supondo, porém, que nos interessemos em fazer a distinção, então poderemos chamar o primeiro tipo C1, e o segundo tipo C2. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos prontos agora para aplicar a distinção ao tópico da soberania e salvação pertencentes a Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o tópico for metafísica, ou causação, então termos como “sinergismo” e “causa secundária” não fazem sentido. São desprovidos de significado e inúteis. Quando o tópico principal é a soberania divina, fala-se de fato sobre metafísica, sobre causação. Isso significa que eu me oponho à doutrina tradicional sobre a questão. É absurdo dizer que a soberania divina não suprime “a liberdade ou contingência das causas secundárias”, ou o contrário: que a estabelece. É evidente que a liberdade e a contingência são suprimidas. Elas, e a própria ideia das causas secundárias, são completamente destruídas e perdem seu significado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o tópico disser respeito às relações entre os objetos criados, então o termo “causa secundária” ainda não fará sentido, pois se a discussão estiver limitada a esse nível, a “causa” de fato não será “secundária,” e o que é “secundário” não constituirá a “causa”. Poucas vezes (ou de forma mais exata, raramente) uso o termo para&amp;nbsp;acomodá-lo à tradição (para que as pessoas saibam do que estou tratando, ainda que o termo por si só seja sem sentido... Assim fico pensando se alguém sabe do que estamos falando…) — à qual não tento eliminar por completo, ainda que fosse difícil alguém me acusar se eu tentasse fazê-lo. Seja como for, normalmente estabeleço as qualificações para evitar a confusão excessiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu uso do termo “sinergismo” também serve para&amp;nbsp;a acomodação à tradição. Deve existir alguma forma de distinguir C1 de C2. Todas as coisas são causadas por Deus; no entanto, a eleição e a justificação, por exemplo, não estão associadas a qualquer percepção ou sensação no homem, ao passo que a santificação — como a resistência à tentação, ou mesmo mover os lábios para orar — envolvem certo esforço consciente, alguma percepção e sensação do ser humano. (Note que também uso na &lt;em&gt;Teologia sistemática&lt;/em&gt; a consciência do esforço como motivo para distinguir a santificação.) Em C2, até o esforço e a percepção são causados de forma direta por Deus, de tal forma que em sentido metafísico, o homem de fato não contribui nem coopera — as criaturas jamais contribuem ou cooperam em sentido metafísico, apenas em sentido relacional. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim se assegura alguma forma de distinção entre justificação e santificação. Não obstante, sua pergunta suscita a questão se o sinergismo é o melhor termo para descrever essa distinção, pois a ideia de “energia” está envolvida, e o homem de fato não contribui com qualquer energia inerente para cooperar com Deus. Mesmo a “energia” depositada no homem deve ser posta em movimento por Deus para exercer sua função. Na santificação, Deus faz o homem cooperar com os preceitos divinos enquanto gera a percepção do esforço nele. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação à necessidade da distinção entre conversão e santificação, percebo seu ponto, mas a distinção deve ser feita. Isso acontece porque na santificação (p.ex. quando alguém resiste à tentação), a pessoa já conta com a fé, entretanto, quando a pessoa é convertida, ela recebe a fé — não há nenhum esforço espiritualmente benéfico no ato de recebê-la. Pode-se afirmar, nos termos da causação, que não há diferença — todas as coisas são causadas de forma direta e única por Deus. No entanto, existe uma diferença nos termos da relação entre os seres criados. Na santificação, Deus já instilou a disposição benevolente no homem, e lhe faz ter consciência dos próprios esforços. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto de partida é a inexistência de sinergismo real em qualquer ação empreendida pelas criaturas; no entanto, caso precisemos de uma palavra para assinalar a distinção entre os dois tipos de acontecimentos causados por Deus — um sem a percepção humana, o outro com a percepção humana — então “sinergismo” é uma opção, ainda que seja indiscutivelmente imperfeita e enganosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/26/there-is-no-real-sinergismo/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/26/there-is-no-real-sinergismo/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4481561650593087762?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4481561650593087762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4481561650593087762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/06/nao-existe-sinegismo-real.html' title='Não existe sinegismo real'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5595020178465346848</id><published>2010-06-24T07:04:00.003-03:00</published><updated>2010-06-26T15:23:36.663-03:00</updated><title type='text'>Algo de que eu sempre preciso me lembrar…</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Andy Smith&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt; se concentra em regras.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; se concentra em um&amp;nbsp;relacionamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A&lt;strong&gt; religião&lt;/strong&gt; tem compromisso com a prática religiosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; tem compromisso com uma Pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;vida centrada na lei&lt;/strong&gt; produz desespero e orgulho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;vida centrada em Cristo&lt;/strong&gt; produz gratidão e adoração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;legalista&lt;/strong&gt; procura obter o favor de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristão&lt;/strong&gt; procura viver para Deus porque Jesus&amp;nbsp;o colocou em uma posição favorável diante de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt; promove o ego.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; promove&amp;nbsp;Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt; se concentra em “não faça”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; se concentra em "Cristo fez".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt; procura receber louvor alheio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; procura render louvor a Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;legalista&lt;/strong&gt; obedece à lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristão&lt;/strong&gt; apenas segue&amp;nbsp;Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;strong&gt;religião&lt;/strong&gt; está enraizada na honra do ego e assim produz ramos infrutíferos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; está enraizado em Cristo e assim produz o fruto do Espírito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;legalismo&lt;/strong&gt; é em última instância egoísta e trabalha contra a igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt; é em última instância altruísta e trabalha a favor&amp;nbsp;da igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Que Deus se agrade em nos averiguar o coração: não sejamos legalistas religiosos, mas cristãos que exaltam a Cristo! Vemos a vida cristã como uma série de sinais de trânsito que nos dizem o que não fazer, ou vemos o cristianismo nos conduzindo à cruz de Jesus Cristo, dizendo-nos o que Cristo fez por nós?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://gracechapelpastors.blogspot.com/2010/04/something-i-must-constantly-remind.html"&gt;http://gracechapelpastors.blogspot.com/2010/04/something-i-must-constantly-remind.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5595020178465346848?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5595020178465346848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5595020178465346848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/06/algo-de-que-eu-sempre-preciso-me.html' title='Algo de que eu sempre preciso me lembrar…'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-679625608735606743</id><published>2010-06-23T08:18:00.001-03:00</published><updated>2010-06-23T08:19:31.234-03:00</updated><title type='text'>Qual é o propósito?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;[&lt;em&gt;Texto de um e-mail recebido:&lt;/em&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #38761d; font-size: small;"&gt;Caso você insista que homens e mulheres são eleitos por Deus para a vida eterna ou para a morte eterna, então não há nenhum propósito no evangelismo.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como ocorre com todos os desafios contra as doutrinas da soberania e eleição divinas, esta objeção popular é de fácil contestação. Ela é também muito triste, pois a objeção revela a atitude sinistra que se encontra no coração dessa pessoa, algo que ela provavelmente se recusaria a declarar em termos explícitos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem suscita esta objeção acaba por afirmar que se encontra longe de Deus e que não o respeita. Ela revela uma atitude que declara: “A menos que meu papel seja tão grande e determinante quanto o de Deus, não vejo nenhum propósito em fazer o que ele me ordena realizar. A menos que minha desobediência contribua de forma direta e necessária para a condenação eterna — faça uma pessoa queimar no inferno para sempre — a obediência a Deus é desprovida de sentido”. Eu tinha mais temor de Deus que isso mesmo antes de me tornar cristão; ficaria muito aterrorizado para me alinhar com algo semelhante a isso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todo o caso, essa objeção é usada por muitos, se não pela maioria, dos que se dizem cristãos, mas resistem às doutrinas da soberania divina e eleição divinas, e isso nos diz o que eles pensam de fato acerca de Deus. Eles de reúnem todas as semanas para adorar um Deus cujos mandamentos considerariam despropositados no momento em que descobrissem que ele detém mais controle do que essas pessoas supõem, e que ele de fato independe delas para realizar seus planos. Como diz o ditado: “Com amigos como esses...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus tenha misericórdia de seu povo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/19/what-is-the-point/"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/19/what-is-the-point/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-679625608735606743?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/679625608735606743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/679625608735606743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/06/qual-e-o-proposito.html' title='Qual é o propósito?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4776597173805949829</id><published>2010-06-03T08:26:00.004-03:00</published><updated>2010-06-04T10:43:31.061-03:00</updated><title type='text'>Deuteronômio 30.19</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta: "Como você responde à pessoa que usa o versículo abaixo com o objetivo de afirmar o livre-arbítrio como&amp;nbsp;conceito bíblico?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;"Tomo hoje os céus e a terra por testemunhas contra vocês, de que lhe tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolha, portanto,&amp;nbsp;a vida, para que&amp;nbsp;você viva&amp;nbsp;e &lt;em&gt;também&lt;/em&gt;&amp;nbsp;sua descendência" (Dt 30.19).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resposta:&lt;/strong&gt; E onde se diz nele que a escolha é livre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/06/03/deuteronomy-3019/"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/06/03/deuteronomy-3019/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4776597173805949829?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4776597173805949829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4776597173805949829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/06/deuteronomio-3019.html' title='Deuteronômio 30.19'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6183244808243570419</id><published>2010-05-13T09:51:00.005-03:00</published><updated>2010-06-26T15:26:41.545-03:00</updated><title type='text'>A ceia do Senhor: mistificada e miniaturizada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Três conjuntos de versículos estão ligados à ceia do Senhor. O primeiro procede dos evangelhos sinóticos: Mateus 26.26-29, Marcos 14.22-25 e Lucas 22.14-20. O segundo é 1 Coríntios 11.20-34 e o terceiro provém de João 6.53-57.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última passagem mencionada é comumente incluída na exposição da doutrina; contudo, é muito improvável que ela se refira à ceia do Senhor e, por isso, deve ser excluída. Robert Reymond apresenta quatro motivos.&lt;span style="color: blue;"&gt;*&lt;/span&gt; Primeiro, o contexto não se enquadra. Jesus dirigia-se a pessoas que jamais teriam entendido a referência a uma ordenança ainda não instituída. Segundo, “carne” não é a palavra usada por ele mais tarde ao instituir a ordenança. Terceiro, suas palavras são absolutas e dizem respeito à salvação. É impossível que, para obter a salvação, Jesus tenha requerido a participação de uma ordenança sem a ter instituído. E na verdade, o ensinamento bíblico é que a pessoa obtém a salvação antes de participar da ordenança. Quarto, o contexto enfatiza a audição de suas palavras e a crença nelas (v. 63), de modo que comer sua carne e beber seu sangue são mais bem compreendidos como metáforas da aceitação de seus ensinos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ilustrar o quarto ponto, Jesus chamou a si mesmo de pão do céu, ou maná (Jo 6.30-40); no entanto, essa designação referia-se à nutrição espiritual mediante a fé nele, e não à obra da expiação simbolizada pelo pão partido. Ele destaca esse ponto no contexto: “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna” (v. 40). Desse modo, seria um equívoco identificar o pão da nutrição como o pão da ceia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, a doutrina neotestamentária da ceia do Senhor subsiste principalmente nos versículos sinóticos e paulinos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina reformada da ceia do Senhor é indubitavelmente superior à abominação do catolicismo. Mesmo assim, ela possui problemas peculiares. Ainda que menos severos, eles continuam mantendo a tradição e a superstição dos homens acima do ensino nítido da Escritura. É claro que eles não se resumem à tradição reformada. Alistarei aqui dois deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, a ceia do Senhor tem sido mistificada. Isso se vê em dois aspectos da doutrina reformada: a presença “real” e a nutrição espiritual associada aos elementos. A formulação de Calvino é indefinida e ininteligível, e até mesmo absurda. Como Reymond destaca, Charles Hodge a considerava “peculiar”, e William Cunningham disse que ela era “tão ininteligível quanto a consubstanciação de Lutero” e “talvez, o maior defeito na história dos labores de Calvino como instrutor público”. Robert Dabney denunciou-a como “estranha” e “não apenas incompreensível, mas também impossível”.&lt;span style="color: blue;"&gt;**&lt;/span&gt; Talvez o próprio Calvino tenha percebido essas dificuldades, recorrendo, por fim, à designação de mistério — desculpa favorita dos teólogos reformados para afirmar algo que são incapazes de defender, ou que não podem descrever de modo inteligível.&lt;span style="color: blue;"&gt;***&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todo o caso, o obstáculo definitivo é que os versículos sinóticos e os paulinos não mencionam ou indicam qualquer tipo de presença ou nutrição procedente da ceia do Senhor. Não há base bíblica para elas. Elas parecem ter sido elaboradas apenas para romantizar a ordenança e dar-lhe piedade mística. Dessa maneira, a formulação de Calvino não pode ser salva. Assim, as variantes reformadas que sustentam esses dois aspectos da formulação perpetuam o absurdo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, a ceia do Senhor foi miniaturizada. Os versículos sinóticos indicam que a ordenança foi instituída no contexto de uma refeição completa. Os versículos paulinos afirmam que a ceia era servida em quantidade suficiente para satisfazer a fome de uma pessoa e até para embebedar alguém. O apóstolo ordenou que os crentes esperassem uns pelos outros antes de comer, ou se estivessem com muita fome, que comessem em casa (1Co 11.20,21,33). Isso não faria sentido se a ordenança consistisse apenas em cálices diminutos e pequenos pedaços de pão ingeridos em poucos segundos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ceia do Senhor é uma figura da festa junto à mesa do Mestre. Nas culturas orientais e, com menos intensidade, em algumas culturas ocidentais, jantar com alguém é sinal de amizade, e indicação de rejeição a recusa em comer com alguém (1Co 5.11). Sentar-se à mesa do rei era uma honra tremenda (2Sm 9.7), e apenas seus amigos e companheiros mais queridos alimentavam-se junto dele. Na ceia do Senhor, os cristãos se sentam à mesa do Rei — independentemente de raça, status ou sexo — para comer e beber em sua honra, recordando seu sacrifício por nós, e em antecipação de sua volta. Esta união, por virtude de seu compromisso com o Rei dos reis, é mais forte que os vínculos sanguíneos, e a mesa provê o contexto para a manifestação e desenvolvimento desse compromisso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isto se obscurece quando a ordenança é reduzida a uns calicezinhos e pedacinhos de pão. Perdem-se a refeição completa junto à mesa, a comunhão íntima, a alegria e o riso, o consolo, o encorajamento e a recordação cabal durante várias horas de conversa sobre o que o Senhor fez. Todos os debates concernentes aos elementos limitam-se em significado enquanto se discute sobre cálices e pães, pois durante todo esse tempo não se menciona a ceia real, e toda a prática tem se tornado menos bíblica, mais ritualista e sem sentido do que as pessoas imaginam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;* &lt;/span&gt;Robert L. Reymond, &lt;em&gt;A New Systematic Theology of the Christian Faith&lt;/em&gt; (Thomas Nelson, 1998), p. 963-4.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;** &lt;/span&gt;Reymond, p. 961.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;*** &lt;/span&gt;Vincent Cheung, &lt;em&gt;Blasphemy and Mystery&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/other/suppmm.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.vincentcheung.com/other/suppmm.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6183244808243570419?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6183244808243570419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6183244808243570419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/05/ceia-do-senhor-mistificada-e.html' title='A ceia do Senhor: mistificada e miniaturizada'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-8982001168099976960</id><published>2010-05-03T10:02:00.002-03:00</published><updated>2010-06-12T10:00:39.571-03:00</updated><title type='text'>Quem é Satã?</title><content type='html'>[Irmãos, dentre os textos mais curiosos que já li sobre o tema (sim, li muito lixo, muita heresia e algumas coisas boas, outras provocativas), considero o texto abaixo instigante à reflexão.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Quem é Satã?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Pergunta:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Caro rabino Singer,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Em novembro de 1996, quando você esteve em Buffalo (NY, EUA), no período adicional de perguntas e respostas, indagaram sua opinião sobre os anjos, e especificamente sobre Satã. Fiquei aturdido com sua resposta, e ainda mais surpreso pelo fato de os demais rabinos presentes não terem participado do debate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Em sua explicação sobre Satã e os outros anjos caídos, você atribuiu a criação do mal a D-us, tornando-o assim responsável pelo mal. Há pelo menos 87 referências à santidade de D-us apenas em Levítico! Em [Lv]11.44 D-us diz: “Eu sou Santo”. A santidade não significa a ausência de pecado? Existem muitas passagens das Escrituras que comprovam o ódio de D-us pelo pecado (mal), e sua intolerância para com ele em sua presença. Então, como se pode atribuir o mal a D-us? Interesso-me pela base bíblica que apoia sua afirmação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Possuo um entendimento razoável do judaísmo e jamais li nada que considerasse sua conceituação algo tradicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;À espera de sua resposta,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #444444;"&gt;Alguém que procura a verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resposta:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os rabinos mencionados por você passaram a vida toda imersos no estudo das Escrituras judaicas e também da literatura religiosa do judaísmo; desse modo eles não ficaram “aturdidos” pelo judaísmo ensinado em Buffalo naquela noite, como aconteceu com você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que os rabinos não ficaram desnorteados por esses ensinos judaicos a respeito de Satã? Porque as Escrituras hebraicas declaram de forma explícita que o Todo-Poderoso dispõe o bem e o mal, criados por ele, diante da humanidade a fim de conceder o livre-arbítrio à sua criação primordial. Lê-se em Deuteronômio 30.15: “Vê: eu [Deus] coloquei diante de ti neste dia a vida e o bem, a morte e o mal”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Isaías 45.7, o profeta descreve o plano da criação divina ao relatar: “Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não inventei esses versículos, tampouco os adulterei. A bem da verdade, a tradução que usei nas citações acima é a King James Version, uma versão da qual não se pode afirmar, sem alguma dificuldade, que se trata de uma aliada da fé judaica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses versículos edificantes destacam um ensino bíblico fundamental: o equilíbrio espiritual perfeito entre o bem e o mal no mundo que confronta toda alma indagadora. Esse é o plano divino e soberano do Todo-Poderoso para a criação: obtém-se a virtude pela decisão pessoal de se desviar do mal e escolher o bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isaías 45.7 e Deuteronômio 30.15, porém, apresentam um problema teológico considerável para os cristãos que afirmam não ser Deus o criador de Satã, o anjo do mal. Segundo a doutrina cristã, Satã era um anjo da patente mais elevada que, mediante um ato de desafio espiritual e desobediência sem reservas, tornou-se o principal adversário e caluniador de Deus, e a personificação do mal neste mundo. Na teologia cristã Deus jamais criou o mal; ele é apenas o autor da justiça e da perfeição, como você assevera em sua pergunta. Portanto, Deus jamais teria criado algo tão sinistro quanto o próprio diabo. Em vez disso, a impiedade obstinada de Satã resulta de sua rebelião espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de esta doutrina cristã bastante disseminada possuir muito em comum com o dualismo pagão do zoroastrismo persa — do qual nasceu —, ela é totalmente estranha aos ensinos da fé judaica e às palavras das Escrituras judaicas. De fato, o ensinamento cristão de que Satã foi projetado originariamente por Deus para ser um anjo bom, mas, em um ato de desafio absoluto, deixou de agir como Deus o planejou, sugere que Deus tenha criado algo imperfeito ou defeituoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a crença judaica, o propósito expresso no fato de Satã seduzir o homem e afastá-lo de Deus não causa nenhum problema, pois Satã é apenas um agente divino. Como servo do Todo-Poderoso, Satã cumpre fielmente a vontade divina de seu Criador enquanto realiza todas as suas tarefas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Satã é um dos muitos anjos mencionados na Bíblia. O equivalente hebraico da palavra anjo é &lt;em&gt;mal’akh&lt;/em&gt; (“mensageiro”). O mesmo significado é atribuído à palavra portuguesa por derivar-se do vocábulo grego angelos, que também significa “mensageiro”. Em toda a Bíblia, anjo significa o mensageiro de Deus que cumpre a vontade do Todo-Poderoso. Inexiste exemplo nas Escrituras judaicas em que qualquer anjo, incluindo-se Satã, que se oponha à vontade de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em nenhuma parte da Bíblia isso é mais evidente que no livro de Jó. No primeiro capítulo, Satã surge com os outros anjos diante de Deus e sugere que a fidelidade constante de Jó não suportaria a dor em nível pessoal e a destituição completa. Satã, a seguir, pede a Deus uma chance para testar a virtude de Jó. O Todo-Poderoso lhe concede o pedido, mas delineia de forma meticulosa a linha de atuação de Satã — o que ele pode e não pode fazer — ao testar Jó. Satã, obediente, segue as instruções de seu Criador. Jó é provado de imediato e, no terceiro capítulo, sua luta tem início. Ele questiona o Criador por sua existência e, em um momento de desespero, expressa vocalmente o desejo de ter perecido no ventre de sua mãe. Contudo, ao fim desta narrativa bíblica sem igual, a virtude de Jó prevalece sobre o tormento incessante causado por Satã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao passo que o triunfo espiritual e pessoal de Jó seja uma impossibilidade teológica em termos cristãos, em termos judaicos ele se destaca como a incorporação do programa divino de salvação da humanidade. Em Deuteronômio 30.15, a Torá atesta esse princípio e em Isaías 45.7, o profeta reverbera essa passagem ao declarar que o Todo-Poderoso cria o mal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, esse princípio bíblico é aparentemente muito problemático para os tradutores cristãos da versão bíblica &lt;em&gt;NIV&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;New International Version&lt;/em&gt;). Eles, é claro, reconheceram que a declaração da Bíblia de Deus criando o mal questiona um dos ensinamentos mais acalentados da cristandade sobre a salvação. Como a igreja pode insistir na depravação total do homem quando o seu Deus o colocou livre no mundo para escolher entre o bem e o mal? Como a igreja sustém a doutrina da eleição e da predestinação se o livre-arbítrio é uma expressão legítima do ser humano? Como os cristãos podem afirmar que Deus não criou o mal se as Escrituras judaicas dizem com toda a clareza o contrário?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É compreensível que os tradutores da &lt;em&gt;NIV&lt;/em&gt; tenham achado por bem alterar as palavras do profeta ao verterem a apalavra hebraica ofensiva &lt;em&gt;ra'&lt;/em&gt; por “calamidade” no lugar de traduzi-la de forma correta por “mal”. Assim, a versão bíblica NIV traduz de modo equivocado Isaías 45.7: “Eu formão a luz e crio as trevas, trago prosperidade e crio a calamidade; eu, o Senhor, faço todas essas coisas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vocábulo “calamidade” inserido pela &lt;em&gt;NIV&lt;/em&gt; é tão ambíguo que o leitor menos preparado poderia chegar com facilidade à conclusão de que ele se refere a terremotos e furações. Este entendimento distorcido, criado pela tradução errada da &lt;em&gt;NIV&lt;/em&gt;, oculta com eficácia a mensagem original de Isaías. Como já mencionei, a &lt;em&gt;KJV&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;King James Version&lt;/em&gt;) traduz este versículo de maneira correta e verte a palavra hebraica ra' por “mal”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aqui está o ponto final. Muitas vezes os cristãos apontam para Isaías 14.12 como a referência bíblica para apoiar seus ensinos sobre a queda final e irreversível de Satã, que deu fim à carreira pregressa, longa e bem-sucedida desse anjo caído. Alegam que a menção de Isaías à “estrela da manhã” se refere ao destino de Satã, no tempo do fim, quando ele será lançado no lago de fogo, como está escrito no capítulo 20 do livro do Apocalipse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há, porém, dois problemas sérios com essa afirmação. Primeiro: se os cristãos afirmam que a “estrela da manhã” é uma referência a Satã, como explicar Apocalipse 22.16 — texto em que Jesus também é chamado a “estrela da manhã”? Em segundo lugar, mesmo a leitura superficial do capítulo 14 de Isaías revela que a “estrela da manhã” mencionada em Isaías 14.12 é uma referência a Nabucodonosor, o ímpio rei de Babilônia, e não a Satã. Em 14.4, o profeta nomeia de modo explícito o rei de Babilônia como o objeto da profecia: “Então proferirás este provérbio contra o rei de Babilônia, e dirás: Como já cessou o opressor, como já cessou a cidade dourada!”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em todo este capítulo de Isaías, e também no anterior a ele, o profeta prediz o surgimento e a ruína desse rei arrogante que usaria seu poder desenfreado para saquear Jerusalém e destruir o templo; contudo, perto do seu fim, sofreria uma queda cataclísmica. Em 14.12, Nabucodonosor é comparado ao planeta Vênus, pois sua luz ainda é visível durante a manhã e sumindo, porém, com o nascer do sol. À semelhança da luz de Vênus, o reino de Nabucodonosor brilhou de forma intensa por um breve período — como predisseram os profetas —, sendo mais tarde eclipsados pela nação de Israel, cuja luz perdurou e sobreviveu a essa nação arrogante que a atormentou e exilou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atenciosamente,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rabino Tovia Singer &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.outreachjudaism.org/satan.html"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.outreachjudaism.org/satan.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-8982001168099976960?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/8982001168099976960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/8982001168099976960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/05/quem-e-sata.html' title='Quem é Satã?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4312395128979490264</id><published>2010-04-07T20:23:00.001-03:00</published><updated>2010-04-07T20:24:15.796-03:00</updated><title type='text'>Cura divina?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Wagner Antonio de Araújo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sofrimento do próximo causa-nos dor, e quando o próximo é tão próximo (membro da própria igreja), então choramos com ele e com sua família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Indigna-nos o fato de que, infelizmente, a mentira continue a ceifar muitos corações e mentes. Essa pergunta sempre surge (somos humanos): "E se levarmos a pessoa até o Apóstolo, será que tal pessoa seria curada?" "E se o arrastarmos até aquela tal igreja, o Senhor o curará?"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É trágico, é terrível, é revoltante o que os falsos profetas fazem acreditar, que o "deus deles" é "poderoso", que "há um deus na vida deles" (e não na nossa), que são "profetas de Deus" (e nós falsos profetas). Se acham poderosos, invencíveis, se consideram superdotados pelo Espírito Santo, são os espertalhões da boa-fé popular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em cada mil fracassos na esperança de cura eles pinçam um que deu certo (e daria certo em qualquer circunstância, fosse em casa, no hospital, no trem ou na igreja, pois na soberania de Deus Ele iria curar tal pessoa), e o transformam em carro-chefe de suas supostas "credenciais apostólicas", de que lá há cura e há "deus". Outros, mais abundantes ainda, "ganham cachês" para exibirem muletas que nunca usaram, cadeiras de rodas de que nunca precisaram, fracassos financeiros e milagres de prosperidade que nunca aconteceram senão em sua suposta "fé".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Valem-se da dor e da miséria da alma dilacerada pela dor e a utilizam como meio de arrecadação de fundos fazendo da tragédia elemento de propaganda e de divulgação de seus ministérios mentirosos e enganadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu Deus, como é fácil cair em tentação! Como é fácil trocar a verdade por um mísero prato de lentilhas, por um côvado a mais na existência terrena! Como é fácil negar a fé quando o câncer apodrece os ossos de quem amamos, destrói as imunidades de quem tanto prezamos ou ameaça separar-nos das pessoas de quem gostamos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu desafiei, desafio e desafiarei a TODOS os supostos curandeiros, a acompanharem-me ao hospital do câncer, na ala dos terminais, daqueles que já perderam braços, pernas, órgãos internos, visão, fala, audição, cérebro, a curá-los ALI, TODOS, pelo seu suposto dom apostólico. Nenhum deles até hoje aceitou. E jamais aceitará. O hospital de gente quase morta não é palco para suas performances pirotécnicas de feiticeiros evangélicos. Na verdade o que menos importa é o enfermo; o que mais importa é o que a suposta cura gerará: fama, dinheiro, poder, crescimento do império religioso, egolatria, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus cura. E como cura! Suas curas são completas e totais, até que nós cumpramos o Seu propósito. Ele o faz quando quer, como e onde quiser, e utiliza quem quiser para realizá-la, desde que a glória seja dEle, pois não reparte Sua glória com mortal nenhum. Aliás, na ECONOMIA de Deus não há necessidade de toalhinhas, copos com água, arruda, sal, varinhas, rosas, pedras, águas de 7 torneiras ou qualquer outra feitiçaria. Deus cura diretamente no objeto da cura. Afinal, o poder é dEle e não do elemento. E o faz para a glória dEle, não para a glória do orador. E se no passado fez lodo da terra, Ele jamais ensinou a orar com lodo, ou se a sombra de apóstolos curava, nunca o foi porque os apóstolos determinaram, e jamais se utilizaram disso para reivindicar poderes que não tinham. Aliás, eles também adoeciam (e não se auto-curaram).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Deus não quiser curar Ele não curará. Ele é soberano. O texto sobejamente utilizado como "legalidade e exigência total para a cura divina", o famoso "colocar Deus na parede" ("Ele levou sobre si as nossas enfermidades") não serviu para Paulo em sua enfermidade ótica, nem para Timóteo em sua enfermidade estomacal, nem para Eparfrodito em sua fraqueza física e nem para todos os cristãos do primeiro século em suas mortes reais (nenhum teve gozo de perfeita saúde para sempre; doutra forma estariam vivos e sadios até hoje). O texto era (e foi) sinal para o período do Ministério do Messias, que qual pastor amoroso, cuidou de Seu rebanho, tratando de suas feridas. E foi dessa forma que o Evangelho o citou, como cumprido ali, em Jesus, em seu ministério messiânico. Ele sofreu as nossas dores, levou as nossas enfermidades (Jesus curava, Jesus consolava, Jesus era de fato o Messias esperado).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Crentes ficam doentes. Neopentecostais ficam doentes. Crentes de qualquer espécie adoecem e morrem. E por quê? Porque "se este tabernáculo terrestre se desfizer" (e ele se desfará quer queiram ou não!), "temos um outro, não feito por mãos, eterno, no Céu". O Reino de Deus não é deste mundo temporário. Este mundo passará. Tudo aqui passará. O que chamamos de nosso hoje será de outros amanhã. Só a alma é nossa, aliás, em termos, pois se não a entregarmos a Cristo, ela será ceifada por Satanás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prometer cura aos enfermos é o mesmo que prometer imortalidade aos mortais. O evangelho jamais foi a mensagem de cura para o corpo, mas de salvação para a alma. Se há no decorrer da vida uma cura física - e há muitas! não há promessa específica de imortalidade física, mas há a promessa de imortalidade da alma e da ressurreição dentre os mortos. Fomos enviados a pregar a salvação da alma, não a cura para os enfermos. Devemos orar, clamar, suplicar, implorar a Deus pelos enfermos; mas não devemos transformar um ato intrínseco à fé na própria mensagem da fé. A fé não vem pelo curar, mas pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mentem os que afirmam curar os enfermos. Mentem! Eles também adoecem e morrem! Todos eles irão morrer! Mas dizem a verdade os que pregam a mortalidade do corpo, mas a ressurreição da alma. Se alguém, de fato, é usado por Deus na cura dos enfermos, jamais dirá "eu orarei e Deus curará", mas dirá "eu orarei e suplicarei a misericórdia do Senhor; se Ele o quiser curará". É isso que nos ensina a Escritura Sagrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Àqueles que querem crer na mentira Deus permite a operação do erro, já que não dão crédito à verdade. Daí os supostos milagres comprobatórios. Há milagres entre esses mentirosos? Há. Assim como há milagres geradas por supostas imagens milagrosas, pedras esotéricas, espíritos nos médiuns ou poder do pensamento positivo. Entre a Palavra de Deus e um milagre a nossa fé deve estabelecer-se na Palavra de Deus, ainda que contrarie um milagre. Os escolhidos não se enganam com supostas maravilhas. E os escolhidos são os que escolheram crer no Senhor que ressuscitará os mortos incorruptíveis, não que mumificará os mortos corruptivelmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro (inclusive a cura de todas as suas enfermidades) se irá morrer e cair no Inferno? Que graça barata foi essa? A de Deus? Jamais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como disse John Stott, crer também é pensar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu penso nas coisas lá do Alto, aonde a morte nunca chegará.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vida eterna. Esse é o âmago.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://obereano.blogspot.com/2010/04/cura-divina.html"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://obereano.blogspot.com/2010/04/cura-divina.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4312395128979490264?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4312395128979490264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4312395128979490264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/04/cura-divina.html' title='Cura divina?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-52000536991134985</id><published>2010-03-10T11:28:00.001-03:00</published><updated>2010-03-10T11:29:06.558-03:00</updated><title type='text'>Cada dia é uma nova experiência...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;"Comece bem a manhã agradecendo a Deus por este dia maravilhoso. Lembre que para o crente cada dia é uma experiência com a gloriosa graça divina, apesar das circunstâncias! Talvez você esteja desempregado, um ente querido esteja morrendo de câncer, ou você esteja apenas passando por um dia em que tudo dá errado. &lt;em&gt;Isso&lt;/em&gt; passará. E &lt;em&gt;tudo&lt;/em&gt; isso é apenas para o bem de quem ama a Deus (Rm 8.28)".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Postado na página do Facebook de Predestinarian Network.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-52000536991134985?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/52000536991134985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/52000536991134985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/03/cada-dia-e-uma-nova-experiencia.html' title='Cada dia é uma nova experiência...'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-30278113791058782</id><published>2010-03-09T19:15:00.001-03:00</published><updated>2010-03-10T07:42:34.567-03:00</updated><title type='text'>Ainda lhe resta esperança, filho de Deus!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Charles Haddon Spurgeon&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Cristão! Não há travesseiro mais suave que o da providência! E quando a providência parece adversa, ainda assim creia nela, e coloque-a sob a cabeça. [...] Ainda lhe resta esperança, filho de Deus! O grande dissabor que lhe sobrevirá no caminho da sua p...eregrinação é planejado pelo amor, o mesmo [...] amor que se interporá como seu protetor." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Frase traduzida pelo amigo Marcos Vasconcelos e postada no Facebook em 6/3/2010.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-30278113791058782?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/30278113791058782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/30278113791058782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/03/ainda-lhe-resta-esperanca-filho-de-deus.html' title='Ainda lhe resta esperança, filho de Deus!'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6692887806471271653</id><published>2010-03-07T08:59:00.002-03:00</published><updated>2010-03-07T09:04:31.715-03:00</updated><title type='text'>Gordon Clark e o supralapsarismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O supralapsarismo, insistente em certa ordem lógica entre os decretos divinos, é em essência, ao que nos parece, o ponto de vista inquestionável do controle divino e proposital do universo. Deus age com um propósito. Ele tem um fim em vista e o contempla desde o começo. Todo versículo da Escritura que de uma forma ou outra se refere á multiforme sabedoria de Deus, toda declaração indicativa de que uma ocorrência anterior objetivava causar um acontecimento subsequente, toda menção ao plano eterno e abrangente contribui para a conceituação teleológica e, portanto, supralapsária do controle divino sobre a história. [...] A conexão entre o supralapsarismo e o fato de&amp;nbsp;Deus sempre agir propositalmente depende da observação de que a ordem lógica de qualquer plano é exatamente o contrário de sua execução temporal. O primeiro passo de qualquer planejamento é o objetivo a ser alcançado; decidem-se então os meios [para obtê-lo], até que a última [decisão] do que se fará seja a primeira a ser descoberta. A execução no tempo inverte a ordem do planejamento. Assim, a criação, por ser a primeira [decisão] na história, deve constituir, pela lógica, o último dos decretos divinos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Texto transcrito pelo irmão Robert Higby no texto &lt;em&gt;The Two Seeds&lt;/em&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6692887806471271653?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6692887806471271653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6692887806471271653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/03/gordon-clark-e-o-supralapsarismo.html' title='Gordon Clark e o supralapsarismo'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-7225275466117873743</id><published>2010-03-06T08:09:00.001-03:00</published><updated>2010-03-06T08:11:19.230-03:00</updated><title type='text'>A verdadeira felicidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;John Brown&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A felicidade do ser humano consiste no auxílio e na imagem de Deus, na comunhão com ele, em conhecê-lo, amá-lo e ser amado por Deus, em saber que somos amados por ele, em venerá-lo, em confiar em Deus, em ter a mente conformada à sua mente, os desejos submissos ao seu prazer, em pensar e desejar como ele, em escolher o que ele escolhe, em buscar e achar prazer no que ele se compraz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a vida, esta é a felicidade!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.pristinegrace.org/media.php?id=209"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.pristinegrace.org/media.php?id=209&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-7225275466117873743?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7225275466117873743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7225275466117873743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/03/verdadeira-felicidade.html' title='A verdadeira felicidade'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6505287518123421516</id><published>2010-02-06T08:37:00.009-02:00</published><updated>2010-06-26T15:29:26.820-03:00</updated><title type='text'>Soberania divina e autocompatibilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;(Este é um excerto da futura edição [inglesa] revisada de &lt;em&gt;Questões últimas&lt;/em&gt;.)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Deus soberano contradiz a ideia de que o homem exercita o livre-arbítrio no que diz respeito a qualquer assunto, incluindo-se a salvação. A soberania divina e a liberdade humana são mutuamente excludentes. Afirmar uma delas significa negar a outra. Por consequência, a pessoa que insiste em ter aceitado Cristo por causa do livre-arbítrio, e não por causa da escolha soberana de Deus e de sua ação direta na alma, é incapaz de asseverar ao mesmo tempo o Deus soberano. Pelo fato de o único Deus apresentado na Bíblia ser absolutamente soberano, a pessoa que assevera o livre-arbítrio humano é incapaz de sustentar a crença em Deus sem contradição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns teólogos percebem esse dilema, e dessa forma escolhem crer em uma contradição. No entanto, isso faz com que pareçam estúpidos, e alguns deles não conseguem tolerar a humilhação. Assim eles inventam uma saída, e dizem que a soberania de Deus é “compatível” com a escolha humana. Às vezes afirmam até que a soberania divina é compatível com a “liberdade” humana no sentido de que o homem não é coagido ao fazer uma escolha, e sim que ele escolhe de acordo com o próprio desejo.&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que o homem faz escolhas, mas o que o leva a escolher? Qual é a metafísica da escolha humana? E qual é a explicação metafísica do seu desejo? Se Deus é totalmente soberano, então ele também decide e causa a escolha e o desejo humanos. E se Deus é quem decide e causa a escolha e o desejo do homem, logo dizer que a soberania divina e escolha humana são compatíveis equivale apenas a afirmar que Deus é compatível consigo mesmo. Mas já sabemos disso, e o homem ainda não é livre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha humana é irrelevante, pois ela surge debaixo da soberania divina. Dizer que o homem não é coagido implica apenas em declarar que nesse caso Deus não faz um efeito do seu poder se chocar com outro efeito do seu poder, como acontece quando ele faz dois objetos colidirem. Contudo, se não há contradição quando Deus faz dois objetos colidirem, então mesmo a coação não acarreta nenhuma contradição. Isso poderia significar apenas que ele faz uma pessoa desejar uma coisa e escolher outra, enquanto o próprio Deus permanece compatível consigo mesmo. Qual seria o problema com isso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a soberania absoluta de Deus e a responsabilidade moral do homem são compatíveis. Talvez seja por isso que os teólogos estejam tão incomodados. No entanto, o homem é moralmente responsável apenas pelo fato de Deus ter decidido fazer com que ele preste contas de seus atos. Isso não possui ligação necessária com a escolha ou a liberdade. Nem mesmo a coação elimina a responsabilidade. O que uma tem que ver com a outra? A responsabilidade moral do homem depende da soberania absoluta de Deus, e de nada mais. Portanto, dizer que o home é responsável, mais uma vez, significa afirmar apenas que Deus é compatível com ele mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então permanece a incompatibilidade entre a soberania divina e a liberdade humana. Para que o homem seja livre em qualquer sentido relevante, ele deve ser livre de Deus, e se ele for livre de Deus em qualquer sentido e grau, Deus não é então totalmente soberano. Rejeita-se o Deus da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Refiro-me à doutrina do compatibilismo. Ela ensina uma forma de liberdade humana e apoia a responsabilidade moral nessa liberdade. Já a refutei ao demonstrar que o tipo de liberdade ensinado por ela é irrelevante ao debate sobre a soberania divina, e que não há relação necessária entre a liberdade e responsabilidade. De fato, a Bíblia nega esse relacionamento. (V. Vincent Cheung, &lt;em&gt;O autor do pecado&lt;/em&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Alguém afirmou que eu representei essa doutrina de forma equivocada ao declarar que ela assevera um tipo de liberdade humana e que ela lança a responsabilidade moral sobre essa liberdade. Essa pessoa disse que a doutrina apenas declara que a soberania divina é compatível com a escolha humana, e que por isso o homem não é coagido, mas escolhe de acordo com o próprio desejo. E indicou John Frame como representante dessa doutrina — e dessa forma como uma pessoa cuja visão eu representei erroneamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Assim, citaremos John Frame. Ele escreveu no livro &lt;em&gt;Free Will and Moral Responsibility&lt;/em&gt;: “Um conceito alternativo à liberdade, coerente com a teologia reformada e sustentado por um número de filósofos […] é chamado&amp;nbsp;com frequência ‘compatibilismo’, pois com base nele, o livre-arbítrio e o determinismo (o conceito de que todos os acontecimentos na criação são causados) são compatíveis. O compatibilismo afirma de maneira simples que a tomar decisões morais, somos livres para fazer o que quisermos, par seguirmos nossos desejos. […] A teologia reformada reconhece que todas as pessoas contam com a liberdade na acepção compatibilista. […] Creio que a liberdade compatibilista é o tipo principal de liberdade necessária à responsabilidade moral”. Frame afirma de modo explícito que o compatibilismo ensina uma forma de liberdade, e ela é imprescindível à responsabilidade moral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A pessoa que me acusou de representar equivocadamente também disse que o compatibilismo não assevera que o homem é livre de Deus, como escrevi. Ele me entendeu mal. Compreendo que o compatibilismo não declara&amp;nbsp;o homem livre de Deus, e por essa razão&amp;nbsp;é irrelevante. Meu ponto é a impossibilidade da existência de qualquer tipo de liberdade que preconize a liberdade de Deus, e qualquer tipo de liberdade que não preconize a liberdade de Deus é irrelevante. O fato de o homem não ser coagido também é irrelevante, pois sendo Deus soberano, é ele quem causa o desejo e a escolha dos seres humanos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Quanto à minha posição, digo que a soberania divina e liberdade humana são incompatíveis e mutuamente excludentes, e pelo fato de Deus ser soberano, o homem não é livre. Aparentemente, a pessoa que me acusou gostaria de debater sobre este ponto, mas não soube como proceder. E não há como fazê-lo. Talvez a confusão tenha sido alimentada pela recusa em aceitar que sua doutrina acalentada tenha sido apresentada tão facilmente como algo ridículo e irrelevante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2010/02/05/divine-sovereignty-and-self-compatibility/"&gt;http://www.vincentcheung.com/2010/02/05/divine-sovereignty-and-self-compatibility/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6505287518123421516?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6505287518123421516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6505287518123421516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/02/soberania-divina-e-autocompatibilidade.html' title='Soberania divina e autocompatibilidade'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-8345047457263358060</id><published>2010-02-03T09:40:00.004-02:00</published><updated>2010-06-11T23:54:09.913-03:00</updated><title type='text'>Deus imputou pecados aos eleitos no Messias?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Robert Higby&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;1a. De que modo a doutrina da imutabilidade divina estaria em risco caso houvesse alguma mudança na imputação das criaturas?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A imputação diz respeito a como Deus avalia, considera, responsabiliza ou justifica as criaturas. A questão aqui é a coerência da imutabilidade divina em relação à criação e redenção. Se Deus propusesse a transcendência do tempo e do espaço para criar uma alma distinta de todas as outras, a menos que seu propósito e disposição no que diz respeito a essa alma sejam coerentes em todos os momentos do tempo — uma vez que o próprio tempo é criado —, Deus teria proposto a alteração de sua disposição em algum momento histórico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;1b. Por que Deus não poderia imputar o pecado aos eleitos e então imputar a justiça do Messias a eles em algum momento posterior, de acordo com sua retidão perfeita e imutável e vontade onipotente e soberana?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque isso tornaria a disposição divina para com as criaturas sujeita à lei de tempo e incoerente em momentos diferentes da história. Se a vontade soberana de Deus é onipotente e sua justiça imutável, não há nenhuma circunstância histórica capaz de mudar-lhe o propósito ou a disposição em relação a qualquer criatura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;2. Se Deus não imputa o pecado aos eleitos — em nenhum momento e medida. Isso significa necessariamente que Deus imputa a justiça do Messias aos eleitos desde a eternidade? Eles podem se encontrar em um estado de inimputabilidade ou neutralidade?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base nas considerações já feitas, a resposta é &lt;em&gt;sim&lt;/em&gt; para a primeira pergunta e &lt;em&gt;não&lt;/em&gt; para a segunda. O Deus infinito nunca sofre variações em sua infinita disposição de amar, salvar e imputar a justiça proposta no Messias a seus eleitos transcendente de tempo. Reter a imputação da justiça do Messias de forma a colocar os eleitos em um status temporariamente “neutro” implicaria a mutabilidade da paixão infinita de Deus ou do desejo dele salvar ao longo do tempo. A imputação diz respeito à &lt;em&gt;disposição&lt;/em&gt; divina, ou seja: como ele &lt;em&gt;considera&lt;/em&gt; as criaturas; isso &lt;em&gt;nunca&lt;/em&gt; muda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;3. Se os eleitos contam com a justiça do Messias eternamente imputada a eles, qual o significado (caso haja) da justificação pela fé e da justificação mediante a morte e ressurreição de Jesus?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A justificação é tridimensional: &lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eterna como o propósito soberano de Deus (Rm 8.28ss); &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Historicamente &lt;strong&gt;constituída&lt;/strong&gt;, ratificada, estabelecida e absolutizada na pessoa e obra do Messias a todos os eleitos &lt;strong&gt;de maneira coletiva&lt;/strong&gt; (Rm 5.12-21); &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Historicamente declarada a cada eleito &lt;strong&gt;de forma individual&lt;/strong&gt;, ao mesmo tempo em que Deus lhe concede fé (Rm 3.20-31; Rm 4). &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O fato de Deus declarar o &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; de justificado das pessoas eleitas &lt;strong&gt;historicamente&lt;/strong&gt; no Messias (mesmo com esse &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;não declarado&lt;/strong&gt; em momentos anteriores) não altera de maneira nenhuma a &lt;em&gt;disposição&lt;/em&gt; divina em relação à justificação e imputação relativas a todos os eleitos em todos os momentos no tempo e transcendentes a ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=65384&amp;amp;postcount=5"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=65384&amp;amp;postcount=5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-8345047457263358060?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/8345047457263358060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/8345047457263358060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/02/deus-imputou-pecados-aos-eleitos-no.html' title='Deus imputou pecados aos eleitos no Messias?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5962107585984988345</id><published>2010-01-11T09:05:00.004-02:00</published><updated>2010-06-04T10:45:52.777-03:00</updated><title type='text'>A blasfêmia do dualismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;— Excerto de &lt;em&gt;Reflections on Second Timothy&lt;/em&gt; —&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe um Deus, e nós somos sua criação. Certamente ele não é apenas um poder metafísico, mas também uma inteligência pessoal. Ao pensar sobre Deus, os cristãos enfatizam o fato de&amp;nbsp;ele ser uma pessoa; contudo, não raro pensam nele apenas parcialmente como um poder. Eles o chamam de poderoso, e até destacam sua onipotência, mas batem na própria boca — e também no rosto de Deus — quando tentam distanciá-lo de ser a causa direta, total e&amp;nbsp;única (em sentido metafísico) de todo o mal. A implicação é a existência de outro poder metafísico que reorganiza o universo de forma constante sem o controle imediato de Deus. Afirmam anda que esse poder funciona pela permissão divina, mas este é o ponto máximo dos termos do envolvimento dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resultado é uma forma de dualismo — o conceito da existência de duas forças absolutas, controladoras do universo — uma benigna e a outra maligna —, e que se encontram em conflito constante. Esta é uma heresia condenada pelos teólogos cristãos, mas difundida por eles mesmos com uma variação. É notório que esta forma de dualismo não afirma a igualdade dos dois poderes, e sim que a força maligna está sujeita à “vontade permissiva” da força benigna, e esta promulga “decretos permissivos” para regular todas as operações da força maligna. No entanto, a força benigna não exerce controle direto sobre toda a criação, e por uma razão não explicada, apesar de a força benigna apenas “permitir” que a força maligna cause o mal, a força maligna é estúpida o suficiente para cumprir a agenda da força benigna ao realizar o mal necessário, da forma precisa e no grau permitido. Em momento nenhum a força maligna se abstém — nem em sinal de desafio à força benigna.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De forma evidente, toda essa teoria é absurda, mas ela é afirmada de alguma forma por diversas escolas de teologia, incluindo-se todas as versões do calvinismo, que afirma honrar a soberania divina absoluta. No entanto, essa forma popular de calvinismo é totalmente falha, e se refugia em paradoxos e contradições. Os inimigos zombam de suas construções ridículas, ainda que eles mesmos sustentem conceitos mais fracos acerca da soberania divina. A única visão condizente com a revelação bíblica e a razão necessária — além de evitar o dualismo—, é a que afirma que Deus exerce o controle metafísico completo, ativo, direto e causativo (não permissivo) sobre toda a criação, incluindo todas as instâncias do mal. Deus é o autor do pecado e do mal. Inexiste dificuldade com este conceito por não haver lei divina proibitiva de ser Deus o autor do pecado e do mal, e Deus é a própria definição da justiça; portanto, Deus é sem dúvida o autor do pecado e do mal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de os teólogos pensarem em Deus como pessoa, falham ao concebê-lo como o poder total, a única força capaz de criar qualquer coisa, suster todas as coisas, e realizar todas as alterações no universo — ao passo que nós, criaturas, não somos capazes nem de transformar a cor do cabelo (Mt 5.36). Não concebem Deus como o poder total que também é uma pessoa total, mas não como algo mais que uma pessoa muito poderosa. Desse modo, aplicam-lhe de pronto a ética humana, e o julgam como julgam a si mesmos — negando-lhe a divindade. Em todo o caso, se Deus não for o poder total, haverá um tipo de dualismo. Contudo, sendo Deus de fato o poder total, e existindo o mal no universo, então, por necessidade metafísica e lógica, Deus deve ser o autor do pecado e do mal. Não há escape desta conclusão. Algo menos que isto é blasfêmia contra a natureza e a majestade do Altíssimo. Esta blasfêmia é a tradição acalentada por quase toda a cristandade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/other/blasdualism.pdf"&gt;http://www.vincentcheung.com/other/blasdualism.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5962107585984988345?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5962107585984988345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5962107585984988345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2010/01/blasfemia-do-dualismo.html' title='A blasfêmia do dualismo'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4651971971377714201</id><published>2009-11-28T08:23:00.002-02:00</published><updated>2010-06-11T23:49:54.330-03:00</updated><title type='text'>A causa da eleição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;John Gill&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas máximas são certamente verdadeiras e incontestáveis: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Nada pertencente ao tempo pode ser a causa do que foi feito na eternidade. Crer, realizar boas obras e perseverar nelas são atos que ocorrem no tempo e, portanto, não podem ser a causa da eleição, ocorrida na eternidade; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Nada além de Deus pode ser a causa de qualquer decreto ou vontade nele. Ele não é um ser passivo, levado a agir por motivos e incentivos fora de si mesmo. Se sua vontade for movida por algo além dele, isso lhe deve ser superior, e sua vontade tem de se tornar dependente daquela — e dizer isso a respeito de Deus é falar dele de modo muito indigno. Deus deseja o que lhe agrada. A predestinação ocorre de acordo com o beneplácito de sua vontade. A eleição concorda com seu conhecimento de antemão — que não é outra coisa senão sua benevolência livre e boa vontade para com os homens (Ef 1.5; 1Pe 1.2). Não se pode apresentar outra razão pode acerca da vontade de Deus ou do seu decreto de conceder a graça e a glória aos homens, apenas para a sua glória, e sua doação verdadeira a eles, outorgada por nosso Senhor: “Sim, ó Pai, porque assim te aprouve” (Mt 11.25,26).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Extraído de: &lt;em&gt;A Body of Doctrinal Divinity&lt;/em&gt; — book 2, chapter 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.pbministries.org/books/gill/Doctrinal_Divinity/Book_2/book2_02.htm"&gt;http://www.pbministries.org/books/gill/Doctrinal_Divinity/Book_2/book2_02.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4651971971377714201?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4651971971377714201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4651971971377714201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/11/causa-da-eleicao.html' title='A causa da eleição'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4088239618110691492</id><published>2009-10-05T10:23:00.001-03:00</published><updated>2009-10-05T10:25:15.548-03:00</updated><title type='text'>O que Deus diz a respeito da constituição da assembleia?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Robert Higby&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;em&gt;ekklēsia&lt;/em&gt; [assembleia], ou noiva do Messias, não é um prédio lotado de pessoas, a reunião de instituições “evangélicas conservadoras” nem instituições históricas organizadas de nenhum tipo. Ela é a companhia de todos os eleitos, redimidos pelo Messias, e manifesta-se hoje na terra sempre que duas almas eleitas (ou mais) reúnem-se em comunhão. Sua manifestação máxima ocorrerá quando todos os eleitos e redimidos encontrarem-se na nova terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No presente momento, caso não haja comunhão séria e visível entre os crentes eleitos de acordo com os ensinamentos estritos da doutrina das boas-novas da Nova Aliança, inexistirá a &lt;em&gt;ekklēsia &lt;/em&gt;escriturística. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=65156&amp;amp;postcount=3"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=65156&amp;amp;postcount=3&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4088239618110691492?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4088239618110691492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4088239618110691492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/10/o-que-deus-diz-respeito-da-constituicao.html' title='O que Deus diz a respeito da constituição da assembleia?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-571123756112036211</id><published>2009-09-04T09:44:00.005-03:00</published><updated>2010-06-11T23:55:37.682-03:00</updated><title type='text'>Os cristãos possuem a luz</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Moreno Dal Bello&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Quando nada é verdadeiro ou absoluto, tudo é permitido.&lt;/em&gt; Este mundo — que condena quem insiste na verdade absoluta —, em seu preconceito contra a verdade, torna cada mentira uma verdade potencial. O único absoluto, de acordo com o mundo, é: “inexistem absolutos”. &lt;em&gt;Este mundo promove a busca da verdade; entretanto, escarnece e zomba de quem afirma tê-la encontrado!&lt;/em&gt; Os mais sábios entre nós, ao que parece, não são os detentores da verdade, e sim os que se encontram envolvidos em algum tipo de busca mística. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com João (em 1Jo&amp;nbsp;2), os cristãos possuem a verdade e a conhecem. Percebe-se, portanto, que a verdade é algo tangível e absoluto. A verdade é revelada por Deus a seu povo. Ele deve crer nela e&amp;nbsp;conhecê-la. Não deve vagar no escuro colidindo com o desconhecido. Os cristãos possuem a luz de Deus brilhando sobre eles e neles, e são [assim] os crentes na verdade. Então não se envergonhe de dizer a alguém que você possui a verdade e&amp;nbsp;a conhece, pois ser salvo significa ter recebido a revelação da verdade revelada e a outorga da fé para crer nela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.godsonlygospel.com/Christians%20Have%20the%20Light.htm"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.godsonlygospel.com/Christians%20Have%20the%20Light.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-571123756112036211?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/571123756112036211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/571123756112036211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/09/os-cristaos-possuem-luz.html' title='Os cristãos possuem a luz'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-2778462881560570823</id><published>2009-07-24T15:35:00.009-03:00</published><updated>2010-06-11T23:56:57.037-03:00</updated><title type='text'>Deus e o "Onze de Setembro"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um irmão disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Acredito totalmente que o mal seja parte dos propósitos soberanos de Deus, mas não consigo aceitar que Deus cause o mal de forma direta! Você acha que Deus causou o mal de forma direta nos ataques terroristas do “Onze de Setembro”?&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sim, sim e sim. No entanto, já aconteceu algo mais devastador que o ocorrido nessa data. O Dilúvio dos dias de Noé destruiu todos os seres humanos e todos os animais, com exceção das oito pessoas e dos animais que estavam na arca. &lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Deus causou o Dilúvio [esse mal] de forma direta!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Nicholas Laurienzo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=64780&amp;amp;postcount=64"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=64780&amp;amp;postcount=64&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-2778462881560570823?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2778462881560570823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2778462881560570823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/07/pergunta-sincera.html' title='Deus e o &quot;Onze de Setembro&quot;'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-2510154683016496668</id><published>2009-07-05T11:53:00.007-03:00</published><updated>2010-06-11T23:57:30.271-03:00</updated><title type='text'>Interpretação bíblica</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dizem por aí:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “Não tenho certeza do significado de nenhum versículo bíblico?”. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Respondo (A):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; “Então não tenho certeza de tê-lo entendido direito”. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Respondo (B):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; “Como posso ter certeza de entender o que você diz?”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Próxima! &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(Pv 21.22)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-2510154683016496668?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2510154683016496668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2510154683016496668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/07/interpretacao-biblica.html' title='Interpretação bíblica'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-7595764942222647568</id><published>2009-07-04T10:21:00.025-03:00</published><updated>2011-05-13T21:45:41.693-03:00</updated><title type='text'>Breve definição da Trindade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;Rogério Portella&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_G6AzjkTasEg/Sk9c6DJNISI/AAAAAAAAAUg/qwvCX1EOW4s/s1600-h/manual.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Wayne Grudem apresentou três afirmações&amp;nbsp;fidedignas e úteis sobre a doutrina da Trindade no &lt;em&gt;Manual de doutrinas cristãs:&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Há um só Deus;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deus é três pessoas; e&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cada pessoa é plenamente Deus.&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;**&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seria muito bom todos os seguidores do Messias as conhecerem e saberem explicá-las a quem lhes perguntar a respeito desta doutrina fundamental, mas esquecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff; font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; São Paulo: Vida, 2. reimpr., 2005, p. 111.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;**&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Inverti propositadamente&amp;nbsp;a ordem das afirmações&amp;nbsp;nesta postagem. No texto de Grudem lê-se: &lt;strong&gt;1. &lt;/strong&gt;Deus é três pessoas; &lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Cada pessoa é plenamente Deus e &lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Há um só Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-7595764942222647568?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7595764942222647568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7595764942222647568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/07/breve-definicao-da-trindade.html' title='Breve definição da Trindade'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-2440242904954178553</id><published>2009-07-02T08:58:00.010-03:00</published><updated>2010-06-12T08:33:47.134-03:00</updated><title type='text'>A existência de Deus</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;br /&gt;a &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dizem por aí:&lt;/strong&gt; “Eu não consigo ver Deus”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Respondo (&lt;em&gt;tapando os olhos com as mãos&lt;/em&gt;):&lt;/strong&gt; “&lt;em&gt;Eu&lt;/em&gt; não consigo ver você”.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Próxima!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(Pv 21.22)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-2440242904954178553?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2440242904954178553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2440242904954178553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/07/existencia-de-deus.html' title='A existência de Deus'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6440505088873249374</id><published>2009-07-01T08:10:00.011-03:00</published><updated>2010-06-12T08:35:13.576-03:00</updated><title type='text'>A revelação de Deus nunca pode errar</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cosmovisão de alguém não deveria ser meramente uma questão de escolha subjetiva ou preferencial. Algumas crenças são verdadeiras; outras, falsas. Dentro da cosmovisão cristã, a &lt;strong&gt;Escritura é o teste único e final da verdade&lt;/strong&gt;. Deus nos deu um sistema de verdade por emio da Escritura. &lt;strong&gt;Visto que a Bíblia é a revelação de Deus, ela nunca pode estar errada sobre qualquer assunto que aborda&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;[&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sobre o bem e o mal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (Editora Monergismo: Brasília, 2009), p. 48.]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://livros.monergismo.com/"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;http://livros.monergismo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6440505088873249374?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6440505088873249374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6440505088873249374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/07/revelacao-de-deus-nunca-pode-errar.html' title='A revelação de Deus nunca pode errar'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6774247251088056730</id><published>2009-06-25T20:47:00.010-03:00</published><updated>2010-06-12T08:36:16.819-03:00</updated><title type='text'>Jesus e o homossexualismo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dizem por aí:&lt;/strong&gt; Jesus nunca falou nada sobre o homossexualismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Respondo: &lt;/strong&gt;Jesus nunca fez um afirmação explícita sobre pedofilia, estupro, incesto, ou casamento com um hamster... &lt;strong&gt;&lt;em&gt;E daí?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Próxima!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(Pv 21.22)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;[Esta é uma série de postagens escritas por Dan Phillips no sítio &lt;em&gt;Pyromaniacs&lt;/em&gt; (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://teampyro.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;http://teampyro.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;). O objetivo dos textos é refutar de forma concisa, precisa e incisiva (em menos de 50 palavras {em inglês}) expressões descabidas que se ouvem mundo afora.] &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6774247251088056730?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6774247251088056730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6774247251088056730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/06/jesus-e-o-homossexualismo.html' title='Jesus e o homossexualismo'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5504455280563099347</id><published>2009-06-22T19:33:00.006-03:00</published><updated>2010-06-12T08:07:51.506-03:00</updated><title type='text'>Suficiente, mas não eficaz?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;Robert Higby&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;"Creio que o sacrifício de Jesus na cruz é suficiente para todas as pessoas, mas não é eficaz para todas elas."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pessoa que postou essa declaração citou uma afirmação de Calvino (o qual, parece-me, foi o primeiro a se valer dessa expressão), repetida incessantemente por milhares de pessoas. Assim, minha resposta é geral — para todos os que creem nela.&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que o sacrifício de Jesus na cruz não é suficiente para salvar o diabo e lhe conceder a vida eterna (ou qualquer outro membro das hostes demoníacas que o seguem)? Por que ele não é suficiente para salvar e conceder vida eterna a lagartos? Evidentemente pelo fato de eles não se encontrarem no propósito divino relativo à expiação. Segue-se daí que a expiação realizada por Cristo não é mais suficiente para salvar Judas do que o diabo ou um lagarto. Os três se encontram fora do desígnio estipulado por Deus para a aplicação da expiação.&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém dirá que o valor da expiação provida por Cristo é depreciado por não abranger demônios ou lagartos. Portanto, do mesmo modo, ninguém pode arguir que seu valor é diminuído por não se aplicar a homens e mulheres réprobos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;br /&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=64165&amp;amp;postcount=104"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=64165&amp;amp;postcount=104&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5504455280563099347?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5504455280563099347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5504455280563099347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/06/suficiente-mas-nao-eficaz.html' title='Suficiente, mas não eficaz?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-7286950590284019811</id><published>2009-06-15T21:31:00.020-03:00</published><updated>2010-06-12T08:51:28.693-03:00</updated><title type='text'>Jesus é Jeová</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;— Um breve estudo sobre a divindade de Jesus, o Messias —&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus, o Messias, é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Etimologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus é o aportuguesamento do nome grego &lt;em&gt;Iesous&lt;/em&gt;, derivado do original hebraico &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Yehoshu‘a&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; [que significa Jeová é salvação/ Jeová salva]. &lt;em&gt;Yehoshu‘a&lt;/em&gt; também era o nome do líder de Israel, sucessor de Moisés (conhecido em português por Josué).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus é um homem — algo que deve ser sempre recordado, mesmo quando se estuda sua divindade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A encarnação objetivou tornar a Palavra um ser humano (Jesus) que morreu por pecadores humanos: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão. Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão. Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados” (Hb 2.14-18).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele foi gerado em uma mulher, Maria, e nasceu como os seres humanos. Cresceu em sabedoria, conhecimento e estatura; morreu, foi sepultado, ressuscitou e subiu corporalmente ao céu onde se encontra assentado à direita de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um mistério revelado. Portanto, devemos conhecê-lo e ensiná-lo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória”(1Tm 3.16).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Importância&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo cristão deve ter certeza de que Jesus é verdadeiramente Jeová Deus e ser capaz de defender esta verdade com sobriedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um dos pontos principais da nossa fé e é ensinado com clareza nas Escrituras, além de receber o devido destaque.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta doutrina é um dos principais alvos de Satã e de suas seitas —– eles não suportam o fato de Jesus, o Messias ser Jeová. Os seguidores de Ário foram os primeiros se oporem a ela, e os russellitas (testemunhas-de-jeová) procedem da mesma maneira hoje.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus não é apenas um homem agradável, bom, um grande exemplo a ser seguido ou um profeta.&lt;br /&gt;É verdade que a maioria das seitas tenta transformar Jesus, o Messias, em alguém inferior a Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4. Exposição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há apenas um Deus verdadeiro. Este é o ponto fundamental de nossa doutrina. Não há espaço para questionar esta verdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O fundamento do conceito bíblico acerca de Deus é que Jeová, o único Deus deve ser amado:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Ouça, Israel, Jeová [é] nosso Deus, Jeová [é] um” (Dt 6.4);&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Foi-lhe mostrado para que você soubesse que Jeová é Deus; nenhum outro há senão ele” (Dt 4.35).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E este único Deus não compartilha sua adoração nem abre mão de sua glória:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Pois você não se inclinará diante de outro deus; pois o nome de Jeová é Zeloso; é um Deus zeloso” (Êx 34.14);&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Eu sou Jeová; este é meu nome; não darei minha glória a outro, nem meu louvor às imagens de escultura” (Is 42.8).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O único Deus verdadeiro não reconhece a existência de outros deuses:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Vocês são minhas testemunhas, diz Jeová, meu servo, a quem escolhi; para que saibam, e creiam em mim, e entendam que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou Jeová, e fora de mim não há Salvador” (Is 43.10,11);&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Não se assombrem, nem temam; porventura desde então não lhes fiz ouvir, e não lhes anunciei? Pois vocês são minhas testemunhas. Porventura há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça” (Is 44.6, 8);&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou Jeová, e não há outro. […] Olhem para mim, e serão salvos, todos vocês, confins da terra; porque eu sou Deus, e não há outro” (Is 45.6, 22);&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Lembrem-se das coisas passadas desde a antiguidade; eu sou Deus e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim” (Is 46.9).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este fundamento não sofreu alterações sob a Nova Aliança (de acordo com as Escrituras gregas):&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus, o Messias, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1Co 8.4-6);&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vocês” (Ef 4.6);&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus, o Messias, [o] homem” (1Tm 2.5).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, todos os versículos que mencionam Deus referem-se a Jeová, pois ele é o único Deus. Não existe nenhum “Deus unigênito”,&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;*&lt;/a&gt; “deus inferior,” “deus,” ou nenhuma outra ilusão ímpia.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda que o termo trindade não se encontre nas Escrituras, sua verdade é destacada nelas. Desde o primeiro livro percebe-se a pluralidade de pessoas na divindade:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.26,27).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A apresentação dessa pluralidade tem sequência pelos livros das Escrituras hebraico-aramaicas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Desçamos e confundamos ali sua língua, para que um não entenda a língua do outro” (Gn 11.7); &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8). &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa pluralidade também é percebida nas Escrituras gregas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser imerso por ele. Mas João opunha-se a ele, dizendo: Eu preciso ser imerso por ti, e tu vens a mim? Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixe por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus imerso, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me alegro” (Mt 3.13-17);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Portanto vão, façam discípulos de todas as nações, imergindo-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu lhes tenho mandado; e eis que estou com vocês todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém” (Mt 28.19,20); &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“A graça do Senhor Jesus, o Messias, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vocês. Amém” (2Co 13.14). &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Somos gratos também á fidelidade do Senhor ao nos conceder um texto claro e elucidativo da doutrina, 1João 5.7 (encontrado ainda nas versões que não sucumbiram ao modernismo teológico): &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque são três os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santos; e estes três são um”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jesus, o Messias, é a Palavra em carne (encarnada), e a Palavra de Deus é Jeová. A negação da revelação das Escrituras a respeito do Filho e do Pai é a religião do antimessias e de Satã. Deus nos outorgou o testemunho a respeito de seu Filho para que crêssemos nele: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Messias? É o antimessias esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai” (1Jo 2.22,23); &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus, o Messias, veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus, o Messias, veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do antimessias, do qual já ouviram que há de vir, e eis que já está no mundo” (1Jo 4.2,3); &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem não crê em Deus o fez mentiroso, pois não creu no testemunho que Deus deu de seu Filho” (1Jo 5.9,10).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que rejeitam esta doutrina devem ser evitadas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Todo o que desiste, e não persevera na doutrina do Messias, não tem Deus. Quem persevera na doutrina do Messias, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem até vocês, e não traz esta doutrina, não o recebam em casa, tampouco o cumprimentem. Pois quem o cumprimenta tem parte nas suas más obras” (2Jo 9-11); &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“No demais, irmãos, peçam por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja glorificada, como também o é entre vocês; e para que sejamos livres de homens depravados e maus; porque a fé não é de todos” (2Ts 3.1,2).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Uma curiosidade: muitos dos que negam ser Jesus Jeová também descreem da realidade do castigo eterno... Por que será?) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Comprovação das Escrituras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;a. Isaías 7.14 cf. Mateus 1.23:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Portanto o mesmo Senhor lhes dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará seu nome Emanuel”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e o chamarão pelo nome de Emanuel” (que traduzido é: Deus conosco).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;— O filho de Maria era, de acordo com o testemunho de um anjo, Deus conosco.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;b. Isaías 9.6:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre seus nomes encontram-se Deus Forte e Pai da Eternidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;c. 1João 5.7 cf. 1João 1.1:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque são três os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um”. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;“O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há três Pessoas no céu e apenas uma natureza (ou divindade) no céu. A Palavra é um só com o Espírito Santo na natureza divina. A palavra tornou-se carne ma pessoa de Jesus, o Messias:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida” (1Jo 1.1);&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós, e vimos sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;d. João 1.1,14,18:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. [...] E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós, e vimos sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. [...] Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;e. 1Timóteo 3.16:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;f. Hebreus 1.8:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; cetro de equidade é o cetro do teu reino”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma citação de Salmos 45.6,7. Nela Deus se dirige ao Filho de Deus, ou Jesus, e o chama de Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;g. Colossenses 2.9:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;h. João 14.9:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo com vocês, e não você me conhece, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como você diz: Mostra-nos o Pai?”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;i. João 8.58:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Os judeus entenderam sua mensagem de forma correta: ele afirmava ser Jeová. A mesma mensagem pode ser depreendida, com uma fraseologia diferente, de João 8.24, 13.19 e 18:5.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;j. Filipenses 2.11 cf. Isaías 45.21-23:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Anunciem, e aproximem-se, e tomem conselho todos juntos; quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem o anunciou? Porventura não sou eu, Jeová? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhem para mim, e sejam salvos, todos vocês os confins da terra, pois eu sou Deus, e não há outro. Jurei por mim mesmo, já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás; que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará toda a língua”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;k. Apocalipse 1.8,17,18:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso. [...] E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não tema; eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do hades”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;l. Tito 1.3:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Mas a seu tempo manifestou sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;m. João 20.24-29:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma crerei. E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Ponha aqui seu dedo, e veja minhas mãos; e aproxime sua mão, e coloque-a no meu lado; e não seja incrédulo, mas crente. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viu, Tomé, [você] creu? Bem-aventurados os que não viram e creram”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;n. João 5.18 cf. Isaías 9.6:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;o. Tito 2.13 cf. João 1.18:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus, o Messias”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;p. Romanos 9.5:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Dos quais são os pais, e dos quais é o Messias segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;q. Atos 20.28:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Olhem, pois, por vocês, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo os constituiu bispos, para apascentarem a igreja de Deus, que ele resgatou com o próprio sangue”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;r. Hebreus 1.6 cf. Neemias 9.6 cf. Êxodo 34.14:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Só tu és Jeová; tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto neles há, e tu os guardas com vida a todos; e o exército dos céus te adora”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Não se incline diante de outro deus; pois o nome de Jeová é Zeloso; é um Deus zeloso”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;s. Gênesis 1.1 e Isaías 42.5 cf. João 1:3 cf. Efésios 3.9 cf. Hebreus 1.2 cf. Colossenses 1.16,17:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“O princípio Deus criou os céus e a terra”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“Assim diz Deus, Jeová, que criou os céus, e os estendeu, e alongou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“Todas as coisas foram feitas por ele [a Palavra], e sem ele nada do que foi feito se fez”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“E demonstrar a todos a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus, o Messias”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“[O Filho] A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“Porque nele [mo Filho] foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;t. João 17.5 cf. Isaías 42.8 cf. 48.11:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E agora glorifica-me, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Eu sou Jeová; este é o meu nome; não darei a outro a minha glória, nem o meu louvor às imagens de escultura”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;u. 1João 5.20:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E sabemos que já o Filho de Deus veio, e nos deu entendimento para conhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, isto é, em seu Filho Jesus, o Messias. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;v. 1Coríntios 15.47 cf. 8.5,6:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus, o Messias, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;w. Apocalipse 4 e 5&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (compare os capítulos inyteiros).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;x. Apocalipse 19.11-21 cf. 5.12-14:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e guerreia com justiça. E seus olhos eram como chama de fogo; e sobre sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Venham, e juntem-se à ceia do grande Deus; para que comam a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes. E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército. E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre. E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;y. Mateus 1.21 cf. Isaías 43.11:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;“E [ela] dará à luz um filho e [você] chamará o nome dele Jesus; porque ele salvará seu povo dos pecados deles”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Eu, eu sou Jeová, e fora de mim não há Salvador”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;z. Miqueias 5.2:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“E você, Belém Efrata, mesmo pequena entre os milhares de Judá, de você me sairá o governante de Israel, cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Esta é uma questão textual e doutrinária. Compare a versão portuguesa fiel ao &lt;em&gt;Textus Receptus&lt;/em&gt; [&lt;em&gt;Almeida Fiel&lt;/em&gt; (SBTB)] com as demais versões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;[Este estudo tem por base o texto “Jesus is Jehovah” encontrado no sítio &lt;a href="http://www.letgodbetrue.com/"&gt;http://www.letgodbetrue.com/&lt;/a&gt;.]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-7286950590284019811?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7286950590284019811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7286950590284019811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/06/jesus-e-jeova.html' title='Jesus é Jeová'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-1985352584172364426</id><published>2009-06-12T11:56:00.009-03:00</published><updated>2010-06-11T23:49:02.673-03:00</updated><title type='text'>Justiça gloriosa: tudo é para ele</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_G6AzjkTasEg/SjJxFYNvNpI/AAAAAAAAAUI/6ShWnDfbVaE/s1600-h/wrath.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346460044855555730" src="http://1.bp.blogspot.com/_G6AzjkTasEg/SjJxFYNvNpI/AAAAAAAAAUI/6ShWnDfbVaE/s320/wrath.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Theodore Zachariades&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há alguns meses eu li Ezequiel, e me lembro de ficar chocado com algo muito surpreendente. Existe ali uma declaração inequívoca de que Deus julgará e punirá os pecadores. É comum ligar o juízo ou a punição divina ao justo castigo dos pecadores, pois isso se harmoniza com nosso conceito cultural: “O que vai, volta”. Entretanto, existe nesse texto um conceito bastante diferente. O objetivo final do juízo de Deus é sua própria glória.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Assim diz o Senhor Jeová: Eis-me contra você, ó Sidom, e serei glorificado em seu meio; e saberão que eu sou Jeová, quando executar nela juízos e me santificar nela. Porque enviarei a peste contra ela, e o sangue nas suas ruas, e os traspassados cairão no meio dela, estando a espada contra ela por todos os lados; e saberão que eu sou Jeová (Ez 28.22.23).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A ideia de Deus julgar para sua glória é um conceito negligenciado nestes dias. É verdade que os pecadores julgados por Deus receberão de forma precisa o que merecem; não há injustiça nos caminhos divinos. No entanto, o propósito do juízo de Deus mencionado aqui é a manifestação gloriosa de sua santidade e esplendor majestosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deus não será glorificado apenas com a redenção dos eleitos; ele também será glorificado com a condenação dos réprobos. A inferência de que Deus ficará desapontado com os milhões de pessoas que perecera sem a salvação não faz jus ao plano de divino justo e sábio. Ele não é impaciente ao preservar os réprobos mediante sua providência e espera, enquanto eles acumulam ira para o dia da ira. Podemos estar seguros de que Deus executa seu plano glorioso mesmo nos dias sombrios; por sua própria deliberação é difícil perceber-lhe a presença a nosso lado. Contudo, nos dias de aparente prosperidade dos ímpios, recordemo-nos como Ezequiel que declarou: ele se opõe aos ímpios e está determinado a julgá-los.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que o plano divino eterno da redenção envolve numerosas pessoas eleitas, em última instância, ele diz respeito apenas a Deus; do mesmo modo, o plano eterno da condenação, ainda que envolva muitas pessoas réprobas, também diz respeito apenas a Deus!&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/blog.php?b=367"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/blog.php?b=367&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-1985352584172364426?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1985352584172364426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1985352584172364426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/06/justica-gloriosa-tudo-e-para-ele.html' title='Justiça gloriosa: tudo é para ele'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G6AzjkTasEg/SjJxFYNvNpI/AAAAAAAAAUI/6ShWnDfbVaE/s72-c/wrath.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-7413181124956963926</id><published>2009-05-26T10:07:00.007-03:00</published><updated>2009-06-15T08:53:25.006-03:00</updated><title type='text'>"Ausentes do Senhor"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="weareabsent"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se o céu é nossa pátria, o que é esta terra além de uma lugar de exílio, e esta vida além de uma jornada por uma terra estranha? Se deixar este mundo significa entrar na vida verdadeira, o que este mundo é além de uma sepultura? O que mais espera o habitante desta terra pecaminosa além de ser lançado à morte? Se a libertação do corpo implica liberdade completa, o que é este corpo além de uma prisão? Se usufruir a presença de Deus constitui o ápice da felicidade, não é uma miséria estar longe dela? Pois até que saiamos deste mundo "estamos ausentes do Senhor".&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.all-of-grace.net/index.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.all-of-grace.net/index.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-7413181124956963926?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7413181124956963926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7413181124956963926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/ausentes-do-senhor.html' title='&quot;Ausentes do Senhor&quot;'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-1478875581226757189</id><published>2009-05-19T14:44:00.013-03:00</published><updated>2009-05-26T09:36:02.462-03:00</updated><title type='text'>O recasamento e a Bíblia</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Thomas Tronco dos Santos&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivemos dias em que os valores cristãos ditam cada vez menos as normas da sociedade e o padrão de conduta do ser humano, ao passo que os valores da sociedade influenciam o estilo de vida até mesmo dentro da Igreja do Senhor. Isso tem trazido efeitos tristes e consequências amargas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vários aspectos da conduta cristã são atacados pelo sistema mundano, mas nossa intenção é isolar apenas um deles: o recasamento. Por recasamento entende-se a união matrimonial subsequente a um processo de divórcio. Significa que uma pessoa que era casada e se separou de seu cônjuge pelas vias legais, oficializa pelas mesmas vias um segundo casamento, ou terceiro e assim por diante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabemos ser este um procedimento muito comum na atualidade e bem recebido pela sociedade moderna. Mas o que dizer da igreja? Como a igreja deve olhar para esse fenômeno? O que a Bíblia diz a respeito? Para responder essas questões vamos propor três perguntas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1. A Bíblia aprova ou permite o recasamento?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2. O que acontece com pessoas que se casam novamente?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3. Como a igreja deve tratar crentes recasados?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. A Bíblia aprova ou permite o recasamento?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As Escrituras demonstram que o casamento entre um homem e uma mulher é uma instituição cujo autor é Deus (Gn 2.24). Dessa união o Senhor pretendeu que a multiplicação da raça humana e o povoamento da terra fossem levados a efeito (Gn 1.28; 9.1). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa união é boa para o homem (Gn 2.18) e forma um laço indissolúvel que perdura até a morte de um dos cônjuges (Mt 19.6; Rm 7.2; 1Co 7.39). Levando em conta a natureza humana e suas inclinações, o casamento impede que homem e mulher tenham vidas imorais (1Co 7.2,28). A Bíblia diz que a união de um homem e uma mulher no casamento os torna “uma só carne” (Gn 2.24; Mt 19.5,6; Mc 10.8; Ef 5.31). As Escrituras também ensinam que essa união deve ser mantida pura por meio da fidelidade conjugal, ficando terminantemente proibido o adultério (Ml 2.15,16; Hb 13.4). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante dessas observações uma pergunta muito frequente é: “Será que a Bíblia permite um novo casamento?” Há duas respostas condicionadas a situações diferentes: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Caso o cônjuge já tenha falecido, a resposta é “sim” (Mt 22.24; Rm 7.2,3). Em alguns casos esse novo casamento após a morte do cônjuge é aconselhado (1Tm 5.14,15). Entretanto, tal união deve ser realizada com alguém também salvo por Cristo (1Co 7.39). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Caso o cônjuge esteja vivo, apesar de separado, a resposta é um sonoro “não” (Mt 5.32; Mc 10.11,12; Lc 16.18; Rm 7.3; 1Co 7.10-11). Excepcionalmente algumas exceções são abertas para casos de divórcio (Mt 5.32; 1Co 7.15), mas nenhuma exceção há para o recasamento quando o cônjuge ainda vive. Há quem defenda que casamentos entre não crentes não são de fato válidos por não serem realizados “no Senhor”. Entretanto, a ordem de Deus para que o crente casado com o incrédulo não se aparte dele (1Co 7.12-15), demonstra que a união matrimonial se dá não pelo fato dos cônjuges serem crentes ou pelo fato de terem realizado uma cerimônia em uma Igreja do Senhor, mas pelo fato de se unirem na instituição que Deus criou para a humanidade: o casamento. Assim, crentes ou não crentes que se casam estão, de fato, unidos pelo matrimônio reconhecido por Deus e "não podem se casar novamente, a menos que o cônjuge venha a falecer." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. O que acontece com pessoas que se casam novamente? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma pergunta bastante pertinente porque a mera e clara proibição bíblica ao recasamento não tem impedido que pessoas divorciadas, mesmo dentro das igrejas, venham a se casar novamente. A pergunta a ser respondida nesse caso é: “Será que esse segundo casamento realmente existe?” Em outras palavras: “Será que a Bíblia dá mostras de que o segundo casamento também une um homem e uma mulher em um laço indissolúvel?” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A resposta é que a Bíblia censura o recasamento, mas reconhece sua existência e a união entre homem e mulher. O recasamento, à luz das Escrituras, é “irregular”, porém “válido”. Para entendermos os termos, irregular significa: “contrário ao ensino bíblico”; válido significa: longe de ser algo aprovado pela Bíblia, é algo que ela reconhece como “existente”. Em outras palavras, o recasamento é moralmente errado; mesmo assim é um casamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As objeções mais comuns a esse ponto de vista são que o casamento só une o homem a uma única mulher e que o fenômeno de fazer homem e mulher “uma só carne” só ocorre uma única vez. Entretanto, as Escrituras demonstram o contrário: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a) A Bíblia reconhece a existência de mais de um casamento simultâneo.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;b) A Bíblia faz distinção entre o casamento e a convivência carnal.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;c) A Bíblia reconhece que a formação de “uma só carne” pode ocorrer mais de uma vez.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;a) A Bíblia reconhece a existência de mais de um casamento simultâneo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro caso relatado na Bíblia de uma poligamia foi o de Lameque (Gn 4.19). Apesar de não ser este o propósito central do texto, ele apresenta as duas mulheres de Lameque, Ada e Zilá, desfrutando da mesma condição em relação ao marido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Davi recebeu Mical por mulher (1Sm 18.27; 2Sm 3.14). Apesar disso, Davi recebeu por mulheres Abgail (1Sm 25.42) e Ainoã (1Sm 25.43) no tempo em que fugia de Saul. O texto claramente diz que “ambas foram suas mulheres”. Quando Davi se assentou no trono de Judá, em Hebrom, ele se casou e teve filhos com Maaca, com Hagite, com Abital e com Eglá (2Sm 3.2-5). Nem todas dentre essas quatro mulheres são descritas claramente como esposas, a não ser Eglá. Mesmo assim, o fato de Maaca, a primeira da lista, ser descrita como filha de um rei torna extremamente improvável que ela fosse uma concubina e que Davi não tivesse oficializado com ela um casamento, provavelmente por questões políticas. Deste modo, a lista das quatro mulheres começa e termina com duas esposas (Maaca e Eglá), tornando provável que as outras duas também fossem oficialmente esposas de Davi (Hagite e Abital). Assim que Davi unificou o trono e reinou em Jerusalém sobre todo o Israel, se casou ainda com outras mulheres (2Sm 5.13; 1Cr 14.3). Posteriormente Davi se casou com Bate-Seba (2Sm 11.27). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salomão teve muitas esposas. Talvez a mais distinta fosse a filha do Faraó (1Rs 3.1). Apesar desse casamento, Salomão amou e teve 700 esposas “além da filha do Faraó”, desobedecendo a ordem de “não se casar” com mulheres estrangeiras (1Rs 11.1-3), nem acrescentar mulheres para si (Dt 17.17). O resultado foi que “suas mulheres lhe perverteram o coração” (1Rs 11.4).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Roboão, filho de Salomão, não seguiu o exemplo de sei pai acumulando um número tão exagerado de mulheres. Mesmo assim, ele teve 18 esposas das quais Maaca era a mais amada (2Cr 11.21). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Novo Testamento também contém exemplos de poligamia. Um caso claro é o da mulher samaritana. O próprio Senhor Jesus nos informa que ela tivera cinco maridos (Jo 4.18). Há quem defenda a possibilidade de que a mulher tivesse ficado viúva cinco vezes não cometendo qualquer erro. A possibilidade é real, mas o tom de denúncia de Jesus não condiz com isso. Antes, Jesus expõe a vida desregrada da mulher samaritana apresentando junto um convite à fé. Há também quem proponha que Jesus não se referiu a cinco “maridos”, mas a cinco “homens”, que nada mais seriam que amantes ou conviventes, baseado na palavra grega usada para descrevê-los (ἀνδρός, andros). Porém, esta é a mesma palavra usada no Novo Testamento para dizer que José era “marido” de Maria (Mt 1.16), para proibir que a mulher se case novamente enquanto o “marido” ainda vive (Rm 7.3), para aconselhar o “casamento” a fim de impedir a impureza (1Co 7.2), para ordenar aos “cônjuges” que cumpram suas responsabilidades conjugais (1Co 7.3,4) e para ordenar às esposas que sejam submissas aos seus “maridos” (Ef 5.22). Portanto, Jesus afirmou, de fato, que a mulher teve cinco maridos e que aquele com quem vivia atualmente não era “marido”, ou seja, não tinha se casado formalmente com ela. Caso fosse aceito que a samaritana teve cinco “homens” que não eram seus maridos, a interpretação das palavras de Jesus seria ilógica. Significaria algo como: “Cinco homens já tiveste, e esse que agora tens não é homem”, ou “cinco homens já tiveste, e esse homem que agora tens, não o tens”. Essas interpretações distantes da razão mostram que Jesus afirmou e reconheceu que a mulher samaritana teve, de fato, cinco maridos, possivelmente enquanto alguns deles ou todos ainda viviam, motivo pelo qual Jesus usa com ela um tom de reprovação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo na igreja havia homens casados com mais de uma esposa. A poligamia era comum no mundo antigo e muitos dos que se convertiam eram casados com mais de uma mulher ou tinham se divorciado e se casado novamente. Por isso Paulo demonstra cautela em relação aos cargos de liderança e ordena a Timóteo que tanto pastores quanto diáconos fossem “maridos de uma só esposa” (1Tm 3.2,12). A Tito o apóstolo escreve o mesmo (Tt 1.5,6). Quando notamos as qualificações dadas por Paulo para a escolha de pastores e diáconos, percebemos que não há nenhum critério óbvio para um crente como o de “ter fé em Cristo”. Todos os itens apontam para qualidades que realmente poderiam excluir candidatos crentes aos cargos de liderança. Havia crentes que, em uma ou outra área, não se apresentavam aptos para o cargo. Havia crentes irascíveis (Cl 3.8), dados a muito vinho (1Co 11.21), não modestos (Tg 4.16) e não inimigos de contendas (Gl 5.15). Do mesmo modo, havia os que não eram “maridos de uma só esposa”. Esses homens não podiam assumir cargos de liderança por causa do seu recasamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À luz dessa evidência não é possível rejeitar o fato de que a Bíblia, conquanto condene o recasamento, reconhece sua existência e vê nos casamentos subsequentes ao primeiro as mesmas prerrogativas de união entre um homem e uma mulher que perfazem um matrimônio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;b) A Bíblia faz distinção entre o casamento e a convivência carnal.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É comum que, diante do reconhecimento bíblico da existência de casamentos simultâneos, se proponha que tais casos não apontam para casamentos no seu real sentido, mas para concubinatos corriqueiramente descritos como casamentos. Segundo essa proposta, quando a Bíblia diz que certo homem tomou “outras mulheres”, deveria ser interpretado que tal homem tomou “outras concubinas”. Somente a primeira mulher desfrutaria da posição de esposa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Bíblia não parece tratar dessa forma. Davi possuía “esposas” e “concubinas” (2Sm 5.13; 19.5). Salomão tinha setecentas “esposas” e trezentas “concubinas” (1Rs 11.3). Roboão possuía dezoito “mulheres” e sessenta “concubinas” (2Cr 11.21). Em todos esses relatos, as concubinas são contrapostas não a uma esposa, mas a várias delas, demonstrando que a diferença entre o casamento e o concubinato não estava na divisão entre a primeira mulher e as demais, mas entre aquelas que foram unidas ao marido pelo casamento e aquelas que experimentaram apenas a união carnal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, voltando à pergunta: “O que acontece com pessoas que se casam novamente?”, a resposta é que elas se unem em um novo laço matrimonial também indissolúvel como o primeiro. Esse novo vínculo não é permitido pelas Escrituras, mas é existente quando ocorre. É “irregular”, mas “válido.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;c) A Bíblia reconhece que a formação de “uma só carne” pode ocorrer mais de uma vez.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma objeção comum à existência de laços matrimoniais no recasamento é a ordem de Deus ao homem para que se una à mulher “tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2.24). Esse ensino é repetido várias vezes nas Escrituras (Mt 19.5,6; Mc 10.7,8; Ef 5.31). Porém, Paulo alerta os coríntios quanto à imoralidade sexual e diz que “o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela...” (1Co 6.16). Quando Paulo dá esse alerta, ele não o faz somente aos solteiros, mas a toda a igreja. Mesmo os homens casados, ao se unirem a uma prostituta, formavam um só corpo com ela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algo passível de confusão é o fato de Paulo usar a palavra “corpo” (σῶμα, soma) em lugar da palavra “carne” (σάρξ, sarx) para descrever tal união. Contudo, imediatamente explica o motivo do erro de se unir a uma prostituta, dizendo: “... Porque, como se diz, serão os dois uma só carne”. Ao escrever a expressão “um só corpo” Paulo tinha em mente a união descrita por Deus que também ocorre no casamento. O motivo de ter usado a palavra corpo em vez de carne se deve ao fato Paulo discorrer no parágrafo em questão sobre o uso do corpo pelos crentes (1Co 6.13,15,18-20). É por isso que, em contraposição à união “corporal” entre o homem e a prostituta, o apóstolo apresenta a união “espiritual” entre o crente e o Senhor (1Co 6.17). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, a Bíblia reconhece a possibilidade de uma pessoa se unir em uma condição descrita como “uma só carne” com mais de uma pessoa. Isso também revela que o termo “uma só carne” não é sinônimo exato de casamento e que para haver união matrimonial deve existir mais que união carnal, necessitando da devida formalização do vínculo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Como a igreja deve tratar crentes recasados? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como a igreja não está imune a exemplos de recasamento, é necessário que se posicione diante da questão. Para isso, deve ficar claro que o fato de definir pelas Escrituras o modo de lidar com pessoas recasadas na igreja de modo algum deve nublar o ensino da proibição do recasamento por Deus. É, antes, a manutenção em graça da vida daqueles que desobedeceram tal ordem e se colocaram em uma situação irregular, porém irreversível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há dois casos que, apesar de fundamentalmente iguais, guardam algumas distinções. Um é o caso de pessoas já recasadas quando se converteram a Cristo. Outro é caso de crentes que, desobedecendo a Bíblia e a orientação dos seus líderes, se casaram novamente, sendo, por esta obstinação, disciplinados pela igreja. Apesar das diferenças, ambos os casos têm o mesmo efeito sobre a vida do indivíduo e necessitam da mesma solução: O arrependimento do pecador e o perdão de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma condição muitas vezes imposta ao crente recasado é que ele demonstre seu arrependimento desfazendo o que foi gerado pelo pecado. Para tanto, o perdão e o ingresso na igreja se daria apenas mediante o divórcio do segundo casamento, podendo ou não haver reconciliação com o primeiro cônjuge. O argumento geralmente usado para apoiar essa visão é que um crente arrependido por furtar algo, demonstra a veracidade do seu arrependimento ao restituir o produto do furto. Isso é verdade. Entretanto, é uma regra que não pode ser aplicada a todos os casos. É possível que alguém furte algo que não possa restituir, ou causar danos que não podem ser desfeitos. Alguém que deva um valor superior às possibilidades de uma quitação mesmo ao longo de muito tempo, nunca poderá demonstrar o verdadeiro arrependimento por meio do ato de desfazer o que foi gerado pelo pecado. É o caso do credor que devia ao rei uma soma espetacular até para reinos vassalos (Mt 18.24). A anulação da dívida não se deu mediante o pagamento, visto ser inalcançável, mas mediante a graça do rei (Mt 18.27), assim como faz Deus em relação aos nossos pecados. Do mesmo modo, uma jovem solteira que fique grávida não pode desfazer o que foi gerado pelo pecado interrompendo a gravidez, nem o culpado pela morte de um inocente trazê-lo de volta à vida a fim de provar que está de fato arrependido. Nesses tristes casos o arrependimento em si tem que bastar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esses exemplos se assemelham ao recasamento. Ele, ao ser reconhecido nas Escrituras como “existente”, se torna irreversível e cria uma união que só será desfeita na morte de um dos cônjuges (Rm 7.2). Com os cônjuges vivos não é possível desfazer a união entre eles sem que haja um divórcio, o qual Deus odeia (Ml 2.16). Não há justiça em reparar um pecado com outro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também não se deve aconselhar o recasado a reatar os laços com seu primeiro cônjuge. Essa prática é descrita em Deuteronômio como uma “abominação perante o Senhor” (Dt 24.1-4). É possível que alguém diga que tal proibição é fruto da Lei abolida pelo sacerdócio de Cristo (Hb 7.12). Mas a forma em que ela é exposta não encoraja a interpretação de que ela esteja baseada em algo como um código civil ou cerimonial, em lugar do caráter santo de Deus que independe do sacerdócio em vigor. Exemplos semelhantes a esse são as proibições quanto à união de uma pessoa com seu pai, ou mãe, ou irmão, ou irmã, ou neto, ou neta, ou tio, ou tia, ou genro, ou nora, ou duas mulheres que sejam mãe e filha, ou mulher do próximo, ou mais de uma mulher, ou ter relacionamento homossexual ou bestial (Lv 18.1-23). O Senhor declara que tais coisas contaminam não apenas a nação israelita, mas todos os povos (Lv 18.24,30). Do mesmo modo que tais proibições advêm do caráter santo de Deus e não foram deixadas de lado após o ministério de Cristo, também a reconciliação de uma pessoa recasada com seu primeiro cônjuge deve, pelo mesmo motivo, ser rejeitada pela igreja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, crentes recasados devem se arrepender do seu pecado, não devem se divorciar e devem preservar um relacionamento de fidelidade com seu cônjuge atual. Quanto à igreja, esta deve perdoar o pecado do irmão arrependido (Lc 17.3), sabendo que Cristo fez o mesmo (1Jo 1.9), e deve introduzi-lo ou reintroduzi-lo na comunhão dos irmãos (2Co 2.5-8). Entretanto, tais indivíduos não poderão exercer atividades ministeriais (1Tm 3.2,12; Tt 1.5,6). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse posicionamento não deve ser encarado nem pelos crentes, nem pela liderança das igrejas como uma abertura para o pecado ou como uma brecha à qual os desobedientes podem recorrer. O modo como a Bíblia lida com possibilidade do abuso da liberdade cristã e do perdão gracioso de Deus não é uma forma legalista ou penal. A Bíblia, ao tratar da liberdade e do perdão, expõe a santidade de Deus, a nova natureza do cristão e o desencorajamento de uma vida contrária à condição do remido (Rm 6.1,2; Gl 5.13). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O melhor modo de concluir as considerações presentes a respeito do recasamento em face dos ensinos bíblicos é responder novamente, de forma sucinta, as três questões levantadas no início: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. A Bíblia aprova ou permite o recasamento?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De modo algum, em lugar nenhum, sob nenhuma circunstância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. O que acontece com pessoas que se casam novamente?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Elas realmente se casam, apesar da irregularidade do ato. Devem se arrepender do pecado, mas não devem nem podem se divorciar, nem tampouco reatar o relacionamento anterior. Devem ser fiéis ao cônjuge atual até que a morte desfaça esse laço. Devem também buscar o perdão e a comunhão sincera com Deus e com a Igreja. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Como a igreja deve tratar crentes recasados?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A igreja deve perdoar o arrependido, conquanto ouça dele o pedido de perdão e constate nele a ausência de rebeldia na sua vida em geral. O irmão recasado arrependido deve ser integrado na vida e na comunhão da igreja, sendo-lhe impostas as devidas restrições ministeriais. Os pastores e professores devem alertar a igreja, diante disso, das consequências do pecado a fim de que haja temor entre os irmãos e consciência da necessidade de uma vida santa por parte dos remidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://theologizando.blogspot.com/2009/05/o-recasamento-e-biblia.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://theologizando.blogspot.com/2009/05/o-recasamento-e-biblia.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-1478875581226757189?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1478875581226757189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1478875581226757189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-recasamento-e-biblia.html' title='O recasamento e a Bíblia'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-7235124227830563300</id><published>2009-05-11T09:38:00.004-03:00</published><updated>2009-05-11T09:51:28.836-03:00</updated><title type='text'>Uma excelente lição de eclesiologia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[A postagem original encontra-se em:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.respondi.com.br/2009/05/artes-marciais-na-igreja-abre-brecha.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.respondi.com.br/2009/05/artes-marciais-na-igreja-abre-brecha.html&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Artes marciais na igreja abre brecha para o diabo?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Mario Persona&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Demorei um pouco para entender sua pergunta, que certamente refere-se ao que o mundo se acostumou a chamar "igreja", e não à "igreja" que encontramos no Novo Testamento. Para que não tenha dúvidas, é bom lembrar que a igreja é simplesmente o conjunto dos salvos por Cristo. Em sua expressão local a igreja é formada por dois ou três reunidos ao nome de Jesus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste sentido, porém, qualquer agrupamento informal de cristãos, como dois ou três que se encontram na rua para conversar, não é a igreja reunida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também um grupo de cristãos que se reúna de forma excludente, ou seja, que exija que as pessoas sejam algo mais do que apenas crentes em Cristo para estarem ali, não pode expressar a unidade do Corpo de Cristo e, por conseguinte, deixam de ser uma expressão ou representação desse Corpo, mesmo que aquelas pessoas sejam individualmente membros do Corpo de Cristo por terem sido salvas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para entender melhor esta segunda afirmação que fiz, imagine que uma empresa chamada "XYZ" coincida de ter em seu quadro apenas pessoas salvas por Jesus. Quando esses funcionários se reúnem, eles não estão reunidos como uma expressão ou representação do Corpo de Cristo que é a Igreja, mas sim como expressão ou representação da empresa "XYZ". Quem passar na rua os vê reunidos não irá dizer: "Ali estão os cristãos reunidos", mas "Ali estão os membros da XYZ reunidos".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A confusão que levou à sua pergunta é que os cristãos deixaram a simplicidade que havia no princípio e passaram a criar suas próprias agremiações, dando a elas o nome de "Igreja Isso" e "Igreja Aquilo". Basta ler o Novo Testamento para ver que isso nunca existiu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao criar uma agremiação ou associação de pessoas, ainda que para fins religiosos, algumas outras coisas vão sendo acrescentadas, como imóveis, equipamentos e funcionários. Ao se afastarem da simplicidade da doutrina dos apóstolos, criam-se cargos como em uma empresa, como presidente, vice-presidente, diretor disso e e diretor daquilo, e alguns desses cargos passam a ser remunerados de forma regular como em qualquer empresa. Tudo isso gera custo, e para cobrir os custos é preciso gerar receita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como a receita costuma vir dos membros dessas associações, o jeito é atrair mais membros, o que leva a organização a competir com as associações seculares, como clubes, por exemplo. Então essas chamadas "igrejas" constroem quadras esportivas, promovem campeonatos e até fazem associação com incrédulos na busca de patrocínios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Promovem também shows e encontros musicais, e o espaço que antes era destinado à pregação do evangelho passa a ser palco de artistas contratados, e os membros da organização são transformados em platéia ou audiência. Aplausos, vaias, gritos, tietagem, fãs, autógrafos, tudo perfeitamente igual ao que é encontrado no mundo. O importante, claro, é gerar receita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Provavelmente sua pergunta esteja dentro desse contexto, pois você deve ter visto alguma organização que se denomina "igreja" promovendo campeonatos ou exibições de artes marciais para atrair público. Independente de analisar se as artes marciais têm sua origem no paganismo, a questão toda gira em torno do afastamento da cristandade dos princípios básicos do Novo Testamento para criar organizações com o perfil e a competitividade de empresas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos ver o que está no projeto original: At 2:42 "Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas eram as atividades da igreja e isso não mudou. Cada uma dessas atividades - ensino ou doutrina dos apóstolos e comunhão, partir do pão e orações - é detalhada depois nas epístolas ou cartas dos apóstolos. Repare que nem mesmo o evangelismo entra como uma atividade da igreja no sentido coletivo, porque trata-se de uma responsabilidade exercida individualmente. A igreja se congrega para Deus, o evangelista se dedica a buscar os perdidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguns acham ainda que a igreja seja uma instituição social que deve corrigir as injustiças do mundo, alimentar os famintos, ingerir em questões políticas etc. Nada disso você encontra na doutrina dos apóstolos. É claro que os cristãos devem fazer o bem, principalmente aos da família da fé, e isso pode incluir aqui e ali a criação de instituições cristãs como hospitais, creches, escolas etc., dirigidas por cristãos e com um direcionamento cristão, mas isso não pode ser confundido com a Igreja, o Corpo de Cristo, cuja expressão local se congrega para Deus, para aprender da Sua Palavra, lembrar a morte do Senhor na ceia e orar. O que sair disso pode ser qualquer coisa, menos uma atividade da igreja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-7235124227830563300?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7235124227830563300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/7235124227830563300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/uma-excelente-licao-de-eclesiologia.html' title='Uma excelente lição de eclesiologia'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-6891887249635468383</id><published>2009-05-06T18:51:00.013-03:00</published><updated>2011-12-23T21:41:05.144-02:00</updated><title type='text'>O Princípio Regulador do Culto e o Natal</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;em&gt;Brian Schwertley&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Princípio Regulador do Culto (PRC) possui implicações claras para quem deseja promover a celebração do Natal. Ele obriga quem deseja comemorar essa data a provar, a partir das Escrituras, que Deus a autorizou. Isso, na verdade, é impossível. Além do mais, a celebração do Natal viola outros princípios bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3S1"&gt;&lt;strong&gt;O &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;Natal é um monumento à idolatria passada e presente&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dia em que o Natal é celebrado (25 de dezembro) e quase todos os costumes associados a ele têm origem na adoração pagã de ídolos. “Muitos habitantes da Terra eram adoradores do Sol porque o curso de sua vida dependia da rotação desse astro nos céus, e festas eram celebradas para auxiliá-lo no retorno de viagens distantes. No sul da Europa, no Egito e na Pérsia, as divindades representantes do Sol eram adoradas com cerimônias elaboradas no solstício de inverno —como o tempo adequado para render tributo ao deus benigno da fartura—, enquanto em Roma as saturnais duravam uma semana. Nas terras do norte, o tempo exato era por volta do dia 15 do mês de dezembro, pois os dias se tornavam mais curtos, e o Sol estava fraco e distante. Dessa forma, esses povos antigos festejavam no mesmo período em que o Natal é observado hoje.”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;1&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R16"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Durante o solstício de inverno os babilônios adoravam Tamuz,&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;2&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R17"&gt; &lt;/a&gt;os &lt;a href="" name="C3"&gt;gregos e romanos adoravam Júpiter, Mitra, Saturno, Hércules, Baco e Adônis; os egípcios adoravam Osíris e Hórus; os escandinavos adoravam Odim (ou Vodã). “Entre as tribos germânicas e celtas o solstício de inverno era considerado um importante ponto do ano, e eles celebravam o festival de Yul —o mais importante — para comemorar o retorno da ‘roda flamejante’. O azevinho, o visco, a fogueira de Yule e os filós são relíquias de eras pré-cristãs.”&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn3" name="_ftnref3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;O Natal nunca foi celebrado pela igreja apostólica. Tampouco foi festejado durante os primeiros três séculos da Igreja. Por volta de 245 d.C., Orígenes (na Oitava Homilia sobre Levítico) repudiou a idéia da celebração do nascimento de Cristo “como se ele fosse um faraó”.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn4" name="_ftnref4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;4&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R19"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Em meados do século iv, várias igrejas ocidentais de língua latina passaram a celebrar o Natal. Durante o século v, essa festividade se tornou um dia santo da Igreja Católica Romana incipiente. No ano 534, o Natal foi reconhecido feriado oficial pelo Estado romano. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A razão para o Natal ter se tornado um dia santo não diz respeito à Bíblia. A Escritura não explicita a data do nascimento de Cristo. Em nenhum lugar da Bíblia somos incentivados a celebrar o nascimento de Jesus. O Natal (bem como outras práticas pagãs) foi adotado pela Igreja de Roma como estratégia missionária. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A fusão com o paganismo como estratégia missionária foi claramente revelada pelas instruções do papa Gregório Magno aos missionários no ano 601: “Pelo fato de eles [os pagãos] sacrificarem bois a demônios, alguma celebração deve lhes ser dada em troca dessa [...] eles devem celebrar uma festa religiosa e adorar a Deus mediante sua celebração, de forma a manterem os prazeres externos e poderem, rapidamente, receber alegrias espirituais”.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn5" name="_ftnref5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;5&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;Esse sincretismo explica a razão dos costumes do Natal serem completamente pagãos. A árvore de Natal era usada porque árvores sagradas tinham um papel importante na adoração pagã durante o solstício de inverno. Na Babilônia, a sempre-verde representava Ninrode voltando à vida como Tamuz, supostamente nascido de uma virgem, Semíramis. Em Roma, decoravam-se pinheiros com frutinhas vermelhas para celebrar as saturnais.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn6" name="_ftnref6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;6&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R21"&gt; Os &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;escandinavos colocavam pinheiros em suas casas em honra ao deus Odim. “Quando os pagãos do norte da Europa se tornaram cristãos, transformaram suas sempre-verdes sagradas em parte da festividade cristã, e decoravam árvores com nozes douradas, velas (remanescente da adoração ao Sol) e maçãs para representar as estrelas, a Lua e o Sol.”&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn7" name="_ftnref7" style="mso-footnote-id: ftn7;" title=""&gt;7&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;O acendimento de fogueiras especiais e de velas em 24 e 25 de dezembro origina-se no culto ao Sol. O uso de fogueiras tem sua origem provável no culto prestado a ele pelos druidas. Não se permitia que a madeira fosse totalmente queimada, parte dela seria usada para iniciar o fogo do ano seguinte (possivelmente, símbolo do renascimento do astro). “Os romanos ornamentavam seus templos e suas casas com galhos verdes e flores para as saturnais, a estação do contentamento e da troca de presentes; os druidas juntavam visco com uma grande cerimônia e o penduravam em suas casas; os saxões faziam uso do azevinho, da hera e de louros.”&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn8" name="_ftnref8" style="mso-footnote-id: ftn8;" title=""&gt;8&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;O fato de o Natal estar repleto de práticas pagãs é universalmente reconhecido: “Contudo, muitos cristãos alegam que essas práticas não mais possuem conotações pagãs, e crêem que a celebração do Natal oferece uma oportunidade para culto e testemunho”.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn9" name="_ftnref9" style="mso-footnote-id: ftn9;" title=""&gt;9&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R24"&gt; Os &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;cristãos dizem não adorar a árvore de Natal, e que as origens pagãs jazem no passado remoto e tornaram-se inofensivas. Entretanto, esse conceito, apesar de comum em nossos dias, demonstra a total desconsideração do ensino bíblico concernente aos ídolos, à parafernália associada à idolatria, e aos monumentos idolátricos. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus odeia tanto a idolatria que Israel não foi ordenado apenas a evitar o culto aos ídolos. Ordenou-se especificamente que Israel destruísse todas as coisas associadas com a idolatria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Totalmente destruireis todos os lugares, onde as nações que possuireis serviram os seus deuses, sobre as altas montanhas, e sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa; e derrubareis os seus altares, e quebrareis as suas estátuas, e os seus bosques queimareis a fogo, e destruireis as imagens esculpidas dos seus deuses, e apagareis o seu nome daquele lugar. [...] e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: Assim como serviram essas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu. Assim não farás ao Senhor teu Deus... (Dt 12.2-4,30,31).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando Jacó saiu para purificar o campo (i.e., sua casa e seus serviçais) os brincos foram retirados bem como seus deuses estrangeiros (Gn 35.4), porque os brincos deles estavam associados com seus falsos deuses. Eles eram sinais de superstição. Quando Elias foi oferecer seu sacrifício, em uma disputa com os profetas de Baal, ele não usou o altar pagão, algo criado para os ídolos (p. ex., as saturnais), e tentou santificá-lo para o serviço de Deus (p. ex., Natal); em vez disso, ele reconstruiu o altar do Senhor. Os cristãos não deveriam tomar emprestado o festival pagão de Yule ou as saturnais e vesti-los com roupagem cristã; deveriam, em vez disso, santificar o dia do Senhor como fizeram os apóstolos. Quando Jeú se levantou contra os adoradores de Baal e seu templo, ele porventura poupou o templo e o separou para Deus? Não! Ele matou os adoradores de Baal: “Também quebraram a estátua de Baal; e derrubaram a casa de Baal, e fizeram dela latrinas, até ao dia de hoje” (2Rs 10.27). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Além disso, temos o exemplo do bom Josias (2Rs 23), porque ele não apenas destruiu as casas e os altos de Baal, mas também seus utensílios, bosque e altares; sim, os cavalos e os carros dados ao sol. Também o exemplo do penitente Manassés, que não apenas destruiu os deuses estrangeiros, mas também seus altares (2Cr 23.15). E de Moisés, o homem de Deus, que não se contentou apenas em executar vingança contra os israelitas idólatras, a menos que ele pudesse também destruir totalmente o monumento de sua idolatria.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn10" name="_ftnref10" style="mso-footnote-id: ftn10;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus não deseja que sua Igreja use festividades e cerimônias pagãs e papistas, além de sua parafernália, e as separe para o uso cristão. Ele nos ordena de forma direta a extingui-las totalmente da face da terra, para sempre. Talvez você não se ofenda com a fogueira, a árvore de Natal, o visco, as frutinhas vermelhas e a escolha de uma data pagã para celebrar o nascimento de Cristo, mas Deus se ofende. Ele ordena que evitemos qualquer contato com os monumentos e com a parafernália do paganismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caso sua mulher tivesse levado uma vida promíscua antes de você se casar com ela, você se ofenderia se ela mantivesse fotos de seus ex-namorados em sua penteadeira? Você se incomodaria se ela celebrasse os diversos aniversários relativos aos relacionamentos do passado? Você se ofenderia se ela guardasse e demonstrasse apreço por anéis, jóias e presentinhos dados a ela por seus antigos namorados? Logicamente você se ofenderia! O Senhor Deus é infinitamente mais zeloso de sua honra que você: ele é o Deus zeloso. Israel poderia usar os dias festivos de Baal, Astarote, Dagom e Moloque para agradar a Deus? De forma nenhuma! A Bíblia deixa muito claro quais reis de Judá agradaram mais a Deus. Ele é servido quando ídolos, seus templos, suas vestes religiosas, brincos, casas consagradas, árvores sagradas, postes, ornamentos, ritos, nomes e dias são eliminados da face da terra, para nunca mais serem restaurados. Deus deseja que sua noiva elimine para sempre os monumentos, dias, a parafernália e as recordações da idolatria: “Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis dos sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. Porque os costumes dos povos são vaidade” (Jr 10.2,3). “Assim não farás ao Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que o aborrece, fizeram eles a seus deuses” (Dt 12.31). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os cristãos não devem se desvencilhar apenas dos monumentos idolátricos do passado, mas também de todas as coisas associadas à idolatria presente. O Natal é o dia santo mais importante do catolicismo romano. O nome Natal&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn11" name="_ftnref11" style="mso-footnote-id: ftn11;" title=""&gt;*&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; provém do romanismo: Christmass — a “missa de Cristo”. O nome Christmas [Natal] une o título de nosso glorioso Deus e Salvador com a idolátrica e blasfema missa do papado. Dessa forma, o Natal [Christmas] é uma mistura de idolatria pagã e invenções papistas. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Católica Romana odeia o Evangelho de Jesus Cristo. Ela se vale de artifícios humanos, como o Natal, para manter milhões de pessoas em trevas. O fato de muitos milhares de protestantes que dizem crer na Bíblia observarem o dia santo católico romano —sem qualquer mandamento explícito da Palavra de Deus— revela o triste estado do evangelicalismo moderno. “Não podemos nos conformar, comungar e nos identificar com os papistas idólatras, ao usar os mesmos [símbolos], sem nos tornarmos a nós mesmos idólatras mediante nossa participação.”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn12" name="_ftnref12" style="mso-footnote-id: ftn12;" title=""&gt;11&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R26"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Nossa atitude deve ser a do reformador protestante Martin Bucer, que disse: &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Desejo do fundo do meu coração que todos os dias santos, com exceção do dia do Senhor, sejam abolidos. O zelo com o qual foram inventados, sem qualquer garantia da Palavra, e seguidos pela razão corrompida, certamente para eliminar os dias santos dos pagãos... Esses dias santos foram tão conspurcados pelas superstições que me espanto pelo fato de não estremecermos por ouvir-lhes o nome.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn13" name="_ftnref13" style="mso-footnote-id: ftn13;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R27"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A objeção comum ao argumento da abolição desses monumentos pagãos é que esses fatos ocorreram há tanto tempo que se tornaram inofensíveis para nós. Todavia, essa alegação é totalmente falsa. Não existe apenas a idolatria do catolicismo romano, há também o ressurgimento das antigas religiões pagãs tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. O movimento feminista radical revive no presente as deusas da fertilidade e do Oriente Próximo. A Lei-Palavra de Deus nos diz para tomarmos cuidado com os monumentos idolátricos. A lei de Deus não perde sua força com o passar do tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3S2"&gt;&lt;strong&gt;O &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;Natal desonra o dia de Cristo&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dia que Deus separou para sua Igreja celebrar em comunidade a pessoa e obra de Cristo é o “dia” denominado “do Senhor”, o primeiro dia da semana, o sábado cristão. O primeiro dia da semana é o dia em que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. É o dia da vitória de Cristo sobre o pecado, Satanás e a morte. A humilhação de Jesus e sua morte sacrificial foram completadas. Ele ressuscitou e será exaltado nos céus para sempre como Senhor do céu e da terra. “... Ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo” (2Co 5.16). “O dia do Senhor nos foi dado em memória de toda a obra da redenção&lt;a href="" name="R28"&gt;”. A &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;idéia de honrar a vida de alguém de modo gradual (este acontecimento, aquele acontecimento) não procede da Bíblia, mas da adoração pagã ao imperador. De fato, as únicas celebrações de aniversário registradas em toda a Bíblia são as do faraó (Gn 40.20) e do rei Herodes (Mt 14.6; Mc 6.21). As duas festas de aniversário terminaram com assassinatos: a de Herodes com morte de João Batista. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus foi muito generoso para com seu povo, concedendo-lhe 52 dias santos por ano. Quando os homens adicionam outros dias (p. ex., Natal, Páscoa etc.), eles tiram algo, maculam ou até deixam de lado o dia do Senhor. As pessoas preferem e dão mais atenção ao Natal que ao dia do Senhor. Muitos cristãos passam quase todo o mês de dezembro se preparando para o Natal, decorando suas casas, escritórios e igrejas, comprando presentes, assando tortas e bolos, ensaiando e memorizando cantigas, peças teatrais, recitais de música etc. Muitas pessoas que raramente entram em uma igreja vão ao culto de Natal. As pessoas normalmente nem piscam por violar o dia do descanso, fornicar, adulterar e se embriagar; mas consideram fanáticos alucinados os cristãos que não celebram o Natal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Jesus não deseja de nós a observância de algo que ele não mandou, mas sim do que ele ordenou: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado’ (Mt 28.19,20). Isto é o que os apóstolos fizeram. Eles ensinaram todo o conselho de Deus (At 20.27), o que não incluía o Natal, a sexta-feira santa ou a Páscoa, porque essas não eram parte das coisas ordenadas por Cristo. Portanto, aquele que entende “o verdadeiro significado do Natal” (ou da sexta-feira santa ou da Páscoa) é precisamente quem percebe que essas datas são invenções humanas. E para honrar a Cristo como único Rei e cabeça da Igreja, essa pessoa não observará essas adições feitas por seres humanos ao que nosso Senhor ordenou. Tal pessoa deverá evitar esse costume bastante popular. O mais importante é que ela estará ao lado de Cristo e dos apóstolos.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn14" name="_ftnref14" style="mso-footnote-id: ftn14;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;13&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O único dia autorizado por Deus como dia santo é o dia do Senhor.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn15" name="_ftnref15" style="mso-footnote-id: ftn15;" title=""&gt;14&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R30"&gt; Se a &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Igreja deseja agradar a Jesus Cristo e honrá-lo, deverá fazê-lo guardando seu dia e sendo exemplo para o mundo não-cristão. Quando os cristãos tornam o Natal mais especial que o dia do Senhor, desobedecem aos ensinos de Cristo e desonram seu dia. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3S3"&gt;&lt;strong&gt;O Natal é uma mentira&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cristianismo é a religião da verdade. Deus não pode mentir. Toda a verdade e todo o conhecimento procedem de Deus. Jesus Cristo é “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14.6). O Espírito Santo é chamado “o Espírito da verdade” (Jo 16.13). O Evangelho é chamado “a palavra da verdade” (Ef 1.13). Deus ordena: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êx 20.16). Paulo nos diz para “segui[r] a verdade em amor” (Ef 4.15), deixar a mentira e falar a verdade com o próximo para não entristecermos o Espírito Santo (Ef 4.25,30). Jesus Cristo nos diz que “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.24). Os cristãos devem ser sal e luz do mundo (Mt 5.13,16); devem testemunhar ao mundo falando e vivendo a verdade. A celebração do Natal é compatível com nossa responsabilidade de falar e viver a verdade perante o mundo? Não, porque o Natal é uma mentira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A data usada para celebrar o nascimento do Cristo, 25 de dezembro, é uma mentira. Segundo a Bíblia, Jesus não nasceu nesse dia: “Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho” (Lc 2.8). É de conhecimento público que os pastores na Palestina voltavam dos campos antes do inverno. A estação chuvosa na Judéia começa no fim de outubro ou no início de novembro. Os pastores já teriam voltado com seus rebanhos para as aldeias antes do início da estação de chuvas. Portanto, Jesus nasceu antes da primeira semana de novembro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;É evidente que Cristo não nasceu no meio da estação do inverno. Mas, as Escrituras nos dizem em que estação do ano ele nasceu? Sim, as Escrituras indicam que ele nasceu no outono. O ministério público de nosso Senhor durou três anos e meio (Dn 9.27). Seu ministério teve fim no tempo da Páscoa (Jo 18.39), que ocorre durante a primavera. Portanto, três anos e meio antes marcariam o início do ministério no outono daquele ano. Quando Jesus começou seu ministério, ele contava 30 anos de idade (Lv 3.23). Esta era a idade para o sacerdote começar a exercer seu ministério sob o Antigo Testamento (Nm 4.3).&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn16" name="_ftnref16" style="mso-footnote-id: ftn16;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;15&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se os cristãos estão desejosos de celebrar uma mentira e lotar o falso dia do aniversário de Cristo com mitologia papista e pagã (p. ex., papai-noel, árvore de Natal, visco, fogueira, sempre-verde etc.), por que, então, o mundo deveria acreditar na Igreja quando ela realmente diz a verdade? Se você mente a respeito do nascimento de Cristo e faz vistas grossa em relação à mitologia pagã, quando você disser a seu vizinho sobre a ressurreição de Jesus, por que ele deveria acreditar em você? Ao celebrar o Natal, você põe uma pedra de tropeço diante de seu vizinho incrédulo. Ele poderia raciocinar com toda a razão: visto que você fala e vive uma mentira acerca do nascimento de Cristo, você não é confiável para falar sobre a ressurreição dele. Alguns intelectuais já me disseram, depois de ter argumentado com eles a respeito da morte e ressurreição de Cristo, que essas doutrinas eram mitos propagados por pessoas simples da mesma forma que o papai-noel e o coelhinho da Páscoa (é claro que a mentira sobre o Natal dura há tanto tempo que a maior parte das pessoas a aceita como verdade). A Igreja deve parar de macular a Palavra de Deus inspirada e infalível ao posicionar fantasias humanas ao lado da revelação divina. O Natal contradiz a narrativa bíblica do nascimento de Jesus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3S4"&gt;&lt;strong&gt;O &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;mundo ama o Natal&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn17" name="_ftnref17" style="mso-footnote-id: ftn17;" title=""&gt;16&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“... Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4). “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há” (1Jo 2.15).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem é o verdadeiro guia? Não deve a Igreja do Senhor Jesus Cristo servir de exemplo para o mundo? Não é ela o sal e a luz das nações? É correto que ela siga o modelo pagão? O Natal não se origina na Bíblia nem na igreja apostólica; é totalmente pagão. O dia, a árvore, a troca de presentes, o visco, as frutas vermelhas sagradas — tudo isso tem origem nas festividades pagãs idolátricas do solstício de inverno. A Igreja de Roma comprometida e apostatada tomou as práticas pagãs e tentou cristianizá-las. Todos os transgressores da lei, as pessoas que odeiam a Cristo, os adoradores de ídolos e incrédulos pagãos amam o Natal. Por quê? Porque o Natal não é bíblico, não procede de Deus, é uma mentira. Satanás, seu mestre, é o pai da mentira. Ateus, homossexuais, feministas, políticos ímpios, assassinos, molestadores de crianças e idólatras —todos— amam o Natal. Se essa fosse uma data bíblica, e sua observância uma ordenança, o mundo o amaria? Com toda certeza: não! O mundo odiaria o Natal. “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura” (1Co 2.14). Por acaso o mundo ama o dia do Senhor, o sábado cristão? Claro que não. O mundo o odeia. O mundo ama e obedece ao Rei dos reis e Senhor dos senhores ressurreto? Não! O mundo odeia Jesus. O mundo é capaz de amar um bebezinho de plástico ou de barro em uma manjedoura. Um bebezinho de plástico não é muito ameaçador. Entretanto, Jesus não é mais um bebezinho. Ele é o rei glorificado que se assenta à destra do Pai. “... Ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo” (2Co 5.16). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia ensina que “a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus” (1Co 3.19). “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios... Porque os costumes dos povos são vaidade” (Jr 10.2,3). O apóstolo Paulo tinha em mente uma aplicação bem mais ampla que apenas ao casamento quando disse, “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? [...] Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co 6.14-17). Quando a Igreja possui algo em comum relacionado à adoração e à religião com o mundo pagão incrédulo, ela, nessa área, jaz sob o mesmo jugo que os incrédulos. A Igreja não deve celebrar um feriado pagão com o mundo pagão. Quanta hipocrisia e impiedade! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3S5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;Não seja enganado&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Paulo nos adverte que “Satanás se transfigura em anjo de luz” (2Co 11.14). Essa é a razão pela qual os festivais pagãos em todo o mundo são dias de diversão, dias de comidas especiais, festas, desfiles, reuniões familiares e de troca de presentes. O objetivo de Satanás não é simplesmente escravizar indivíduos, mas também controlar instituições, culturas e nações. O calendário pagão de “dias santos”, nos quais os festivais pagãos são celebrados no tempo exato a cada ano, é um recurso inspirado por Satanás para envolver culturas inteiras na rebelião contra a aliança divina. Ele deseja que pessoas e países sejam escravizados por rituais pagãos e pelas trevas. Uma cultura está saturada de satanismo quando festivais, ritos e cerimônias pagãs se tornam tão naturais que não são mais questionados em determinada sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como puderam os cristãos ser enganados a ponto de celebrar um dia festivo pagão? O dia foi transformado de um período de trevas em um dia de luz. Como isso aconteceu? É muito simples: a primeira coisa a ser feita é mentir. Ensine que esse dia é o aniversário de Cristo. O fato de Jesus não ter nascido nesse dia não importa. Pouquíssimas pessoas averiguarão os fatos. E quem o fizer será considerado fanático, pessoas indesejadas como Scrooges&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn18" name="_ftnref18" style="mso-footnote-id: ftn18;" title=""&gt;*&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; modernos. A seguir, transforme a data em um dia de reunião familiar, com presença obrigatória de todos. Que coisa maravilhosa: um dia para a família toda jantar junta e apreciar seus valores. Faça-o também um dia de presentes e de caridade, um dia de se preocupar com o próximo e de partilhar. Quem se oporia a isso? A seguir, dedique-o a todas as crianças do mundo, um dia repleto de lembranças agradáveis. É um dia de sentimentalismo intenso. Não corre uma pequena lágrima de seu olho quando você pensa em pais e irmãos reunidos perto da árvore? Certifique-se de que todas as cidades (independentemente do tamanho) estejam decoradas a caráter. Mantenha a indústria do entretenimento a todo o vapor com artigos especiais, filmes, espetáculos e recitais. Exerça pressão em sua comunidade, local de trabalho, igreja e família sobre quem não celebra o dia para que seja considerado perversor da verdade ou desconectado da realidade. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa estratégia tem sido efetiva? Sim, e muito. Houve um tempo quando presbiterianos e congregacionais disciplinavam irmãos pela celebração do Natal. Para os protestantes da ala calvinista da Reforma, a celebração desse dia foi impensável durante quase 300 anos. Agora se você for presbiteriano e não celebrar o Natal, irmãos da mesma denominação pensarão que você é fanático. Os protestantes têm sido enganados, iludidos, ludibriados e tapeados por terem esquecido o PRC: “Toda a Palavra de Deus é pura: escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso” (Pv 30.5,6). Haveria apenas uma razão aceitável para o cristão celebrar o Natal, e ela seria uma ordem direta da Palavra de Deus para assim proceder. Visto que não há uma instrução implícita ou explícita para agir dessa forma, sua celebração é proibida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C3S6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Respostas comuns dadas por cristãos para a celebração do Natal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffcc;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;&lt;strong&gt;I. O texto de Romanos 14.5,6 não permite aos cristãos a celebração do Natal?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor não o faz” (Rm 14.5,6a).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Paulo, na epístola aos Romanos, lidava com uma situação única na igreja primitiva. Havia judeus crentes que “consideravam os dias santos da economia mosaica como dotados de santidade permanente”.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn19" name="_ftnref19" style="mso-footnote-id: ftn19;" title=""&gt;17&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R33"&gt; Os “&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;dias” mencionados em Romanos eram ordenados por Deus na antiga economia. Paulo menciona “os dias santos e cerimoniais da instituição levítica”.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn20" name="_ftnref20" style="mso-footnote-id: ftn20;" title=""&gt;18&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R34"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Quase todos os comentaristas concordam com essa interpretação.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn21" name="_ftnref21" style="mso-footnote-id: ftn21;" title=""&gt;19&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R35"&gt; Paulo permite a &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;diversidade na Igreja a respeito desses dias santos judeus dadas as circunstâncias históricas exclusivas. Quando Jesus Cristo morreu na cruz, os aspectos cerimoniais da lei (p.ex., sacrifícios de animais, dias santos, circuncisão etc.) foram cumpridos. Entretanto, antes da destruição de Jerusalém e do templo no ano 70 d.C., os apóstolos permitiram certas práticas por parte dos cristãos de origem judaica desde que se não lhes atribuísse justificação. Em Atos 21.26, encontramos o apóstolo Paulo indo ao templo “anuncia[r] serem já cumpridos os dias da purificação”. Aos judeus crentes, acostumados a manter certos dias santos da economia mosaica, foi permitida a continuação dessas práticas durante certo tempo. Porém, destruído o templo, completado o cânon das Escrituras, e existindo a Igreja durante toda uma geração, essas circunstâncias históricas únicas findaram. E mesmo que essa passagem fosse aplicável à situação presente, ela não poderia ser utilizada para justificar o Natal, porque os dias mencionados por Paulo não foram “cristianizados” a partir de dias santos pagãos nem de dias santos arbitrariamente estabelecidos por seres humanos. Portanto, se essa passagem ainda fosse aplicável em nossos dias, ela seria usada apenas para justificar a celebração privada dos dias santos judaicos por crentes judeus “fracos” na fé. Ela não pode ser usada como justificativa para dias estabelecidos por seres humanos ou dias pagãos não ordenados por Deus. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2. Essa passagem não apenas desautoriza aos cristãos a celebração do Natal, mas também proíbe a celebração de cultos de Natal de qualquer tipo, bem como de festas natalinas. Paulo permite a diversidade na Igreja a respeito deste assunto (i.e., os dias santos dos judeus). Ambos os grupos devem se aceitar mutuamente em busca de paz e unidade na Igreja. O dois lados crêem obedecer à Palavra de Deus. “A conformidade forçada ou a pressão exercida com o objetivo de assegurar a conformidade anula os objetivos aos quais as exortações e reprimendas são dirigidas.”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn22" name="_ftnref22" style="mso-footnote-id: ftn22;" title=""&gt;20&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R36"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dessa &lt;a href="" name="C3"&gt;forma, seria errado que os crentes judeus fracos levassem a Igreja a ter um culto de adoração em honra de um dia santo cerimonial, porque os crentes gentios fortes não se sentiriam compelidos a estar presentes nesse culto público a Deus. Portanto, quem celebrava os dias santos judaicos fazia-o em particular para o Senhor. Quem usa essa passagem para justificar a celebração do Natal deveria, da mesma forma, sentir-se forçado pela injunção de Paulo a manter o dia em caráter privado. Então, cultos natalinos e festas de Natal na Igreja deveriam cessar pela violação da liberdade cristã de não celebrar essa data. É claro que pelo fato de o Natal não ser ordenado por Deus e constituir um monumento à idolatria, sua celebração é proibida.&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn23" name="_ftnref23" style="mso-footnote-id: ftn23;" title=""&gt;21&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="R37"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;Pastores e presbíteros que autorizam a celebração do Natal abusam de seu ofício. A liderança eclesiástica recebe autoridade de Deus. Ela é responsável por reger a igreja de acordo com a Palavra de Deus. Quando pastores e presbíteros autorizam o culto especial de Natal, fazem-no por conta própria, pois não há base na Palavra divina para proceder assim. Portanto, neste ponto eles não agem de modo diferente do papa ou dos bispos, introduzindo invenções humanas na Igreja. Os membros da igreja que se recusam a participar do dia festivo pagão-papal, e não adoram a Deus segundo a imaginação humana, e se abstêm de adorar a Deus sem autorização divina, são forçados pela liderança local a permanecer em casa em vez de estarem presentes ao culto público a Deus. Portanto, neste ponto, muitos presbíteros atuam como papas, prelados e tiranos em detrimento do rebanho de Deus por tirarem a liberdade que temos em Cristo de adorar a Deus como corpo “em espírito e verdade”, publicamente, no dia do Senhor. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;II. Os judeus nos dias da rainha Ester não estabeleceram um dia santo não-autorizado pela lei de Moisés? Este exemplo não permite que a Igreja estabeleça dias santos (p.ex., Natal) não-autorizados pela Bíblia?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. São muitas as diferenças entre o Natal e Purim. Purim consiste em dois dias de ação de graças. Os acontecimentos de Purim são: “alegria e gozo, banquetes e dias de folguedo [...] e [o envio de] presentes uns aos outros e dádivas aos pobres” (Et 8.17; 9.22). Não havia culto público, atividades dos levitas nem cerimônias. Os dois dias de Purim têm mais em comum com o dia de ação de graças e com jantares de família que com o Natal. Essa data certamente não é justificativa para os cultos natalinos. Sua celebração é mais parecida com os dias de ação de graças — permitidos —, e não com os dias santos cerimoniais do sistema levítico. De fato, os teólogos de Westminster usaram a celebração de Purim como texto-prova para a autorização de dias de ação de graça (Et 9.22).&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn24" name="_ftnref24" style="mso-footnote-id: ftn24;" title=""&gt;22&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;br /&gt;2. Purim foi um acontecimento histórico único na história da salvação de Israel. O festival foi decretado por autoridades civis: pelo primeiro-ministro Mardoqueu e pela rainha Ester. O povo concordou de forma unânime. A ocasião e autorização de Purim estão escritas na Palavra de Deus e foram aprovadas pelo Espírito Santo. O imperativo bíblico de não adicionar nem subtrair aplica-se às leis de adoração estabelecidas por seres humanos. Ele certamente não proíbe o Espírito Santo de completar o cânon da Escritura e instituir novas regulamentações. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3. O Natal é intrinsecamente imoral por ter sido estabelecido sobre os monumentos da idolatria pagã. Não há erro em um país manter um dia de ação de graças por um ato especial de libertação divina. Contudo, há algo muito errado quando a igreja corrupta tenta dar características cristãs às vestimentas pagãs; e algo pior quando protestantes conspiram com a Igreja corrupta de Roma e usam o piedoso Mardoqueu como desculpa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;III. Não se questiona que o Natal não tenha lugar no culto público a Deus, mas não seria correto celebrá-lo em particular?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O problema com esse conceito é o pressuposto de que o PRC seja restrito apenas ao culto público. Não existe evidência bíblica para apoiar o uso do PRC apenas nessa ocasião. De fato, a Bíblia apóia o conceito oposto. Caim foi condenado por uma inovação no culto particular (Gn 4.2-8). Noé, em um culto familiar, ofereceu animais limpos a Deus (Gn 8.20,21). Deus se agradou e aceitou a oferta de Noé a favor de si mesmo e de sua família. Abraão, Jacó e Jó ofereceram sacrifícios a Deus em cultos particulares ou familiares de acordo com a Palavra de Deus. Deus aceitou essas ofertas legais. A idéia de permissibilidade de inovações no culto em família ou particular não é bíblica; é totalmente arbitrária por não se basear na revelação divina. Se uma novidade desagrada a Deus no culto público, como ela poderia agradá-lo no culto particular? Se fosse assim, de acordo com essas premissas, poderíamos possuir em casa pequenas capelas onde queimaríamos incenso, vestiríamos sobrepelizes, mitras, evitando apenas o uso dessas coisas em cultos públicos? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas diferenças entre o culto público e o particular (p. ex., o culto particular pode ser feito duas ou três vezes por dia, ao passo que o culto público deve ser realizado pelo menos uma vez a cada dia do Senhor). Indivíduos nas denominações reformadas que trouxeram inovações não-bíblicas como o Natal, mulheres ensinando Bíblia e teologia para homens em estudos bíblicos e aulas de escola dominical, a introdução de hinos e melodias de Natal etc., não procuram justificar essas práticas mediante a Escritura. Em vez disso, elas arbitrariamente regulamentam essas atividades sem consultar o PRC ao dizer que elas se encontram na esfera do culto particular. Pastores e rebanhos se encontram tão apaixonados por essas inovações que partem para a mistificação. Agem como se pastores, papas ou bispos possuíssem autoridade para transformar o culto particular (no qual presumem a permissão da autonomia humana) em culto público (onde a Palavra reina suprema) ao dizer: “Agora tem início o culto público a Deus”. Em que parte da Bíblia o culto público é relegado a poucas horas no dia do Senhor?&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn25" name="_ftnref25" style="mso-footnote-id: ftn25;" title=""&gt;23&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="R39"&gt;Jesus &lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;Cristo disse: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou no meio deles” (Mt 18.20). Como pode uma mulher ensinar homens em particular no domingo? Como poderiam cinqüenta pessoas cantar canções natalinas no culto particular? Não presuma a permissão divina para inovações e autonomia humana no culto particular. Tente prová-las pela Palavra de Deus. Você não conseguirá. Não declare arbitrariamente que suas práticas se referem ao culto particular quando são próprias do culto público. Os rabinos do passado justificavam todo tipo de absurdos com o mesmo raciocínio. &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia diz: “um pouco de fermento faz levedar toda a massa” (1Co 5.6; Gl 5.9). Quando presbíteros e pastores presbiterianos pararam de disciplinar membros da igreja por causa da celebração doméstica do Natal nos séculos xix e xx, praticamente permitiram que o fermento pagão-papista do Natal se espalhasse. De fato, foi o que aconteceu. Deve-se procurar bastante para encontrar um lar de presbiterianos onde a invenção papista não seja celebrada.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn26" name="_ftnref26" style="mso-footnote-id: ftn26;" title=""&gt;24&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;IV. Nós não celebramos o Natal. Para nós o dia é apenas um dia comum em família. O que poderia haver de errado nisso?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há 365 dias no ano. Não é interessante que o dia anual da reunião da família ocorra exatamente em 25 de dezembro? Por acaso ocorreria a imitação de seus vizinhos pagãos e da cultura deles? Não haveria uma celebração do data, com o uso da festividade secular como justificativa ou desculpa? Caso passe um dia agradável em família, encherá a sala com monumentos e lembranças da idolatria passada e presente? Ainda que se afirme tratar-se apenas de um dia normal em família, a árvore de Natal, a sempre verde, o visco, os presentes, as velas e as cantigas são imprescindíveis? É óbvia a celebração do Natal da mesma forma que os papistas! A verdade é: caso se elimine toda a parafernália pagã do Natal, então, provavelmente, não será um incômodo celebrá-lo. O dia pagão perderia o fulgor, o charme e a atração emocional. Como cristãos devemos nos dedicar à família. Devemos nos reunir com nossos parentes e usufruir mutuamente de sua companhia. Mas não precisamos de um dia de festa pagã para fazê-lo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="" name="C4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se a Igreja de Jesus Cristo quiser ser sal e luz para a cultura degenerada, deverá purificar a própria casa. Mais e mais cristãos tentam impactar positivamente a cultura pagã, e. tentam resgatar a data do humanismo secular e do estadismo. Esse novo envolvimento é necessário, mas não será bem-sucedido até o retorno da Igreja à pureza da doutrina e do culto alcançadas pela ala calvinista da Reforma. O Estado romano pagão, com todo o seu poder, não conseguiu destruir a Igreja cristã. Ela prosperou a despeito da tirania e da opressão do Império Romano. O que causou o colapso da Igreja foi a decadência interna. A corrupção da doutrina e do culto da Igreja transformaram-na em uma fonte de heresia, superstição, idolatria e tirania. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O evangelicalismo moderno se encontra em sério estado de declínio. O movimento do crescimento da igreja, o ecumenismo, o pragmatismo e a manutenção da paz têm precedência sobre a integridade doutrinária e a pureza do culto. Como resultado, o evangelicalismo moderno é frouxo, comprometido, impotente e morno. Não é apenas coincidência o impacto mais positivo da Igreja sobre a sociedade e a cultura quando sua doutrina e culto eram mais puros (p.ex., no segundo período da Reforma na Escócia, 1638). Só quando retornarmos ao culto bíblico rejeitaremos a autonomia humana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;____________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Apêndice histórico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre consideramos extremamente abomináveis aos olhos de Deus todas as invenções humanas, i.e., as festas e vigílias dos santos, a água chamada “benta”, a abstinência de carne em determinados dias, e coisas similares, mas em especial a missa. &lt;em&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;Primeira confissão valdense, 1120.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por doutrina contrária, entendemos tudo o que homens mediante leis, concílios ou constituições impuseram à consciência humana sem o mandamento expresso da Palavra de Deus, como os votos de castidade, o repúdio ao matrimônio, a compulsão de homens e mulheres ao uso de trajes especiais, a observância supersticiosa de dias de jejum, diferenciação de carnes [alimentos] por questão de consciência, oração pelos mortos e a manutenção de dias especiais dedicados a santos humanamente ordenados, bem como todos os inventados pelos papistas, e os dias de festa (como eles os designam) dos Apóstolos, Mártires, das Virgens, do Natal, da Circuncisão, Epifania, Purificação, e outras celebrações de nossa Senhora. Julgamos que todas elas, pelo fato de não terem sido ordenadas nem certificadas nas Escrituras divinas, devem ser completamente abolidas de nosso meio; e afirmamos ainda que os obstinados no ensino e na perpetuação dessas abominações não devem escapar da punição do magistrado civil. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Igreja da Escócia, &lt;em&gt;(First) Book of Discipline&lt;/em&gt; [(Primeiro) Livro de Disciplina], 1560.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, não podemos deixar de mencionar uma única coisa escrita no capítulo 24 da referida confissão [Segunda confissão helvética] concernente à “festa da natividade de nosso Senhor, da circuncisão, paixão, ressurreição ascensão, e do envio do Espírito Santo sobre seus discípulos”, essas festas no presente momento não têm lugar entre nós; pois não ousamos celebrar religiosamente nenhum outro dia de festa que não seja prescrito pelos oráculos divinos. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Assembléia Geral da Igreja da Escócia (assinada por John Knox, John Craig, James Melville etc.), &lt;em&gt;Carta ao eminente servo de Cristo, mestre Teodoro Beza, cultíssimo e mui cuidadoso pastor da Igreja de Genebra&lt;/em&gt;, 1566.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias tidos por santos até agora, além dos dias de sábado, como o dia do Yule [Natal], dias dos santos, e outros, devem ser abolidos, com penalidades civis contra os praticantes dessas cerimônias, desses banquetes, jejuns, e outras vaidades dessa ordem. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Assembléia Geral da Igreja da Escócia, &lt;em&gt;Artigos para apresentação ao Senhor Regente&lt;/em&gt; (1575).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abominamos e detestamos todas as coisas contrárias à religião e doutrina, mas principalmente todas as variedades do papismo e invenções particulares, pelo fato de agora terem sido condenadas e refutadas pela Palavra de Deus e pela Igreja da Escócia. Todavia, de forma especial, detestamos e rechaçamos a autoridade usurpada pelo anticristo de Roma, das Escrituras divinas, exercida sobre a igreja, o magistrado civil, a consciência humana [...] [quer pela] dedicação de igrejas, altares, dias... &lt;span style="color: #660000;"&gt;John Craig (subscrita pelo rei e pela Assembléia Geral da Igreja da Escócia em 1580; renovada em 1581, 1590 e 1638), &lt;em&gt;O Pacto Nacional: ou, a confissão de fé&lt;/em&gt;, 1580.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Igreja de Genebra celebra a Páscoa e o Yule [Natal]. O que eles têm a seu favor? Eles não têm nenhuma base [bíblica]. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Rei Tiago VI (Tiago I), &lt;em&gt;Alocução à Assembléia Geral da Igreja da Escócia&lt;/em&gt;, 1590.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Paulo condena os gálatas pela guarda de festas instituídas pelo próprio Deus, e apenas para sua glória, e não a de qualquer criatura, tanto mais condenáveis são os papistas, que obrigam a celebração de destas inventadas por seres humanos, para a honra de outros homens. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Thomas Cartwright (ministro não-conformista, Inglaterra), &lt;em&gt;Refutação da tradução, das glosas e das anotações do rhemistas&lt;/em&gt;, 1618.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Opostos à ordenança do dia do Senhor são todas as festas ordenadas pelos homens e consideradas dias santos como o dia do Senhor. &lt;span style="color: #660000;"&gt;William Ames (ministro não-conformista, exilado na Holanda, professor de teologia em Franeker), &lt;em&gt;The Marrow of Theology&lt;/em&gt; (1623).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao comungarmos com os idólatras em seus ritos e cerimônias tornamo-nos culpados de idolatria. Além de Acaz (2Rs 16.10) ser idólatra... Ele copiou o padrão do altar dos idólatras. Tanto mais, então, o ajoelhar-se diante do pão consagrado, o sinal da cruz, a sobrepeliz, os dias de festa, a hierarquia episcopal, o curvar-se perante o altar, a administração particular dos sacramentos etc. são os artigos de Roma, a bagagem de Babilônia, os adornos da Prostituta, os emblemas do papado, as insígnias dos inimigos de Cristo — os próprios troféus do Anticristo. Não podemos nos conformar a eles, comungar com eles, e nos valermos desses símbolos dos papistas idólatras sem nos tornarmos idólatras por participação. Deve a casta Esposa de Cristo tomar sobre si os ornamentos da Prostituta? &lt;span style="color: #ffffcc;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;George Gillespie (teólogo da Assembléia de Westminster), &lt;em&gt;A Dispute Against the English Popish Ceremonies&lt;/em&gt; [Uma contestação das cerimônias papistas inglesas], 1637.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os dias de festa, comumente designados dias santos, por não terem autorização na Palavra de Deus, não devem ser mantidos. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Assembléia de Westminster, &lt;em&gt;Directory for Publick Worship&lt;/em&gt; [Diretório para o culto público], 1645.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Assembléia Geral, levando em consideração os diversos abusos, a profanação e as superstições cometidas no dia de Yule [Natal] e em outros dias de superstição, concluiu unanimemente e, por meio desta, ordena que qualquer pessoa (ou grupo de pessoas), de agora em diante, considerada culpada de guardar os dias de superstição mencionados, será submetida à censura eclesiástica, e fará penitência pública perante toda a congregação em que a ofensa for cometida. E que os presbitérios e sínodos provinciais tomem cuidado particular em relação a como os ministros lidam e censuram os delinqüentes desta ordem nas diversas paróquias. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Assembléia Geral da Igreja da Escócia, &lt;em&gt;Act for Censuring Observers of Yule-day, e other Superstitious days&lt;/em&gt; [Ato de censura dos observadores do dia de Yule (Natal) e de outros dias de superstição], 1645.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pergunta:&lt;/em&gt; Existe algum dia santo além deste dia [i.e., o dia do Senhor]?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Resposta:&lt;/em&gt; Não há nenhum outro dia além deste — santo por instituição do Senhor; ainda que dias de humilhação e de ação de graças possam ser legalmente apontados pelos homens para invocar a Providência, os dias santos papistas não são autorizados e nem devem ser observados (Gl 4.10: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos”). &lt;span style="color: #660000;"&gt;John Flavel (ministro não-conformista, Dartmouth, Inglaterra, &lt;em&gt;An Exposition of the Assembly’s Shorter Catechism&lt;/em&gt; [Uma exposição do Breve Catecismo da Assembléia], 1692.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pergunta n.o 3:&lt;/em&gt; Os dias santos papistas não devem ser observados?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Resposta:&lt;/em&gt; Os dias santos papistas não devem ser observados por não serem indicados na Palavra e, pela mesma razão, nenhum outro dia santo deve ser guardado, independentemente da pretensa devoção em relação a Deus, quando não há preceito nem exemplo dessa prática na sagrada Escritura. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Thomas Vincent (ministro não-conformista, Londres), &lt;em&gt;An Explicatory Catechism: or,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;An Explanation of the Assembly’s Catechism&lt;/em&gt; [Um catecismo explanatório, ou Uma explicação do Catecismo da Assembléia] (1708).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pergunta:&lt;/em&gt; A Igreja pode apontar dias santos para recordar o nascimento, a morte, a tentação e a ascensão (etc.) de Cristo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Resposta:&lt;/em&gt; Não. Assim como Deus aboliu os dias santos judaicos por ele estabelecidos, não concedeu autorização à Igreja para estabelecer outros. Entretanto, ele nos ordenou trabalhar seis dias, exceto quando a Providência nos convocar para a humilhação ou ação de graças; e proíbe-nos expressamente de observar dias santos designados por homens (Cl 2.16; Gl 4.10,11). &lt;span style="color: #660000;"&gt;John Brown, de Haddington (ministro e professor, Sínodo Associado [Presbiteriano] de Burgher), &lt;em&gt;An Essay Towards an Easy, Plain, Practical, and Extensive Explication of the Assembly’s Shorter Catechism&lt;/em&gt; [Um ensaio para uma explicação fácil, clara, prática e abrangente do Breve Catecismo da Assembléia], 1758.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é a estação do ano na qual, querendo ou não, somos compelidos a pensar sobre o nascimento de Cristo. Considero um dos maiores absurdos que possam ocorrer debaixo do céu pensar que exista algo religioso na celebração do Natal. Não há nenhuma probabilidade de que nosso Salvador Jesus Cristo tenha nascido nesse dia, e sua celebração é de origem puramente papista; sem sombra de dúvida, os católicos têm o direito de santificá-lo, mas eu não vejo como protestantes coerentes podem considerá-lo sequer sagrado. &lt;span style="color: #660000;"&gt;Charles Haddon Spurgeon, “The Incarnation e Birth of Christ”, 23/12/1855.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;_____________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F16"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Encyclopedia Britannica&lt;/em&gt; (1961 ed.), vol. 5, p. 643.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F17"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Muito antes do século iv, e bem antes da era cristã, um festival era celebrado entre os pagãos, exatamente na mesma época, em honra do nascimento do filho da rainha do céu babilônica; e pode-se presumir com justiça que, a fim de conciliar os pagãos, e aumentar o número de adeptos nominais do cristianismo, o mesmo festival foi adotado pela Igreja Romana, dando-lhe apenas o nome de Cristo” (Alexander Hislop, &lt;em&gt;The Two Babylons&lt;/em&gt; [Neptune, N.J.: Loizeaux Brothers, (1916) 1943], p. 93).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref3" name="_ftn3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F18"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Encyclopedia Britannica&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; (1961 ed.), vol. 6, p. 623.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref4" name="_ftn4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F19"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ibid.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;, vol. 5, p. 642.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref5" name="_ftn5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F20"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Beda, &lt;em&gt;Ecclesiastical History of the English Nation&lt;/em&gt;, (citado &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;em &lt;em&gt;Encyclopedia Britannica&lt;/em&gt;, (1961 ed.), vol. 5, p. 643).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref6" name="_ftn6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F21"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;As saturnais, &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;como o Natal, era o tempo para trocar presentes. Bonequinhas eram populares — pelo menos por uma razão desagradável: simbolizavam mito de que Saturno devorava todos os recém-nascidos do sexo masculino para ter certeza de morrer sem deixar herdeiros (&lt;em&gt;The United Church Observer&lt;/em&gt;, Santa’s Family Tree, Dec. 1976, p. 14).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref7" name="_ftn7" style="mso-footnote-id: ftn7;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F22"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;World Book Encyclopedia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;, (1955 ed.), vol. 3, p. 1425.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref8" name="_ftn8" style="mso-footnote-id: ftn8;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;8&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F23"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Encyclopedia Britannica&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;, vol. 5 p., 643.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref9" name="_ftn9" style="mso-footnote-id: ftn9;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F24"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;G. Lambert, &lt;em&gt;Zondervan Pictorial Encyclopedia of the Bible&lt;/em&gt;, (Grand Rapids: Zondervan, 1975, 1976) vol. 1,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt; p. 805.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref10" name="_ftn10" style="mso-footnote-id: ftn10;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F25"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;George Gillespie, &lt;em&gt;English Popish Ceremonies&lt;/em&gt;, (n.p., 1637), Part III, p. 19.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref11" name="_ftn11" style="mso-footnote-id: ftn11;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Christmas&lt;/em&gt;, o autor se refere ao vocábulo inglês. [N. do T.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref12" name="_ftn12" style="mso-footnote-id: ftn12;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;11&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F26"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Gillespie&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;, Part III, p. 35.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref13" name="_ftn13" style="mso-footnote-id: ftn13;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;12&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F27"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Martin Bucer citado &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;em William Ames, &lt;em&gt;A Fresh Suit Against Human Ceremonies in God’s Worship&lt;/em&gt;, (n.p., 1633), p. 360.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref14" name="_ftn14" style="mso-footnote-id: ftn14;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;13&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F29"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;G. I. Williamson, &lt;em&gt;On the Observance of Sacred Days&lt;/em&gt;, (Havertown: New Covenant Publication Society, n.d.), p. 9-10.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref15" name="_ftn15" style="mso-footnote-id: ftn15;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;14&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F30"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Bíblia não há nenhum dia que seja ordenado para ser guardado como santo sob o Evangelho, senão o dia do Senhor, que é o sábado cristão. Os dias de festa, comumente chamados de dias santos, não tendo base na Palavra de Deus, não devem ser continuados (&lt;em&gt;O diretório de culto de Westminster&lt;/em&gt; [1645], São Paulo: Os Puritanos, 2000, p. 66).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref16" name="_ftn16" style="mso-footnote-id: ftn16;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;15&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F31"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ralph Woodrow, &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Babylon Mystery Religion&lt;/em&gt;, (Riverside: Ralph Woodrow Evangelistic Association, 1961), p. 160-1.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref17" name="_ftn17" style="mso-footnote-id: ftn17;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;16&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;É claro que o mundo ama cachorrinhos, torta de maçã e beisebol, mas essas coisas não possuem significado religioso. Elas não estão associadas com Cristo nem são mandamentos religiosos.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref18" name="_ftn18" style="mso-footnote-id: ftn18;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ebenezer Scrooge: personagem da história de Charles Dickens, Um conto de Natal, caracterizada pelo desprezo em relação à pessoas e também à celebração do Natal. [N. do T.]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref19" name="_ftn19" style="mso-footnote-id: ftn19;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;17&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F33"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;John Murray, &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Romanos&lt;/em&gt; (Comentário Bíblico Fiel), São José dos Campos: Fiel, 2003) p. 539.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref20" name="_ftn20" style="mso-footnote-id: ftn20;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;18&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="F34"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ibid., p. 673.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref21" name="_ftn21" style="mso-footnote-id: ftn21;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;19&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;De 24 comentários consultados, apenas um contemplava a possibilidade de não serem dias ligados à economia mosaica.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref22" name="_ftn22" style="mso-footnote-id: ftn22;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;20&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Murray, p. 178.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref23" name="_ftn23" style="mso-footnote-id: ftn23;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;21&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Em Gl 4.10,11 e Cl 2.16,17 a guarda de dias é condenada por Paulo por sua conexão nesses casos com heresias. A situação em Roma era diferente. Os dias eram guardados por causa de má compreensão. Não havia o envolvimento de heresias e aplicação de justiça derivada de obras.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref24" name="_ftn24" style="mso-footnote-id: ftn24;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;22&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Confissão de fé de Westminster&lt;/em&gt;, XXI.V, texto-prova (a).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref25" name="_ftn25" style="mso-footnote-id: ftn25;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;23&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;O povo de Deus é a Igreja; quer se reúnam em edifício próprio, celeiro, estacionamento ou casa. Quando os cristãos se juntam para ouvir a Palavra de Deus, há uma reunião da igreja. Trata-se de culto público quer ele comece às 7h ou às 23h. O culto público deve ocorrer no dia do Senhor, mais isto não significa que o culto público esteja limitado a um dia apenas.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref26" name="_ftn26" style="mso-footnote-id: ftn26;" title=""&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;24&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" name="C3"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Como demonstramos antes, o Natal é um monumento à idolatria passada e presente; portanto, mesmo sem a intervenção do Princípio Regulador do Culto é errado celebrá-lo no lar, no escritório, na igreja, no clube etc.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-6891887249635468383?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6891887249635468383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/6891887249635468383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-principio-regulador-do-culto-e-o.html' title='O Princípio Regulador do Culto e o Natal'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-1164518563037597531</id><published>2009-05-04T09:13:00.003-03:00</published><updated>2009-05-04T09:31:04.351-03:00</updated><title type='text'>O Princípio Regulador do Culto [Parte final]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A necessidade do PRC&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A história da igreja tem demonstrado que o povo pactual de Deus tem sido desviado, não raro, da simplicidade do puro culto evangélico para todos os tipos de inovações humanas. Dada a natureza humana decaída e sua inclinação ao pecado, era inevitável que a autonomia humana relativa ao culto pervertesse e suplantasse o culto verdadeiro: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo. Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus (Nm 15.39,40).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas afirmam que o PRC é bastante restritivo. Declaram que ele confina o espírito humano e reprime a criatividade humana. Dizem tratar-se de uma reação exagerada aos abusos cometidos pelo catolicismo romano. Todavia, examinemos as implicações lógicas da permissão de qualquer coisa não proibida pela Palavra de Deus no culto divino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira consequência é a substituição da simplicidade e da natureza transcultural do culto puramente evangélico por uma variedade quase infinita de inovações humanas. Pelo fato de Deus não estabelecer mais a linha divisória entre o conteúdo do culto e suas cerimônias, o homem poderia traçar e retraçar essa divisão como lhe agradasse. A igreja desobediente ao PRC considera impossível impedir o fluxo de novos conceitos e inovações no culto. As denominações presbiterianas e reformadas que abandonaram o PRC no final do século XIX e início do século XX provam a veracidade deste ponto. O padrão da perversão segue mais ou menos dessa forma: Inicialmente, hinos concebidos por seres humanos (não ordenados) são cantados em conjunto com os salmos inspirados por Deus (ordenados); a seguir, em uma geração ou duas, os salmos são completamente substituídos por hinos ou por salmos parafraseados ao extremo. Os hinos antigos, após certo tempo, são substituídos por composições avivalistas “carismáticas”. No início, as igrejas reformadas cantavam os salmos sem acompanhamento musical, pois os instrumentos foram usados apenas no período do templo e, portanto, deixaram de ser usados como um aspecto da lei cerimonial. Muitas igrejas reformadas abandonaram o cântico de salmos a capela e passaram a usar órgãos. Então, dentro de uma geração ou duas as igrejas começaram a usar outros instrumentos, orquestras e até mesmo grupos de rock. Essas inovações descritas são apenas a ponta do iceberg. Pode-se encontrar também nas igrejas chamadas presbiterianas e reformadas: celebração de dias santos (Natal, Páscoa etc.), corais, liturgias complexas, dança litúrgica, grupos de rock, peças de teatro, vídeos de rock, calendário litúrgico, figuras de Cristo, cruzes etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caso se dê ao homem pecador autonomia para escolher como cultuar, o padrão histórico é claro. O ser humano preferirá o culto centrado no homem. O homem pecador é sempre atraído pelo entretenimento (daí a popularidade das “palmas”, e o “pisar forte” do estilo de culto “carismático”, grupos de rock, peças de teatro, corais, solos musicais, e cantores populares e sertanejos etc.) e pelo ritual e pompa (catedrais, incensos, velas, sinos, dias santos, vestimentas papistas, liturgias etc.). Quando as inovações humanas terão fim? Elas não cessarão até que a igreja obedeça ao PRC. Deus ordenou um mandamento que o homem não pode ignorar: “[O] modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo, e é tão limitado pela sua própria vontade revelada, que ele não pode ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens [...] nem sob qualquer representação visível, ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;1&lt;/a&gt; O falso culto tem origem na mente humana, de acordo com sua imaginação. O culto verdadeiro origina-se na mente de Deus e é revelado na Bíblia:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas isto lhes ordenei, dizendo: Dai ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e andai em todo o caminho que eu vos mandar, para que vos vá bem. Mas não ouviram, nem inclinaram os seus ouvidos, mas andaram nos seus próprios conselhos, no propósito do seu coração malvado; e andaram para trás, e não para diante (Jr 7.23,24). &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Calvino, no comentário sobre Jeremias, usou este versículo para condenar todas as inovações perversas do culto papal:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Além do mais, caso se considere a origem de todo o culto papal, perceber-se-á que os primeiros a conceber superstições tão estranhas, foram impelidos apenas por sua audácia e presunção, a fim de poder calcar sob os pés a Palavra de Deus. Portanto, todas as coisas foram corrompidas; porque eles colocaram em operação todas as invenções de seu cérebro. Vemos que os papistas são tão apegados a seus erros até o dia de hoje que preferem a si mesmos e às suas quinquilharias que a Deus. E o mesmo acontece com todos os hereges. O que se pode fazer? Como disse, a obediência deve ser mantida como base da verdadeira religião. Caso desejemos render o culto aprovado por Deus, aprendamos a lançar fora tudo o que é nosso, para que a autoridade divina prevaleça sobre todas as nossas razões.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O verdadeiro culto &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; o falso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Verdadeiro culto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apenas o que Deus ordena em sua Palavra é permitido;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Centrado em Deus;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu conteúdo é a Palavra de Deus objetiva;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Permanece puro, simples e sem adulteração;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Baseado na Palavra de Deus, possui parâmetros limitados;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Completamente bíblico;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O culto puramente evangélico é transcultural. Desconsiderando-se as barreiras lingüísticas, membros de igrejas fiéis ao PRC podem visitar igrejas da mesma mentalidade em qualquer lugar do mundo e, imediatamente, sentir-se bem e em casa. No século XVII, puritanos ingleses ou americanos, presbiterianos escoceses ou irlandeses e holandeses reformados cultuavam a Deus de modo muito similar. Isso não resultou de algum ato de conformidade, mas porque criam no PRC e obedeciam a ele. No futuro, quando a doutrina e o culto puros forem revividos, e nações inteiras forem convertidas e entrarem na aliança estabelecida por Deus, a natureza transcultural do puro culto evangélico será muito útil e importante para turistas e homens de negócio.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Historicamente, o culto das igrejas reformadas e presbiterianas era puro, até ser abandonado ou redefinido a ponto de se tornar insignificante;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Centrado em Deus e em sua Palavra;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os homens têm liberdade sob a Palavra de Deus;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O puro culto evangélico incentiva o ecumenismo bíblico e a comunidade.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Falso culto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo o que não é expressamente condenado pela Bíblia é permitido;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conduz ao culto centrado no homem;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Torna-se cada vez mais subjetivo ou místico;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Altera-se, evolui e é adulterado por tradições humanas;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Suas formas e conteúdo são teoricamente infinitos;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Basicamente pragmático: o que aparentemente funciona e agrada às pessoas será usado;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alimenta a autonomia humana pecaminosa. Portanto, ele é uma mistura de paganismo e cristianismo. Pelo fato de possuir teoricamente opções infinitas, as pessoas têm de adaptar, aprender e ajustar o falso culto a cada circunstância cultural e denominacional. Os anglicanos altamente litúrgicos provavelmente se sentem desconfortáveis com os cultos sem programação prévia das comunidades evangélicas de negros. Existem milhares de hinários e de liturgias diferentes. Há grupos de rock e de teatro, orquestras, declamação de poesia, vídeos, apresentações de palhaços, comediantes, humoristas, talk-shows, danças litúrgicas, recitais de órgão, dias santos diversos e calendários litúrgicos diferentes etc. O falso culto fragmenta a igreja;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Historicamente, isso tem levado a igreja ao declínio, à heresia e idolatria. A igreja apostólica degenerou posteriormente no papismo;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Centrado no homem, tem por norte o ser humano e seus sentidos. Daí sua degeneração no entretenimento ou nas cerimônias e nos rituais pomposos (odores, sinos, mitras, catedrais, liturgias intrincadas etc.).&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os homens perdem a liberdade sob seu padrão mutável e arbitrário;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O falso culto divide a igreja em milhares de facções. Pelo fato de o conteúdo e estilo do culto “evoluírem” e se modificarem, os membros mais velhos das igrejas são separados dos mais novos.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra “liturgia” procede do vocábulo grego &lt;em&gt;leiturgia&lt;/em&gt;, e significa: “o trabalho ou serviço pessoal”. Portanto, em certo sentido, todo o culto cristão é litúrgico. Ao mencionar a liturgia em sentido negativo, faço referência à liturgia usada, por exemplo, pelos católicos romanos, episcopais/ anglicanos, luteranos e ortodoxos russos (dentre outros). Em sentido negativo, faço referência à liturgia baseada nas tradições eclesiásticas e humanas, por exemplo: o uso obrigatório de livros de oração, do calendário litúrgico, de vestimentas sacerdotais especiais, velas, incensos, dias santos, ajoelhar para receber a comunhão, catedrais, figuras de Cristo e dos santos, música para a igreja, corais etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="C4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se a Igreja de Jesus Cristo quiser ser sal e luz para a cultura degenerada, deverá purificar a própria casa. O Estado romano pagão, com todo o seu poder, não conseguiu destruir a Igreja cristã. Ela prosperou a despeito da tirania e da opressão do Império Romano. O que causou o colapso da Igreja foi a decadência interna. A corrupção da doutrina e do culto da Igreja transformaram-na em uma fonte de heresia, superstição, idolatria e tirania.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O evangelicalismo moderno se encontra em sério estado de declínio. O movimento do crescimento da igreja, o ecumenismo, o pragmatismo e a manutenção da paz têm precedência sobre a integridade doutrinária e a pureza do culto. Como resultado, o evangelicalismo moderno é frouxo, comprometido, impotente e morno. Não é apenas coincidência o impacto mais positivo da Igreja sobre a sociedade e a cultura quando sua doutrina e culto eram mais puros. Só quando retornarmos ao culto bíblico rejeitaremos a autonomia humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;______________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Notas:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Confissão de fé de Westminster&lt;/em&gt;, XXI.I.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Calvin’s Commentary&lt;/em&gt;, sobre Jr 9.21-24 (Grand Rapids: Baker, 1989), vol. 9, p. 398 (ênfase adicionada).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A palavra “liturgia” procede do vocábulo grego leiturgia, e significa: “o trabalho ou serviço pessoal”. Portanto, em certo sentido, todo o culto cristão é litúrgico. Ao mencionar a liturgia em sentido negativo, faço referência às liturgias baseadas nas tradições eclesiásticas e humanas, por exemplo: o uso obrigatório de livros de oração, do calendário litúrgico, de vestimentas sacerdotais especiais, velas, incensos, dias santos, ajoelhar para receber a comunhão, catedrais, figuras de Cristo e dos santos, música para a igreja, corais etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-1164518563037597531?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1164518563037597531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/1164518563037597531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-principio-regulador-do-culto-parte.html' title='O Princípio Regulador do Culto [Parte final]'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4420488414596029700</id><published>2009-05-03T09:01:00.003-03:00</published><updated>2009-05-03T09:29:05.201-03:00</updated><title type='text'>O Princípio Regulador do Culto [Parte 3]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A oferta inaceitável&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante (Gn 4.3,5).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que havia na oferta de Caim para torná-la inaceitável aos olhos de Deus? A preferência pela oferta de Abel e a rejeição da de Caim não foi arbitrária; ela se baseou na revelação apresentada a Adão e sua família. É óbvio que Deus revelou essa informação a Adão ao matar animais para cobrir o homem e sua mulher (Gn 3.21). Gerações mais tarde, Noé sabia que Deus aceitaria apenas animais e aves puros como holocausto (Gn 8.20). Caim, diferentemente do irmão Abel, decidiu, à parte da Palavra de Deus, que a oferta de frutos da terra seria aceitável ao Senhor. Deus, porém, rejeitou a oferta de Caim por ser uma invenção de sua mente. Ele não a ordenara; portanto, ainda que Caim fosse sincero no desejo de agradar a Deus, ele a rejeitaria da mesma forma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus espera fé e obediência à sua Palavra. Se o povo de Deus pode cultuar o Senhor segundo sua vontade, pelo fato de ordenanças humanas não serem expressamente proibidas, então não poderiam Caim, Noé ou os levitas oferecer a Deus uma salada de frutas ou uma cesta de nabos, por não haver proibição? E se Deus desejasse uma regulamentação estrita de seu culto à parte do PRC, não seriam necessárias centenas de volumes (ou talvez milhares deles) para nos informar das proibições? No entanto, Deus, em sua infinita sabedoria, diz: “Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás” (Dt 12.32).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="C2S5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Fogo estranho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, tomaram cada um o seu incensário e puseram neles fogo, e colocaram incenso sobre ele, e ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara. Então saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu; e morreram perante o Senhor (Lv 10.1,2).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Qual foi o pecado deles? Seu pecado foi o oferecimento de fogo estranho, portanto o texto diz que eles ofereceram fogo estranho, o que Deus não lhes ordenara... Contudo, onde Deus o proibira? Onde encontramos que Deus lhes proibiu o oferecimento de fogo estranho, ou a designação do oferecimento de apenas um tipo de fogo? Não existe texto na Escritura que se possa achar, do começo de Gênesis até esse ponto, onde Deus tenha dito terminantemente, de maneira expressa: Oferecerás apenas um tipo de fogo. No entanto, aqui, eles foram consumidos por Deus com fogo, por terem oferecido “&lt;/span&gt;&lt;a name="R7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;fogo estranho”.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem rejeita o PRC enfrenta um problema real para explicar esse texto. Alguns afirmam que Nadabe e Abiú foram condenados por terem oferecido “incenso estranho”, por sua condenação expressa em Êxodo 30.9. Porém o texto não diz “incenso estranho”, mas “fogo estranho”. Outros declaram que lhes faltava sinceridade ou que estavam embriagados. Entretanto, qual razão nos apresenta o Espírito Santo para o juízo deles? Eles ofereceram fogo estranho “o que não lhes ordenara”. Quando se trata do culto a Deus, deve haver apoio da Palavra divina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos os elementos do culto a Deus devem basear-se na Palavra de Deus [e] serem ordenados. É insuficiente sua não-proibição [...] Quando o ser humano concede respeito religioso a um objeto, por virtude de sua instituição, mesmo sem apoio da parte de Deus, eis uma superstição! Todos devemos ser adoradores voluntários, mas não pessoas de devoção voluntariosa.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O erro de Davi e de seus homens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E puseram a arca de Deus em um carro novo, e a levaram da casa de Abinadabe, que está em Gibeá; e Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro novo. E levando-o da casa de Abinadabe, que está em Gibeá, com a arca de Deus, Aiô ia adiante da arca. E Davi, e toda a casa de Israel, festejavam perante o Senhor, com toda a sorte de instrumentos de pau de faia, como também com harpas, e com saltérios, e com tamboris, e com pandeiros, e com címbalos. E, chegando à eira de Nacom, estendeu Uzá a mão à arca de Deus, e pegou nela; porque os bois a deixavam pender. Então a ira do Senhor se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta imprudência; e morreu ali junto à arca de Deus. (2Sm 6.3-7).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Davi e os homens envolvidos no transporte da arca eram inquestionavelmente sinceros no desejo de agradar a Deus com o intuito de levar a arca a Jerusalém. Todavia, o resultado desse esforço sincero foi o juízo divino: Uzá tentou evitar a queda da arca com sua mão por amar a Deus e se preocupar com sua arca. Porém, a despeito de toda a sua sinceridade e boas intenções, acendeu-se a ira de Deus, e ele matou Uzá. Por quê? Porque a questão toda era muito ofensiva a Deus. O fato de Uzá ter tocado na arca foi o ponto culminante das ofensas desse dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os objetores do PRC apostam no fato de Uzá ter sido morto por algo claramente proibido na lei de Deus (isto é, tocar na arca). Sim, é verdade que Uzá morreu pela violação de uma proibição explícita da lei (Nm 4.15). No entanto, a análise do rei Davi a respeito do que aconteceu errado naquele dia inclui todos os envolvidos, não apenas Uzá:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porquanto vós [os levitas] não a levastes na primeira vez, o Senhor nosso Deus fez rotura em nós, porque não o buscamos segundo a ordenança. Santificaram-se, pois, os sacerdotes e os levitas, para fazerem subir a arca do Senhor Deus de Israel. E os filhos dos levitas trouxeram a arca de Deus sobre os seus ombros, pelas varas que nela havia, como Moisés tinha ordenado conforme a palavra do Senhor (1Cr 15.13-15).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pelo fato de Deus ter ordenado aos levitas para carregar a arca com varas (Nm 4.6,15), era desnecessário proibir os homens de Judá de usar um carro de boi para transportá-la. O rei Davi e seus homens deveriam ter consultado a lei de Moisés e obedecido à sua prescrição. Em vez disso, eles agiram de forma pragmática. Imitaram os filisteus, que haviam usado um carro para levar a arca de volta a Bete-Semes. Quando se trata do culto a Deus, não nos é permitido improvisar, por melhores que sejam as intenções. A sinceridade é importante, mas ela deve estar de acordo com a revelação divina. Mesmo em relação às questões religiosas que nos pareçam pequenas ou triviais, Deus ordena nossa ação segundo sua vontade revelada, e não inovações concordes com a nossa vontade: “A grande lição para todos os tempos é precaver-se de seguir as próprias sugestões no culto a Deus quando possuímos instruções claras de sua Palavra sobre o modo de cultuá-lo”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="C2S7"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Condenação do culto autônomo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E edificaram os altos de Tofete, que está no Vale do Filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e a suas filhas, o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração (Jr 7.31; v. tb. 19.5).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Senhor condena a idolatria e o culto pagão dos filhos de Judá com a declaração: “o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração”. Idolatria, assassinato e sacrifício infantil são explicitamente condenados na lei e nos profetas. Entretanto, Jeremias revela a essência do culto idólatra. Judá cultuava de forma improcedente do coração divino. O culto de Judá não se baseava no mandamento divino. Em vez de cultuar Deus segundo seu mandamento, eles “andaram nos seus próprios conselhos, no propósito do seu coração malvado; e andaram para trás, e não para diante” (Jr 7.24). Se os habitantes de Judá tivessem consultado a Palavra de Deus e lhe fossem obedientes, teriam sido poupados da fúria divina:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lidamos com o Deus muito zeloso que deseja ser cultuado segundo sua estipulação, ou então ele não é cultuado. E não podemos reclamar. Se Deus é o ser descrito pela Sagrada Escritura, é seu direito inalienável determinar e prescrever como será servido.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name="R10"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="C2S8"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Adoração vã&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então chegaram ao pé de Jesus uns escribas e fariseus de Jerusalém, dizendo: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos quando comem pão. Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição? (Mt 15.1-3).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os fariseus eram líderes religiosos respeitados do povo judeu. Eles criam ter a liberdade de fazer adições aos mandamentos divinos. A lei de Deus continha diversas lavagens cerimoniais para representar a purificação dos impuros. Os fariseus adicionaram outras lavagens para destacar e “aperfeiçoar” a lei de Moisés. Não existe mandamento expresso proibindo essas adições cerimoniais, exceto o PRC (p.ex., Dt 4.2; 12.31). Elas não tinham fundamentação na Palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jesus Cristo é o principal defensor do PRC. Ele repreendeu fortemente os escribas e fariseus por fazerem adições à lei divina. O que acontece quando homens pecadores acrescentam regras e regulamentos à lei de Deus? Com o passar do tempo, a tradição humana substitui e pretere a lei divina: “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” (Mt 15.6). A igreja cristã antiga acrescentou regras e cerimônias próprias ao culto a Deus e degenerou na Igreja Católica Romana pagã e idólatra. Se não mantivermos a linha divisória onde Deus a traçou, então, prova a história, a igreja degenerará posteriormente em algo um pouco mais bizarro que uma seita pagã. A repreensão de Cristo referente aos escribas e fariseus aplica-se hoje a quase todos (os chamados) ramos da igreja cristã: “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mt 15.8,9).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;a name="C2S9"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Outros exemplos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O conceito de que apenas o que Deus ordena em sua Palavra é permitido no culto encontra-se na Bíblia toda. O rei Saul ofereceu um sacrifício ao Senhor sem autorização divina. Deus ordenou aos sacerdotes, e não aos reis, o oferecimento de holocaustos. O reinado foi retirado de Saul e de sua família para sempre (1Sm 13.8-14). Considere o rei Jeroboão que estabeleceu um dia próprio de festa, bem como lugares sagrados e ofertas no “mês que ele tinha imaginado no seu coração” (1Rs 12.32,33). O rei Jeroboão era pragmático. Ele não percebia a necessidade de seguir as ordens expressas do culto a Deus. O livro de Reis apresenta seu culto autônomo e não autorizado — além da idolatria associada a ele —, como o paradigma do falso culto. Se o rei Jeroboão foi considerado ímpio por estabelecer seu dia de festa (dia santo), certamente a mesma designação é aplicável aos papas, bispos, e ao povo que estabeleceram o natal, a sexta-feira santa etc.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paulo, na epístola aos Colossenses, concorda com o ensino do Antigo Testamento referente ao culto. Ele condena quem impõe leis dietéticas judaicas e dias santos à igreja (Cl 2.16). Pelo fato de as leis cerimônias terem sido “sombras” que apontavam para o “corpo” — Jesus Cristo —, elas foram abolidas; e dada a falta de autorização para elas, tornaram-se proibidas. A advertência paulina a respeito da filosofia humana é o pano de fundo da condenação do falso culto e das leis humanas (legalismo): “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2.8).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paulo condena as doutrinas e os mandamentos humanos: “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne” (Cl 2.20-23). Ele afirma que a adição à Palavra de Deus é apenas uma exibição de “devoção voluntária [e] humildade”. Trata-se de devoção “voluntária” em lugar do culto segundo a vontade de Deus. As leis estabelecidas pelos homens suprimem a liberdade que temos em. A lei moral de Deus é perfeita; adições são desnecessárias. Regras e regulamentos humanos não “concedem honra” ao crente.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deus concedeu à sua igreja um livro de salmos e um dia santo (o dia do Senhor). Pode o homem aperfeiçoar o culto instituído por Deus? Claro que não. É o ápice da arrogância e estupidez imaginar que homens pecaminosos possam melhorar as ordenanças de Deus:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Isso é provocar a Deus, porque reflete sobre sua honra, como se ele não fosse sábio o suficiente para designar a forma do próprio culto. Ele odeia todo fogo estranho oferecido em seu templo (Lv 10.11). Uma simples cerimônia pode, com o passar do tempo, conduzir ao crucifixo. Quem contende pela cruz no batismo, não pode obter também o óleo, o sal e o unguento?&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_______________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Notas:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jeremiah Burroughs, Gospel-Worship (London: Peter Cole, 1650), p. 2-3. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ibid., p. 9-10. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;William G. Blaikie, Commentary on Second Samuel (New York: A.C. Armstrong and Son, 1893), p. 88. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Samuel H. Kellogg, The Book of Leviticus (New York: Hodder and Stoughton, n.d.), p. 240. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Thomas Watson, A Body of Divinity (London: Passmore &amp;amp; Alabaster, [1692]1881), p. 267.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4420488414596029700?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4420488414596029700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4420488414596029700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-principio-regulador-do-culto-parte-3.html' title='O Princípio Regulador do Culto [Parte 3]'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4439739779832966229</id><published>2009-05-02T07:00:00.004-03:00</published><updated>2009-05-02T07:12:12.795-03:00</updated><title type='text'>O Princípio Regulador do Culto [Parte 2]</title><content type='html'>&lt;strong&gt;As circunstâncias do culto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A fim de entender o Princípio Regulador de forma adequada, deve-se perceber a diferença entre ordenanças referentes ao culto e suas circunstâncias, ou aspectos secundários. As ordenanças do culto são recebidas por orientação divina. Toda ordenança do culto é prescrita por Deus. Qualquer coisa relacionada a ele, com significado religioso e moral, deve se basear em ordenanças divinas (explícitas ou implícitas) ou em exemplos históricos aprovados. A igreja recebe todas as ordenanças do culto da parte de Deus, como foram reveladas na Bíblia. Ela deve obedecer a todas as ordenanças divinas e não possui autoridade para adicionar ou subtrair algo ordenado por Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As circunstâncias do culto não dizem respeito ao conteúdo ou à cerimônia, mas referem-se ao que é “comum às ações e sociedades humanas”. A única forma de alguém aprender uma ordenança relativa à adoração é estudar a Bíblia e ver o que Deus ordena. No entanto, as circunstâncias do culto independem de instruções bíblicas explícitas; elas dizem respeito exclusivamente à revelação geral e ao bom senso (“prudência cristã”). Crentes e incrédulos sabem, indistintamente, que proteção e aquecimento são úteis para conduzir uma reunião nos meses frios. Também entendem a necessidade de acomodação, iluminação, vestuário etc. Além disso, depreende-se a escolha prévia de um horário para a realização da reunião. Existem muitos aspectos comuns entre reuniões civis (ou seculares) e religiosas independentes de instruções bíblicas específicas. Essas são as circunstâncias, ou aspectos secundários, do culto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ordenanças referentes ao culto&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;1&lt;/a&gt; &lt;a name="R6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; circunstâncias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ordenanças&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pregação a partir da Bíblia - Mt 26.13; Mc 16.15; At 9.20; 2Tm 4.2; At 20.8, 17.10; 1Co 14.28&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leitura da Palavra de Deus -  Mc 4.16-20; At 13.15; 1Tm 4.13; Ap 1.13; At 1.13, 16.13; 1Co 11.20&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reunião no dia do Senhor - At 20.7; 1Co 16.2; Ap 1.10; At 20.7; 1Co 11.18&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Administração dos sacramentos - Mt 28.19; Mt 26.26-29; 1Co 11.24,25&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Audição da Palavra de Deus - Lc 2.46; At 8.31; Rm 10.41; Tg 1.22; Lc 4.20; At 20.9&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oração a Deus - Mt 6.9; 1Ts 5.17; Hb 13.18; Fp 4.6; Tg 1.5; 1Co 11.13-15; Dt 22.5&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cântico de salmos - 1Cr 16.9; Sl 95.1,2; Sl 105.2; 1Co 14.26; Ef 5.19; Cl 3.16&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Circunstâncias&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estrutura da reunião da igreja - At 20.8, 17.10; 1Co 14.28&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local da reunião da igreja - At 1.13, 16.13; 1Co 11.20 &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Horário da reunião da igreja - At 20.7; 1Co 11.18&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Roupas para a reunião - 1Co 11.13-15; Dt 22.5&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tipo de assento provido - Lc 4.20; At 20.9&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Note que todos os elementos da coluna esquerda devem ser aprendidos da Palavra de Deus.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo o que se encontra na coluna direita é uma circunstância comum a todos os habitantes do universo criado por Deus. As ordenanças do culto são limitadas numericamente pela revelação divina. As circunstâncias do culto são praticamente de número infinito, baseando-se no bom senso de homens guiados pela “prudência cristã”. Pelo fato de o homem ter sido criado à imagem de Deus, e dada sua necessidade de viver em função da realidade divinamente criada (o universo), ele de viver e agir de acordo com essa realidade. As pessoas não necessitam de instruções explícitas da Bíblia para vestir um casaco quando a temperatura exterior chega aos cinco graus centígrados. Porém, os homens precisam de instruções claras da Bíblia sobre como se aproximar do Deus infinitamente santo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O PRC é ensinado por toda a Bíblia. Segue-se o exame das diversas passagens bíblicas que comprovam a proibição de tudo o que não é ordenado na Escritura a respeito do culto a Deus. As ordenanças do culto devem basear-se especificamente nas afirmações divinas, não em opiniões ou tradições humanas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_________________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nota:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A primeira idéia contida nelas é a de deveres religiosos, prescritos por Deus, como método instituído pelo qual ele deve ser cultuado por suas criaturas... Portanto, as ordenanças, descritas dessa forma, devem ser encaixadas segundo a designação divina. Nenhuma criatura pode ter certeza de engajar-se em qualquer forma de culto com a pretensão de sua aceitação ou satisfação da parte de Deus; apenas Deus — o objeto do culto — possui o direito de prescrever o modo de ser adorado. A instituição, por parte de qualquer criatura, da forma do culto seria um exemplo de profanação e de ousada presunção; o culto realizado seria “vão”, como diz nosso Salvador concernente ao que não possui maior sanção que “os mandamentos de homens” — Thomas Ridgely, A Body of Divinity (New York: 1855), vol. 2, p. 433.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4439739779832966229?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4439739779832966229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4439739779832966229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-principio-regulador-do-culto-parte-2.html' title='O Princípio Regulador do Culto [Parte 2]'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-2086728986016048599</id><published>2009-05-01T16:57:00.006-03:00</published><updated>2009-05-01T18:04:10.326-03:00</updated><title type='text'>O Princípio Regulador do Culto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;[Nota explicativa: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;mesmo não sendo adepto da Teologia do Pacto (TP)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e sim da Teologia da Nova Aliança (TNA), como linha hermenêutica das Sagradas Escrituras, encontro-me muito mais "em casa" (pelo menos em alguns aspectos) quando o assunto é o culto divino entre os presbiterianos originais (seguidores do Princípio Regulador do Culto, PRC) que entre os próprios adeptos da TNA que não reconhecem a existência do PRC sob a Nova Aliança. A literatura do irmão Schwertley foi usada por Deus para abrir meus olhos enquanto ainda era ministro-leigo de uma paróquia anglicana em São Paulo. Além dele, G. I. Williamson foi fundamental. O texto integral será fracionado para sua melhor compreensão.]&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[Parte 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brian Schwertley&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;*&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Princípio Regulador da Escritura — s&lt;em&gt;ola Scriptura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Devido à natureza humana pecaminosa, o povo pactual de Deus não raro se desvia da verdade. É comum o homem perverter a verdadeira religião ao eliminar elementos considerados desagradáveis. Ele também a corrompe pela adição de idéias próprias. Essa tendência de deturpar a verdadeira religião, mediante adição ou subtração, constitui a razão de Deus ter advertido Israel de nada acrescentar ou retirar de sua Palavra:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes; para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá. Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando (Dt 4.1,2).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta passagem da Escritura — além de outras semelhantes a ela — forma a base da doutrina chamada &lt;em&gt;sola Scriptura&lt;/em&gt; [só a Escritura] dos reformadores protestantes. Isto é, somente a Bíblia é a autoridade final em todas as questões de fé e prática. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela. À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espírito, nem por tradições dos homens [...] há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da Igreja, comuns às ações e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras da Palavra, que sempre devem ser observadas.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="R1"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, tudo o que o homem faz deve ter por base mandamentos explícitos da Escritura deve ser deduzido de forma lógica ou clara (p. ex., exemplo histórico,&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;a name="R2"&gt; &lt;/a&gt;implicação etc.) ou, caso seja circunstancial, ser ordenado pela luz da natureza e da prudência cristã, de acordo com as regras gerais da Palavra (p.ex., tempo ou lugar de reunião etc.). O mandamento de Moisés, encontrado em Deuteronômio 4.2, é o Princípio Regulador divino, em sentido mais amplo. A autoridade final para o homem, e a marca d’água para a vida, está revelada na Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Princípio Regulador do Culto (PRC)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia é nossa única regra infalível concernente à fé e prática. Não há área da vida na qual essa verdade seja mais aplicável que no respeitante ao culto. Antes de entrar na terra prometida, Deus advertiu os israelitas da idolatria e do sincretismo (isto é, mistura) com os cultos pagãos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, depois que forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu. Assim não farás ao Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimaram no fogo aos seus deuses. Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás (Dt 12.30-32).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que não é ordenado pela Escritura no culto a Deus é proibido. Tudo o que a igreja realiza no culto deve ter base em um mandamento divino explícito, ser lógica e claramente deduzido dele, ou derivar-se de um exemplo histórico aprovado (p.ex., a alteração do sétimo dia para o dia do Senhor para o culto comunitário).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que na Antiga Dispensação nenhum aspecto do culto ou da disciplina da Igreja de Deus foi confiado à sabedoria ou ponderação humana — todas as coisas foram prescritas de modo objetivo pela autoridade divina —, também sob a Nova [Dispensação], nenhuma outra voz é ouvida na casa da fé, a não ser a do Filho de Deus. O poder da igreja é apenas ministerial e informativo. Ela deve apenas manter a doutrina, fazer cumprir as leis e executar o governo outorgado por Cristo. Nada do que o Senhor estabeleceu deve ser adicionado ou subtraído por ela. A igreja não possui poder discricionário.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O conceito corrente entre as igrejas protestantes é o da permissibilidade de tudo o que não é explicitamente proibido na Bíblia. Esse conceito era, e ainda é, aceito pelas igrejas luteranas e episcopais. As primeiras igrejas reformadas e protestantes rejeitaram esse conceito por não ser bíblico. A &lt;em&gt;Confissão de fé de Westminster&lt;/em&gt; diz:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;... o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo, e é tão limitado pela sua própria vontade revelada, que ele não pode ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens [...] ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que hoje designamos PRC não é algo inventado por João Calvino ou John Knox, mas se trata de um imperativo divino. É um aspecto crucial da lei divina:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dizemos que o mandamento de nada acrescentar é parte orgânica da lei toda, como lei e, portanto, toda adição humana ao culto divino, ainda que não contrarie nenhum mandamento de forma particular, é contrária ao mandamento geral de que nada deve ser adicionado.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Brian Schwertley é mestre em Teologia (Seminário Episcopal Reformado, 1984). Casado há mais de duas décadas com Andréa, é pai de cinco filhos. Ele pastoreia a Igreja Presbiteriana de Westminster de Waupaca, congregação da Igreja Presbiteriana de Westminster nos Estados Unidos. Foi preletor do Simpósio “Os Puritanos” em junho de 2001 no Recife (Brasil). Em português foram publicados, de sua autoria, &lt;em&gt;O modernismo e a inerrância bíblica&lt;/em&gt; (São Paulo: Os Puritanos, 2000, 64p.) e &lt;em&gt;Sola Scriptura e o Princípio Regulador do Culto&lt;/em&gt; (São Paulo: Os Puritanos, 2001, 207p.).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todas as referências bíblicas foram extraídas da Bíblia Sagrada: Edição Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original de João Ferreira de Almeida (São Paulo: Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Confissão de fé de Westminster&lt;/em&gt;, I.VI.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma circunstância de exemplo histórico é o culto público no dia do Senhor. Não existe mandamento explícito ou imperativo divino para alterar o culto público do sétimo dia (sábado) para o primeiro dia (domingo) da semana, registrado na Escritura. Entretanto, no Novo Testamento, a alteração do sétimo para o primeiro dia é registrada como fato consumado (At 20.7; 1Co 16.2; Ap 1.10). Nem todos os mandamentos divinos ou palavras proféticas foram incluídos na Bíblia. A prática universal da igreja apostólica, como o culto público no dia do Senhor, é obrigatória por causa da autoridade exclusiva conferida aos apóstolos (mediante revelação direta). Quando os apóstolos morreram, a revelação direta cessou e o cânon foi encerrado; agora, nossa doutrina, culto e todos os exemplos históricos estão limitados à Bíblia — a Palavra de Deus. Quem apela às tradições eclesiásticas, inventadas após o fechamento do cânon, para autorizar o estabelecimento de ordenanças relativas ao culto encontra-se, em princípio, em situação não muito melhor que a de Jeroboão filho de Nebate (1Rs 12.26-33). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;James H. Thornwell, &lt;em&gt;Collected Writings&lt;/em&gt; (Richmond: Presbyterian Committee of Publication, 1872), vol. 2, p. l63. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;XXI.I. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Thomas E. Peck, &lt;em&gt;Miscellanies&lt;/em&gt; (Richmond: Presbyterian Committee of Publication, 1895), vol. 1, p. 82.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-2086728986016048599?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2086728986016048599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/2086728986016048599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/05/o-principio-regulador-do-culto.html' title='O Princípio Regulador do Culto'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-3273318095144079667</id><published>2009-04-25T07:47:00.007-03:00</published><updated>2009-04-25T08:20:07.126-03:00</updated><title type='text'>Minha igreja segue os padrões do Novo Testamento?</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Darryl M. Erkel&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas igrejas afirmam que o Novo Testamento (NT) é a fonte de todas as suas práticas, mas o triste fato é que a maioria das igrejas autoproclamadas “evangélicas” praticam pouco do que foi estabelecido pelas Escrituras para as assembleias locais. Vamos mencionar apenas algumas delas; por favor, considere-as e pergunte-se: “Minha igreja pratica isto?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; O NT ensina que a igreja local deve ser pastoreada e ensinada por um grupo de homens que possuem características especificadas na Bíblia — conhecidos por anciãos [presbíteros].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atos 20.17,28: “De Mileto, Paulo mandou chamar os presbíteros da igreja de Éfeso [...] Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Tessalonicenses 5.12,13: “Agora lhes pedimos, irmãos, que tenham consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles. Vivam em paz uns com os outros”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Timóteo 5.17: “Os presbíteros que lideram bem a igreja são dignos de dupla honra, especialmente aqueles cujo trabalho é a pregação e o ensino”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hebreus 13.17: “Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas. Obedeçam-lhes, para que o trabalho deles seja uma alegria e não um peso, pois isso não seria proveitoso para vocês”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tiago 5.14: “Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Pedro 5.1-4: “Portanto, apelo para os presbíteros que há entre vocês, e o faço na qualidade de presbítero como eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, como alguém que participará da glória a ser revelada: pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho. Quando se manifestar o Supremo Pastor, vocês receberão a imperecível coroa da glória”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que a maioria das igrejas é pastoreada por um único homem (isto é, “o pastor”)? Por que tantas igrejas hoje denominam sua liderança de forma hierárquica “pastor titular” (“sênior”), “copastor” (“pastor auxiliar”) — se o NT não faz essa distinção entre os líderes congregacionais?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A despeito de todas as diretrizes do NT sobre os anciãos das igrejas locais, o assunto tem sido mal entendido ou ignorado. Várias igrejas evangélicas que afirmam sinceramente derivar sua estrutura eclesiástica na Sagrada Escritura sequer possuem um grupo de anciãos. Elas têm ignorado a supervisão pastoral da igreja exercida por um grupo de anciãos — conceito claramente estabelecido na Bíblia — e a substituíram pelo modelo centrado em um homem e que é biblicamente indefensável. Até mesmo a maior parte das igrejas presbiterianas (e outras que afirmam ser governadas pelo modelo bíblico de um grupo de anciãos) redefiniram o ancianato, de forma que seu propósito original e sua antiguidade nobre foram, na prática, eclipsados pelo ministro ordenado e seus auxiliares.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; O NT ensina que os líderes devem ser chamados dentre os homens habilitados que há na congregação.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atos 14.23: “Paulo e Barnabé designaram-lhes presbíteros em cada igreja; tendo orado e jejuado, eles os encomendaram ao Senhor, em quem haviam confiado”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2Timóteo 2.2: “E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tito 1.5: “A razão de tê-lo deixado em Creta foi para que você pusesse em ordem o que ainda faltava e constituísse presbíteros em cada cidade, como eu o instruí”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que nossas igrejas sempre procuram por pastores potenciais fora da congregação? Por que elas não ensinam e treinam homens visando à liderança pastoral? A prática corrente do comitê de avaliação de candidatos ao cargo pastoral baseia-se na Escritura ou em tradições humanas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos dias do NT, o ministério local era composto por pessoas chamadas para servir e liderar na congregação em que se encontravam. O ministério era exercido por homens oriundos da comunidade, e não por forasteiros que permanecem pouco tempo até se mudarem para a igreja seguinte. Hoje a igreja recorre a seminários ou a pessoas encarregadas para procurar por um ‘pastor’ mesmo a centenas e até milhares de quilômetros de distância. Além disso, a rotatividade dos pastores é intensa e muitos permanecem em uma igreja menos de cinco anos.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; O NT ensina que a reunião congregacional deve acontecer em um lugar onde os cristãos exercitem seus dons espirituais e se encorajem mutuamente ao amor e às boas obras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Romanos 12.6-8: “Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 12.4-14: “Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos. A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra de conhecimento; a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de curar, pelo único Espírito; a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, como quer. Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois em um só corpo todos nós fomos batizados emb um único Espírito: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um único Espírito. O corpo não é feito de um só membro, mas de muitos”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 14.12,26: “Assim acontece com vocês. Visto que estão ansiosos por terem dons espirituais, procurem crescer naqueles que trazem a edificação para a igreja […] Portanto, que diremos, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma revelação, uma palavra em uma língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Colossenses 3.16: “Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hebreus 10.24,25: “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Pedro 4.10,11: “Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que a maior parte de nós não diz e nem faz nada durante o culto? Por que nossas reuniões são eventos para espectadores em vez de participantes? Por que transferimos nossa responsabilidade de edificar e ministrar para clérigos profissionais? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Damos aos membros da igreja oportunidades adequadas para o exercício de seus dons? Nossas congregações seguem o exemplo de conduta das igrejas neotestamentárias? Ou há concentração excessiva nas mãos de ministros e clérigos? Vocês dizem: ‘Damos oportunidade para o exercício dos dons nos encontros durante a semana’, mas eu ainda pergunto: Manifestamos a liberdade da igreja do Novo Testamento? […] Quando se olha para a igreja do Novo Testamento, contrastando-a com a igreja atual — com nossas igrejas —, a diferença é estarrecedora. Na igreja do Novo Testamento percebe-se vigor e atividade; uma comunidade viva, cônscia de sua glória e responsabilidade, como se a igreja toda fosse uma força evangelística. A noção de pessoas indo à igreja para sentar-se, cruzar os braços e ouvir, e duas ou três pessoas ministrando é alheia ao Novo Testamento, e parece-me não fazer parte das características da igreja em tempos de despertar espiritual e avivamento.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; O NT ensina que a igreja local deve ser edificada e ministrada por todos os membros presentes — “o corpo não é feito de um só membro, mas de muitos” (1Co 12.14).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 14.12,26-31: “Assim acontece com vocês. Visto que estão ansiosos por terem dons espirituais, procurem crescer naqueles que trazem a edificação para a igreja […] Portanto, que diremos, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma revelação, uma palavra em uma língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja. Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar. Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus. Tratando-se de profetas, falem dois ou três, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito. Se vier uma revelação a alguém que está sentado, cale-se o primeiro. Pois vocês todos podem profetizar, cada um por sua vez, de forma que todos sejam instruídos e encorajados”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Efésios 4.16: “Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que, então, nossas reuniões são centralizadas em parte do corpo (isto é, “o pastor”)? Qual passagem do nt ensina que a ministração ou o sermão de um homem é o ponto principal das reuniões da igreja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; O NT ensina que todo cristão é ministro e sacerdote perante Deus.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Pedro 2.5,9: “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo [...] Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apocalipse 1.6: “[Jesus] nos constituiu reino e sacerdotes para servir a seu Deus e Pai. A ele sejam glória e poder para todo o sempre! Amém”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que continuamos a fazer distinção entre “clérigos” e “leigos”? Qual é a base bíblica para dividir o corpo de Cristo em duas classes? Além disso, se todo crente é ministro, por que não nos é permitido ministrar uns aos outros durante o culto? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Novo Testamento simplesmente não fala em termos de duas classes de cristãos — “ministros” e “leigos” — como faz hoje a maior parte dos cristãos. De acordo com a Bíblia, o povo (laos, “laicato”) de Deus compreende todos os cristãos, e todos os cristãos, pelo exercício dos dons espirituais, têm alguma “obra do ministério”. Assim, se quisermos ser bíblicos, teremos de dizer que todos os cristãos são leigos (povo de Deus) e todos são ministros. A dicotomia clérigo-leigo não é bíblica e distorce tanto as Escrituras como a prática e o testemunho da igreja. Ela cresceu como um acidente da história da igreja e, na realidade, sinaliza um desvio que a afastou da fidelidade bíblica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De fato, existia um sacerdócio profissional sagrado distinto nos dias do Antigo Testamento. Mas no Novo Testamento esse sacerdócio é substituído por duas verdades: Jesus Cristo é nosso grande sumo sacerdote e a igreja é um reino de sacerdotes (Hb 4.14; 8.1; 1Pe 2.9; Ap 1.6). A doutrina neotestamentária de ministério repousa, portanto, não sobre uma pedra fundamental rachada entre clérigos e leigos, mas sobre três pilares paralelos e complementares: o sacerdócio de todos os crentes, os dons do Espírito e o serviço no espírito de Jesus. Como comunidade ministerial, a igreja é composta de sacerdotes de Deus que são servos de Jesus Cristo e dotados pelo Espírito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, quase cinco séculos depois da Reforma, ainda é preciso colocar em prática todas as implicações da afirmação protestante do sacerdócio de todos os crentes. A dicotomia clérigo-leigo é um entulho direto do catolicismo romano pré-reforma e um retrocesso ao sacerdócio do Antigo Testamento. Esse é um dos principais obstáculos que impede que a igreja seja, de maneira efetiva, o agente divino do reino hoje, porque cria a falsa ideia de que só “homens santos”, ou seja, ministros ordenados, são realmente qualificados e responsáveis pela liderança e por um ministério significativo. No Novo Testamento, há distinções funcionais entre vários tipos de ministérios. Mas isso não justifica uma divisão hierárquica entre “clero” e “laicato”, nem mesmo o uso dessa linguagem.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; O NT ensina que a ceia do Senhor é uma refeição completa realizada durante uma reunião alegre e fraterna. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atos 2.46: “Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 10.16-22: “Não é verdade que o cálice da bênção que abençoamos é uma participação no sangue de Cristo, e que o pão que partimos é uma participação no corpo de Cristo? Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos de um único pão. Considerem o povo de Israel: os que comem dos sacrifícios não participam do altar? Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Porventura provocaremos o ciúme do Senhor? Somos mais fortes do que ele?”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 11.18-34: “Em primeiro lugar, ouço que, quando vocês se reúnem como igreja, há divisões entre vocês, e até certo ponto eu o creio. Pois é necessário que haja divergências entre vocês, para que sejam conhecidos quais dentre vocês são aprovados. Quando vocês se reúnem, não é para comer a ceia do Senhor, porque cada um come sua própria ceia sem esperar pelos outros. Assim, enquanto um fica com fome, outro se embriaga. Será que vocês não têm casa onde comer e beber? Ou desprezam a igreja de Deus e humilham os que nada têm? Que lhes direi? Eu os elogiarei por isso? Certamente que não! Pois recebi do Senhor o que também lhes entreguei: Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: ‘Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’. Da mesma forma, depois da ceia ele tomou o cálice e disse: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isso sempre que o beberem, em memória de mim’. Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor. Examine-se cada um a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação. Por isso há entre vocês muitos fracos e doentes, e vários já dormiram. Mas, se nós tivéssemos o cuidado de examinar a nós mesmos, não receberíamos juízo. Quando, porém, somos julgados pelo Senhor, estamos sendo disciplinados para que não sejamos condenados com o mundo. Portanto, meus irmãos, quando vocês se reunirem para comer, esperem uns pelos outros. Se alguém estiver com fome, coma em casa, para que, quando vocês se reunirem, isso não resulte em condenação. Quanto ao mais, quando eu for lhes darei instruções”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que transformamos a ceia do Senhor em um ritual elaborado e até místico? Por que a prática corrente assemelha-se mais a um funeral que a uma festa? Por que cremos que somente “clérigos ordenados” têm o direito de “administrar os sacramentos” se o NT não ensina assim?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ainda mais significativo é o fato de Paulo afirmar nesta passagem [1Co 11.20-22] que a ceia do Senhor é de fato uma refeição completa — não consiste simplesmente nos ‘elementos’. É evidente que Paulo tinha em mente uma refeição completa pela afirmação ‘enquanto um fica com fome, outro se embriaga’. Faria sentido se Paulo falasse assim sobre os ‘elementos’ (pão e vinho), já que a fome de ninguém é saciada com um pedacinho de pão, tampouco poderia alguém se embriagar com uma pequena taça de vinho? Não há dúvida de que a ceia do Senhor [descrita em 1Co 11] era uma refeição partilhada pelos cristãos mais abastados antes da chegada dos pobres...&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Existe a pressuposição comum entre o povo de Deus de que, como resultado de seu chamado, os pastores lhes conferem a presença sacramental de Cristo. Os ministros ordenados são dotados de uma aura sagrada inatingível aos crentes comuns. Este mito criou o sacerdócio dentro do sacerdócio […] Em outras palavras, criamos a ficção de que as pessoas com vestes clericais possuem o manto de Cristo devido à sagrada ordem na qual ingressaram […] A menos que transfiramos o papel sacerdotal da elite para a totalidade dos crentes, o ministério não poderá ser devolvido ao povo de Deus. Em parte alguma do Novo Testamento existe ênfase sobre um grupo de pessoas que mediam a presença de Cristo. O foco está sobre o povo sacramental e não sobre o pastor sacramental [...] É importante salientar que em nenhuma parte do Novo Testamento há um grupo especialmente separado para proteger e administrar os sacramentos. A liderança não possui papel exclusive na liturgia e na adoração [...] A ceia do Senhor é uma refeição comunitária, e Paulo espera que a comunidade aja coerentemente com a morte sacrificial de Jesus simbolizada por esses elementos como preço de compra de uma nova comunidade. Colocá-la nas mãos de uns poucos destruiria o senso comum da participação de todos no sacrifício de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Jesus ensinou que seu povo não deveria fazer uso de títulos honoríficos para destacar algumas pessoas dos demais irmãos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mateus 23.6-12: “[Os mestres da lei e os fariseus (v.2)] gostam do lugar de honra nos banquetes e dos assentos mais importantes nas sinagogas, de serem saudados nas praças e de serem chamados ‘rabis’. Mas vocês não devem ser chamados ‘rabis’; um só é o Mestre de vocês, e todos vocês são irmãos. A ninguém na terra chamem ‘pai’, porque vocês só têm um Pai, aquele que está nos céus. Tampouco vocês devem ser chamados ‘chefes’, porquanto vocês têm um só Chefe, o Cristo. O maior entre vocês deverá ser servo. Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Marcos 10.35-45: “Nisso Tiago e João, filhos de Zebedeu, aproximaram-se dele e disseram: ‘Mestre, queremos que nos faças o que vamos te pedir’. ‘O que vocês querem que eu lhes faça?’, perguntou ele. Eles responderam: ‘Permite que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e o outro à tua esquerda’. Disse-lhes Jesus: ‘Vocês não sabem o que estão pedindo. Podem vocês beber o cálice que eu estou bebendo ou ser batizados com o batismo com que estou sendo batizado?’ ‘Podemos’, responderam eles.Jesus lhes disse: ‘Vocês beberão o cálice que estou bebendo e serão batizados com o batismo com que estou sendo batizado; mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não cabe a mim conceder. Esses lugares pertencem àqueles para quem foram preparados’. Quando os outros dez ouviram essas coisas, ficaram indignados com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: ‘Vocês sabem que aqueles que são considerados governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo de todos. Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos’ ”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que, então, tantos líderes eclesiásticos hoje se rotulam com pompa, autodenominando-se “reverendo”, “ministro”, “bispo”, “pastor” e “pastor titular” (“sênior”)? Qual é a necessidade de prefaciar seus nomes com tais títulos — principalmente quando o nt proíbe essa prática?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Existiam profetas, mestres, apóstolos, pastores evangelistas, líderes, anciãos (presbíteros) e diáconos na igreja primitiva, mas esses termos não eram usados como títulos formais. Por exemplo, todos os cristãos são santos, mas não existe um ‘são João’. Todos são sacerdotes, mas ninguém é um ‘sacerdote Filipe’. Alguns são anciãos, mas não existe um ‘ancião Paulo’. Alguns são pastores, mas não existe um ‘pastor Tiago’. Alguns são diáconos, mas não existe nenhum ‘diácono Pedro.’ Alguns são apóstolos, mas não existe um ‘apóstolo André’. Em vez de honrar pessoas pelo uso de títulos e posições, os crentes do Novo Testamento eram honrados primariamente por seu serviço e trabalho (At 15.26; Rm 16.1,2,4,12; 1Co 16.15,16,18; 2Co 8.18; Fp 2.29,30; Cl 1.7; 4.12,13; 1Ts 5.12; 1Tm 3.1). Os primeiros cristãos referiam-se uns aos outros por seus nomes — Timóteo, Paulo, Tito etc. — ou referiam-se a uma característica ou trabalho especial do indivíduo: ‘... Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo...’ (At 6.5); Barnabé, ‘... um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé...’ (At 11.24); ‘... Filipe, o evangelista...’ (At 21.8); ‘Saúdem Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus’ (Rm 16.3); ‘Saúdem Maria, que trabalhou arduamente por vocês’ (Rm 16.6) etc. O rol de títulos eclesiásticos que acompanham os nomes dos líderes cristãos de hoje inexiste no Novo Testamento, e os apóstolos e os primeiros cristãos ficariam estarrecidos por causa deles.&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; O NT ensina que os cristãos devem praticar a hospitalidade para com seus irmãos na fé e para com os de fora.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mateus 25.34-40: “Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Romanos 12.13: “Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Timóteo 6.18: “Ordene-lhes que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos a repartir”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tito 3.8,14: “Fiel é esta palavra, e quero que você afirme categoricamente essas coisas, para que os que crêem em Deus se empenhem na prática de boas obras. Tais coisas são excelentes e úteis aos homens [...] Quanto aos nossos, que aprendam a dedicar-se à prática de boas obras, a fim de que supram as necessidades diárias e não sejam improdutivos”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hebreus 13.2: “Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Pedro 4.9: “Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que a maior parte de nós raramente abre o lar para outras pessoas? Por que tantos cristãos ignoram as necessidades físicas dos irmãos? Por que a hospitalidade é uma virtude esquecida na maior parte das igrejas? Com essa evidente falta de amor e preocupação em relação ao próximo, alguém ainda estranha por que algumas comunidades estejam apáticas e decadentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; A igreja primitiva se reunia quase exclusivamente em casas, não em edifícios maiores.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atos 20.20: “Vocês sabem que não deixei de pregar-lhes nada que fosse proveitoso, mas ensinei-lhes tudo publicamente e de casa em casa”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Romanos 16.5: “Saúdem também a igreja que se reúne na casa deles. Saúdem meu amado irmão Epêneto, que foi o primeiro convertido a Cristo na província da Ásia”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1Coríntios 16.19: “As igrejas da província da Ásia enviam-lhes saudações. Áquila e Priscila os saúdam afetuosamente no Senhor, e também a igreja que se reúne na casa deles”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Colossenses 4.15: “Saúdem os irmãos de Laodiceia, bem como Ninfa e a igreja que se reúne em sua casa”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filemom 2: “à irmã Áfia, a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que se reúne com você em sua casa”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2João 10: “Se alguém chegar a vocês e não trouxer esse ensino, não o recebam em casa nem o saúdem”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, por que sentimos a necessidade de gastar grandes somas do dinheiro dedicado a Deus na construção de templos e catedrais que serão usados uma ou duas vezes por semana? Isto constitui boa mordomia dos recursos financeiros providos por Deus? Por que tantas igrejas dispõem de grandes somas para a construção de templos, para a folha salarial de seus pastores e a preservação de seu patrimônio e quase nada é destinado às missões, aos pobres e a outros bons ministérios? O que esta prática revela sobre nossas prioridades?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que temos tradições e práticas herdadas em nossas igrejas para as quais não há base no NT. Infelizmente, a maior parte de nós jamais procurou investigá-las. Mas se desejarmos a genuína renovação eclesiástica, precisamos repensar o conceito de “igreja” e procurar conformidade com os padrões e princípios do NT.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Você está pronto para o desafio e desejoso de “por à prova todas as coisas e ficar com o que é bom?” (1Ts 5.21; cf. At 17.11). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há um caminho mais excelente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alexander Strauch, &lt;em&gt;Biblical Eldership&lt;/em&gt;, Littleton: Lewis &amp;amp; Roth Publishers, 1986, p. 12.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carl B. Hoch Jr., &lt;em&gt;All Things New&lt;/em&gt;, Grand Rapids: Baker Book House, 1995, p. 239-40.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; David Martyn Lloyd-Jones, &lt;em&gt;Knowing the Times&lt;/em&gt;, Carlisle: The Banner of Truth Trust, 1989, p. 195-6.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Howard A. Snyder, &lt;em&gt;A comunidade do Rei&lt;/em&gt;, São Paulo: ABU, 2004, p.102-3.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Rethinking the Lord’s Supper, &lt;em&gt;New Testament Restoration Newsletter&lt;/em&gt;, July 1992, vol. 2, part 3, #3, p. 2.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Greg Ogden, &lt;em&gt;The New Reformation&lt;/em&gt;, Grand Rapids: Zondervan, 1990, p. 76-81.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;em&gt;Biblical Eldership&lt;/em&gt;, Littleton: Lewis &amp;amp; Roth Publishers, 1986, p. 259.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.5solas.org/media.php?id=82"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.5solas.org/media.php?id=82&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-3273318095144079667?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3273318095144079667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3273318095144079667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/04/minha-igreja-segue-os-padroes-do-novo.html' title='Minha igreja segue os padrões do Novo Testamento?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-4912030423385820173</id><published>2009-04-22T11:30:00.000-03:00</published><updated>2009-04-22T11:31:55.099-03:00</updated><title type='text'>Um plano maravilhoso ou um propósito eterno?</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Jim Byrd&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas dizem: “Deus possui um plano maravilhoso para sua vida, mas esse plano só poderá se tornar realidade quando você permitir que Deus faça o que ele deseja”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que tipo de deus requer sua cooperação antes de poder agir? Que tipo de divindade possui um plano maravilhoso, mas suas criaturas não lhe permitem fazer o que ele deseja? Na verdade, essa divindade não é deus, apenas um ídolo proveniente da vã imaginação humana. O que as Escrituras dizem a respeito de Deus e de seu propósito? “Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (Ef 1.11).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não leio em sua Palavra que ele possui plano maravilhoso, mas constato a impossibilidade da frustração de seu propósito eterno, imutável e infalível: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” (Is 46.10b).&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.sermonaudio.com/new_details3.asp?ID=20323"&gt;http://www.sermonaudio.com/new_details3.asp?ID=20323&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-4912030423385820173?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4912030423385820173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/4912030423385820173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/04/um-plano-maravilhoso-ou-um-proposito.html' title='Um plano maravilhoso ou um propósito eterno?'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-9178318275273389452</id><published>2009-04-13T09:04:00.006-03:00</published><updated>2009-04-13T09:33:29.873-03:00</updated><title type='text'>Jeová e Satã</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffff99;"&gt;[&lt;em&gt;Nota de esclarecimento&lt;/em&gt;: Este texto &lt;strong&gt;não representa&lt;/strong&gt; na íntegra meu pensamento sobre o assunto. Discordo do pragmatismo de sua teleologia experimental, mas concordo com o aspecto central: Deus é o criador de todas as coisas, incluindo-se o mal e o mau. A apresentação deste artigo objetiva apenas incitar a reflexão dos leitores sobre a questão.]&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há um único Deus verdadeiro; apenas um: “Ouça, Israel, Jeová é nosso Deus, Jeová é o único” (Dt 6.4). As Escrituras nos dizem: “Não sigam outros deuses, os deuses dos povos que houver ao redor de vocês, pois Jeová seu Deus é um Deus zeloso no meio de você, para que a ira de Jeová seu Deus se não acenda contra você e o destrua de sobre a face da terra” (Dt 6.14,15); “ ... e entendam que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou Jeová, e fora de mim não há Salvador” (Is 43.10,11). Portanto, é claro a partir do testemunho das Escrituras “que não há outro Deus, senão um só” (1Co 8.4).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pelo fato de existir apenas um Deus, Jeová, ele é também o Criador? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Descubramos exatamente quem é o Criador. O primeiro versículo das Escrituras hebraicas nos diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. Pelo fato de o vocábulo Deus ser um título, fazem-se necessárias mais informações para a identificação do Criador. Lê-se em Gênesis 2.4: “Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que Jeová Deus fez a terra e os céus”. Evidencia-se nesta passagem que o Deus de Gênesis 1.1 é de fato Jeová; ele é o Criador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apenas o Criador é autoexistente (o original não originado). Ele é o primeiro de todas as coisas (Is 41.4), e apenas ele é o Criador (Sl 146.5,6). Sendo este um ensinamento básico, extraído das Escrituras, conclui-se que todas as coisas derivam a existência de Jeová.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A serpente também é um produto da criação dele: “E a serpente era mais astuta que todos os animais do campo que Jeová Deus tinha feito” (Gn 3.1). Note bem: este é o mesmo ser criado que conversou com a mulher, Eva, e a conduziu à desobediência a Jeová no jardim do Éden. A semente (os descendentes) da serpente e a semente da mulher, Eva (e de Adão), manterão ódio recíproco (Gn 3.15). Em outras palavras, a “pressão maligna” imposta aos descendentes de Adão e Eva (os adamitas) pelos descendentes da serpente é contínua, resultando em ódio. Os descendentes da serpente serão “adversários” permanentes dos adamitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que consideremos com seriedade a questão de Jeová ter criado a serpente, pois nela repousa toda a causa da entrada do pecado de Adão no plano estabelecido para a criação (o mundo). Evidencia-se que Jeová é um Deus que estabeleceu propósitos. Ele disse: “Meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade” (Is 46.10b) e “... criei o assolador, para destruir” (Is 54.16). A serpente e seus descendentes fazem parte do plano e foram criados para realizar um propósito específico segundo a vontade do Criador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Teria Jeová criado a serpente e seus descendentes apenas como um experimento? Sendo ele o Criador onisciente, ele já sabia do resultado, e tudo aconteceu como ele planejou. Jeová não criou o universo e depois o abandou à própria sorte para ver no que daria. Não, ele realiza todas as coisas de acordo com o conselho da sua vontade (Ef 1.11) Sim, sua vontade. Ele observa cada uma de suas criaturas bem de perto. Nada ocorre sem seu conhecimento de antemão. Jeová sabe o que ocorrerá no fim desde o princípio, como se já tivesse acontecido. Seu conhecimento é ilimitado (Is 46.10). Ele é tão forte e poderoso que o adversário lhe obedece as ordens (Jó 1.6-12; 2.1-8). Não há competição, luta ou rixa entre os dois, nem comparação de poderes. Satã, o adversário, é apenas um reflexo do poder procedente de Jeová. Jeová poderia por meio de um simples gesto, eliminar o poder e a autoridade de Satã, o adversário, se assim desejasse. A Escritura assevera que Jeová governa o mal encontrado no universo e é, em última instância, o responsável por ele. Sim, sem dúvida, Jeová é todo-poderoso, o Todo-Poderoso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jeová em sua sabedoria determinou a necessidade de um adversário, um oponente, alguém que trabalhasse contra seus planos, e tentasse subverter seu propósito de salvar e de receber o louvor de toda a criação. Assim, percebe-se que o adversário, e o próprio mal, encontra-se nos planos de Jeová. Sem a oposição, Jeová jamais demonstraria sua superioridade, seu amor. Quando se pensa sobre o assunto, ele se torna algo simples. Jeová precisava do pecado e da impiedade a fim de ter a oportunidade de mostrar à criação (o mundo), seu excelso poder sobre os adversários — i.e. Satã e seus asseclas. Caso o faraó do Egito não tivesse sido instigado por um espírito maligno, ele não teria retido os filhos de Israel na escravidão. Tudo isso aconteceu para Jeová demonstrar à criação seu poder sobre o adversário. Paulo diz que o faraó foi levantado com esse mesmo propósito (Rm 9.17; Êx 9.16). O coração do faraó foi endurecido por Jeová (Gn 10.1,2).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há na Escritura o registro de muitas ocorrências em que Jeová usou um adversário para lhe cumprir os propósitos. É evidente que até Judas não teria força por si só para trair Jesus, o Redentor, e que ele foi fortalecido pelo adversário (Lc 22.3). Apenas nesse momento ele foi capaz de trair Jesus. O plano de Jeová foi cumprido dessa forma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jamais poderíamos apreciar o bem, se ele não fosse contrastado com o mal. Se não conhecêssemos as trevas, não apreciaríamos a luz. É necessário sentir fome para deliciar-se com uma boa refeição. Jeová jamais teria conseguido realizar seu grande propósito sem a existência do contraste na criação, como o mal e a impiedade. O médico jamais será reconhecido em sua profissão se não encontrar pessoas doentes. Tampouco Jeová seria louvado pela libertação provida “do pecado” se ninguém estivesse perdido “no pecado”. Nada pode ser alcançado sem o contraste. No entanto, o pensamento reconfortante é que Jeová, por meio de quem tudo existe, não só é capaz de transformar todo o mal, a impiedade e o pecado em bem, como o fará. Não causa admiração as Escrituras nos dizerem: “Certamente a cólera do homem redundará em teu louvor...” (Sl 76.10a).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A “cristandade” prefere nos fazer incorrer no erro de acreditar que Satã foi inicialmente um anjo que decaiu do primeiro estado. Entretanto, João afirma que o inimigo peca desde o princípio (1Jo 3.8). Se Satã tivesse sido criado anjo, e então caído sem o conhecimento, a atenção ou o controle de Jeová, por um ato independente de sua vontade, poderiam os habitantes do céu (e da terra), sentir-se a salvo em algum momento, sem saber quando um dos outros anjos poderosos poderia, pela própria autoridade, decidir tornar-se mal e destruir a totalidade do plano e do propósito divino? Claro que não. As Escrituras nos dizem: seja Jeová verdadeiro e todo homem mentiroso. Creiamos que Jeová é de fato verdadeiro, e que “faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade” (Ef 1.11).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todas as coisas? É o que diz o texto. Então devemos crer que Jeová atua em todo o universo, em toda a criação, e detém controle absoluto, dirigindo tudo que acontece. Por que deveríamos tentar eliminar a associação de Jeová com o mal, quando ele mesmo diz: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, Jeová, faço todas estas coisas (Is 45.7).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jeová fez todas as coisas para atender aos próprios desígnios, até o ímpio para o dia do mal (Pv 16.4).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eis que os céus e os céus dos céus são de Jeová seu Deus, a terra e tudo o que nela há (Dt 10.14).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vejam agora que eu, eu o sou, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão (Dt 32.39).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jeová é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. Jeová empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó, e desde o monte de lixo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque de Jeová são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo (1Sm 2.6-8).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ah! Jeová, Deus de nossos pais, porventura não és tu Deus nos céus? Não és tu que dominas sobre todos os reinos das nações? Na tua mão há força e potência, e não há quem te possa resistir (2Cr 20.6).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu fiz a terra, o homem, e os animais que estão sobre a face da terra, com o meu grande poder, e com o meu braço estendido, e a dou a quem é reto aos meus olhos. E agora eu entreguei todas estas terras na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, meu servo; e ainda até os animais do campo lhe dei, para que o sirvam (Jr 27.5,6).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com ele está a força e a sabedoria; seu é o que erra e o que o faz errar (Jó 12.16).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;... o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre ele (Dn 4.17).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tua é, Jeová, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Jeová, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos (1Cr 29.11).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim, o adversário, nosso oponente, foi criado astuto e matreiro, e enganaria os próprios eleitos se lhe fosse possível. Entretanto, ele jamais terá sucesso em desfazer qualquer coisa proposta por Jeová: “Com ele está a força e a sabedoria; seu é o que erra e o que o faz errar. Aos conselheiros leva despojados, e aos juízes faz desvairar” (Jó 12.16,17). O adversário foi acorrentado, e sua atuação foi limitada por causa do Messias (que redimiu Israel), por isso não pode mais comparecer diante de Jeová. Esse “perseguidor, nosso acusador” está agora confinado à terra, e mesmo aqui, pode dirigir-se apenas até o limite imposto “por suas correntes”. No caso das aflições de Jó, (antes da vinda do Messias) Jeová indicou-lhe o limite a que poderia chegar, e ele não o ultrapassou. Nos casos em que Jeová lhe disse o que fazer, ele obedeceu. O adversário (Satã) e seus asseclas estão — todos — sujeitos a Jeová, e encontram-se totalmente sob o controle de seu Criador. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, retenhamos o fato de que a carreira de Satã é temporária. Ela findará no tempo designado por Jeová, de acordo com a totalidade de seu plano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://assemblyoftrueisrael.com/YahwehandSatan.html"&gt;http://assemblyoftrueisrael.com/YahwehandSatan.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-9178318275273389452?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/9178318275273389452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/9178318275273389452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/04/jeova-e-sata.html' title='Jeová e Satã'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-3436731145390691218</id><published>2009-04-03T21:05:00.005-03:00</published><updated>2011-05-13T21:48:23.141-03:00</updated><title type='text'>Declaração dos direitos de Deus</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Marcos Granconato&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 1.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de permanecer calado (Jó 30.20).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 2.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de dar ao homem o que quiser, bem como de tirar das pessoas o que bem lhe aprouver (Jó 1.21).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 3.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de criar indivíduos com defeitos físicos sem revelar as razões disso (Ex 4.11).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 4.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de fazer adoecer e de tirar a vida de pessoas inocentes, inclusive crianças (2Sm 12.15-18).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 5.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de trazer desgraças e calamidades sobre grandes populações, sempre que, à luz de seus desígnios insondáveis e soberanos, julgar isso necessário (Ex 12.29-30; Is 45.7).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 6.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de elevar homens ímpios à posição de líderes governamentais a fim de usá-los para a realização de seus planos perfeitos e sábios (Dn 4.17; Jo 19.10-11).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 7.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de disciplinar seus filhos como e quando quiser (Hb 12.10-11; Ap 3.19).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 8.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de dizer “não” como resposta às orações dos homens (Dt 3.23-26; 2 Co 12.7-9).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 9.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de exigir dos seus servos tudo o que quiser, sem ter que dar nada em troca e sem prejuízo do disposto no artigo anterior (Gn 22.1-2).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 10.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de rejeitar cultos manchados por irreverência, por desordem e por práticas que ele nunca exigiu de seus adoradores (Is 1.11-15; 1Co 14.40).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 11.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de endurecer o coração de quem quiser (Rm 9.18).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 12.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de criar pessoas destinadas para o castigo (Rm 9. 21-22).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 13.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo do homem perdido (Mt 10.28; Ap 1.18).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 14.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de escolher pessoas para com elas usar de misericórdia (Rm 9.15,18).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 15.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de impor-se acima da vontade humana, desconsiderando-a e desprezando-a sempre que se chocar com seus desígnios imutáveis (Jó 11.10; Is 43.13; 46.10).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 16.°:&lt;/strong&gt; Deus tem o direito de ser louvado, amado e adorado, inclusive quando exerce todos os direitos elencados nos artigos anteriores (Jó 1.21; Ap 14.6-7).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo 17.°:&lt;/strong&gt; Os direitos supracitados são irrevogáveis e irretratáveis, independentemente do inconformismo dos homens ou mesmo quando ameaçam sua liberdade, devendo ser proclamados e defendidos pela Igreja no exercício de suas atribuições, sob pena de rompimento com o cristianismo histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;[Extraído do boletim semanal da Igreja Batista Redenção (Ano 68 n.º 492)]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;a href="http://www.igrejaredencao.org.br/"&gt;http://www.igrejaredencao.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-3436731145390691218?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3436731145390691218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3436731145390691218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/04/declaracao-dos-direitos-de-deus.html' title='Declaração dos direitos de Deus'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-9147520781825190465</id><published>2009-03-28T09:15:00.005-03:00</published><updated>2009-04-23T07:06:30.413-03:00</updated><title type='text'>Eleição e reprovação</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vincent Cheung&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sabemos, irmãos, amados de Deus, que ele os escolheu… (1Ts 1.4&lt;em&gt;a&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A soberania de Deus é fundamental para a teologia cristã. Isso se dá porque “Deus” não é uma palavra ou um som vazio, mas se refere a uma pessoa com características definidas, e uma delas é a qualidade única da soberania absoluta e exaustiva sobre todas as coisas, incluindo-se cada ocorrência na criação, e mesmo todo pensamento e decisão da mente humana. Esta característica da soberania o define, e por ser o que é — uma qualidade absoluta e exaustiva — exclui todos os referentes possíveis, de modo que o vocábulo “Deus” faz referência a um ser apenas, ou seja, o possuidor da qualidade da soberania total.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por extensão, a doutrina da eleição constitui o fundamento da soteriologia cristã por ser uma aplicação da soberania de Deus à salvação de indivíduos. A doutrina afirma que na eternidade, antes da criação do universo, Deus escolheu um número imutável de indivíduos específicos para a salvação em Cristo, e o fez sem basear sua decisão na fé ou nas obras, ou em qualquer outra condição, dos indivíduos selecionados. Em vez de escolher um indivíduo por causa da fé prevista, o indivíduo eleito recebe a fé pelo fato de Deus o ter escolhido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O arminianismo opõe-se a esta doutrina bíblica. Seus proponentes transformam a eleição divina m uma reação de Deus ao que nós escolhemos, de forma que nossa escolha por Cristo é logicamente anterior a Deus nos eleger — meros seres humanos determinam a vontade de Deus relativa à salvação. Contra essa heresia, Paulo declara: “Sabemos, irmãos, amados de Deus, que ele os escolheu”. Deus é quem escolhe de maneira soberana os eleitos, de modo que Paulo diz: “ele os escolheu”, e não “ele aprovou a escolha de vocês”. Se Deus meramente aceitasse nossa escolha, seguir-se-ia ele não nos teria elegido em nenhum sentido real do termo. No entanto, Jesus disse: “Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi” (Jo 15.16). Portanto, o arminianismo é falso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O corolário da eleição é a reprovação. Como Deus escolheu indivíduos para a serem salvos, ele também, de forma deliberada e individual (isto é, “por nome”), decretou a condenação dos demais. Muitas pessoas que afirmam a doutrina da eleição rejeitam, no entanto, a doutrina da reprovação. Porém, como a eleição é a conclusão necessária da soberania de Deus, a reprovação também é verdadeira por nada menos que a lógica necessária, ainda que seja sustentada pelo ensino bíblico. Quem rejeita esta doutrina o faz tomando por base o preconceito irracional em lugar do argumento bíblico ou da inferência lógica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma objeção comum é que essa doutrina bíblica da soberania divina remove ou contradiz a responsabilidade moral responsabilidade do homem. Isto é, se Deus controla todas as coisas, incluindo-se a crença, os pensamentos, as decisões e as ações dos seres humanos, então, para algumas pessoas, o homem não seria moralmente responsável por nada. Entretanto, o homem é responsável precisamente pelo fato de Deus ser soberano, pois responsabilidade pessoal significa a prestação de contas de suas ações, e ela será recompensada ou punida de acordo com um padrão de certo e errado. Portanto a responsabilidade moral diz respeito a Deus ter decretado o juízo final, e a seu poder para pôr em prática esse decreto. Ele não depende do “livre-arbítrio” humano. Na verdade, pelo fato de a responsabilidade humana depender da soberania divina, e pelo fato de a soberania divina realmente contradizer a liberdade humana (e não a responsabilidade humana), isso significa que o homem é responsável precisamente por não ser livre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O homem é responsável, pois Deus recompensará a obediência e punirá a rebeldia, mas isso não significa que o homem é livre para obedecer ou rebelar-se. A autonomia é uma ilusão. Romanos 8.7 explica: “A mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo”. A Bíblia jamais ensina que o homem é responsável por seus pecados pelo fato de ser livre. Ou seja: o homem é responsável por seus pecados não pela capacidade de proceder de outra forma — este versículo diz que ele não é livre; mesmo assim, ele permanece pecador. A responsabilidade do homem não diz respeito à sua liberdade, mas à decisão divina de considerá-lo responsável. E o homem é responsável porque Deus decidiu julgá-lo por seus pecados. Assim, a doutrina da responsabilidade humana não depende do ensinamento antibíblico do livre-arbítrio, mas da soberania absoluta de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão passa para o âmbito da justice, ou seja: se é justo Deus punir as pessoas predestinadas à condenação. Paulo antecipa essa pergunta em Romanos 9.19, escrevendo: “Mas algum de vocês me dirá: ‘Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?’”, e responde: “Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: ‘Por que me fizeste assim?’” (v. 20). Deus reina com autoridade absoluta; ninguém pode deter seus planos, e ninguém possui o direito de questioná-lo. Isso é verdade pelo fato de Deus ser o criador de todas as coisas, e de possuir o direito de fazer o que quiser com sua criação: “O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?” (v. 21).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Paulo continua: “E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição? Que dizer, se ele fez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória...” (v. 22,23). Ele ainda responde à questão mencionada no versículo 19: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?”. Em primeiro lugar, nega ao homem o direito de questionar a Deus; mesmo assim, ele passa a responder à objeção. E escreve que sendo Deus soberano, ele pode fazer o que desejar, e isso inclui a criação de alguns vos destinados à glória e outros destinados à destruição. Pedro firma a respeito de quem rejeita a Cristo: “… tropeçam porque desobedecem à mensagem; para o que também foram destinados” (1Pe 2.8). Quer os eleitos se regozijem nessa doutrina, quer os não-eleitos a detestem, de qualquer forma, ela é verdadeira e ninguém pode fazer nada a respeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão da justiça é suscitada em oposição à doutrina da reprovação por uma falha de raciocínio. Sob formas diversas, a objeção resume-se ao seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. A Bíblia ensina que Deus é justo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. A doutrina da reprovação é injusta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Portanto a Bíblia não ensina a doutrina da reprovação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a segunda premissa é afirmada sem nenhuma garantia. De acordo com qual padrão de justiça alguém pode avaliar a justiça ou a injustiça da doutrina da reprovação? Contratando com o exposto acima, os cristãos raciocinam da seguinte forma:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. A Bíblia ensina que Deus é justo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. A Bíblia ensina a doutrina da reprovação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Portanto, a doutrina da reprovação é justa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ponto essencial é a afirmação bíblica dessa doutrina; ninguém deve presumi-la justa ou injusta de antemão. Deus é o único padrão de justiça, e a Bíblia afirma a doutrina da reprovação. Isso significa, portanto, que a doutrina da reprovação é justa por definição. Como disse Calvino:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Pois a vontade de Deus é a tal ponto a suprema regra de justiça, que tudo quanto queira, uma vez que o queira, tem de ser justo. Quando, pois, se pergunta por que o Senhor agiu assim, há de responder-se: Porque o quis. Porque, se prossigas além, indagando por que ele o quis, buscas algo maior e mais elevado que a vontade de Deus, o que não se pode achar. Portanto, contenha-se a temeridade humana e não busque o que não existe, para que não venha, quem sabe, a acontecer que aquilo que existe não ache.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como os eleitos vão a Cristo por meio de um chamado irresistível, “pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele” (Fp 2.13), os réprobos de forma nenhuma são autônomos — mesmo em relação a seus pecados. Deus dirige os pensamentos das pessoas “como um rio [...] para onde quer” (Pv 21.1), e não há livre-arbítrio.&lt;br /&gt;É inútil repetir a objeção absurda de que Deus permite a ocorrência de algumas ações, mas não as deseja, pois Calvino diz: “Mas, por que diremos que o permite, senão porque assim o quer?”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Pelo fato de Deus controlar e suster todas s coisas, qual é o sentido de dizer que ele apenas permite algo a não ser no sentido de que ele o deseja e causa? Isto é, dizer que Deus “permite” nada mais é que uma maneira ambígua de afirmar que Deus “permite” a si mesmo causar alguma coisa. Não há distinção entre causação e permissão em Deus; a menos que ele deseja determinada ocorrência, ela jamais acontecerá (Mt 10.29).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A eleição e a reprovação de pessoas pertencem ao conselho secreto de Deus, de forma que os membros de cada grupo não possuem lista para exibição pública. Portanto, com que base Paulo afirma: “Sabemos, irmãos, amados de Deus, que ele os escolheu” (1Ts 1.4)? Paulo alista as indicações de que seus leitores foram eleitos por Deus para a salvação nos versículos subsequentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Excerto de &lt;em&gt;Commentary on 1 &amp;amp; 2 Thessalonians&lt;/em&gt;.]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;João Calvino, &lt;em&gt;As institutas da religião cristã&lt;/em&gt; (São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2003), Livro III, cap. XXIII, 2).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8315769327538001016#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Ibid.&lt;/em&gt;, Livro III, cap. XXIII, 8.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.vincentcheung.com/2008/12/18/eleiction-and-reprobation/"&gt;http://www.vincentcheung.com/2008/12/18/eleiction-and-reprobation/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-9147520781825190465?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/9147520781825190465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/9147520781825190465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/03/eleicao-e-reprovacao.html' title='Eleição e reprovação'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-5344459207284451025</id><published>2009-03-26T22:17:00.007-03:00</published><updated>2009-03-26T22:40:57.497-03:00</updated><title type='text'>Deus controla o mal</title><content type='html'>&lt;u&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Kyle Baker&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Escritura afirma que Deus é justo e não há mal nele. João diz que Deus é luz e nele não há treva alguma (1Jo 1.5). Entretanto, esta maravilhosa verdade não infere que Deus tenha criado o mal. Mesmo não sendo mau, ele criou o mal (Is 45.7). Deus não apenas criou o mal, como também decretou as ações de sua criação de forma tal que o mal cumpra seu bom propósito. Deus, em seu plano providencial, usa o mal para dar glória a si mesmo por meio do Senhor Jesus Cristo; ele usa o mal para apresentar seus atributos; ele usa o mal condenar os réprobos; ele usa o mal para cumular os eleitos de riquezas da graça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que significa o fato de Deus ter criado o mal? É o mal uma substância palpável? É um objeto auto-existente? De acordo com a Escritura, o mal procede do coração. Do bom coração procedem coisas boas e do coração mau procedem coisas más. A afirmação “Deus criou o mal” implica ter Deus trazido à existência um coração mau, porque um inexiste sem o outro. O coração mau é de onde o mal flui. O mal não subsiste à parte da prática do que é mau — objetos inanimados como rochas ou árvores não podem ser moralmente maus da mesma forma que não podem ser moralmente bons; o mal pode provir apenas de indivíduos que pensam e agem, como homens ou anjos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;aa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Pois cada árvore se conhece pelo seu fruto. Os homens não colhem figos dos espinheiros, nem dos abrolhos vindimam uvas. O homem bom do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau do mau tesouro tira o mal; porque a sua boca fala o de que está cheio o coração (Lc 6.43-45).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma distinção importante. Examinemos mais de perto as palavras do Senhor. Ele declara que a árvore é boa ou má, e é a árvore que dá fruto mau ou bom. Se imaginarmos esse cenário com árvores e frutos literais, físicos, ficará claro que a árvore deve existir antes de o fruto ser produzido. Como a macieira produz maçãs, a árvore má dá frutos maus. Semelhantemente, a laranjeira produz laranjas, e a boa árvore produz bons frutos. Primeiro a árvore, depois o fruto — primeiro o coração, e então o fruto do coração. O bom coração produz boas obras, e o coração mau produz maus atos. Afirma-se em Provérbios que o coração do ímpio “sempre maquina o mal” (6.14).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Senhor diz ainda mais: “a boca fala do que está cheio o coração”. Podemos imaginar o volume do coração sendo preenchido até o limite com pensamentos maus e ímpios. O transbordamento dessa maldade procede da boca e das ações. O mal invisível, residente no coração, torna-se visível na boca e nos atos pecaminosos. Percebemos novamente a preponderância da maldade no coração, e só depois de o mal existir no coração surge sua manifestação. O pecado realizado é resultado do pecado existente no interior. O mal exterior resulta do mal interior. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, para Deus ter criado o mal, segundo este ensino, vislumbramos uma ordem lógica necessária:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1) A criação do coração mau do qual o pecado procede;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2) A procedência do pecado a partir do coração mau em conformidade com o plano de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mal não brota simplesmente do nada, tomando Deus de surpresa — ele foi planejado e proposto por Deus a fim de cumprir seu propósito. Alguns acreditam que o coração humano atua à revelia do controle divino. Muitos calvinistas argumentarão acertadamente contra a liberdade da vontade em relação à tomada da decisão para crer no Senhor Jesus Cristo, ou para realizar algum bem. Eles chamam isso negação total do livre arbítrio. Na mesma medida em que eles negam o livre arbítrio, acabam por afirmá-lo com a mesma intensidade no que diz respeito ao pecado. Eles dirão que em relação ao que é bom o homem não possui liberdade, mas em relação ao que é mau, o homem é livre. Em outras palavras, Deus causa todo o bem, mas o homem causa todo o mal. A vontade com certeza não é livre para o bem, mas é livre para fazer o mal?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Paulo declara que o homem é escravo do pecado ou da justiça (Rm 6.17,18). Dessa forma, o homem não é livre para praticar o bem, nem para praticar o mal, por ser sempre escravo. Precisamos perguntar-nos: é o pecado, por sua vez, escravo de Deus? A justiça também é serva de Deus? A Escritura ensina que todas as coisas são servas de Deus — ele é soberano sobre tudo, incluindo os pecados dos seres humanos. Vários exemplos podem ser, e serão, mostrados acerca de Deus incitar ativamente sua criação a pecar. Todas essas passagens da Escrituras mostram que Deus criou o mal e, depois de fazê-lo, não relegou o controle do mal às suas criaturas. Ele detém plenamente o controle soberano sobre todas as criaturas para que elas realizem todos os propósitos por ele estabelecidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus não espera que o homem decida pecar de forma a cumprir sua vontade — ele faz o homem pecar da forma exata por ele planejada! Dois grandes exemplos disso são a morte do Senhor Jesus Cristo na cruz, e a venda de José aos ismaelitas. Todo o plano de Deusa respeito da salvação poderia ter sido frustrado se os assassinos do Messias não o tivessem matado exatamente da forma ordenada por Deus. O propósito divino teria sido completamente arruinado se o Messias não tivesse sido pregado à cruz, sendo “entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus”. Deus predestinou exatamente a ocorrência de sua morte (At 2.23; 4.28). Essa predeterminação deveria incluir cada um e todos os pecados específicos da totalidade das pessoas que tomaram parte nesse ato. Deus não só abandonou essas pessoas ao pecado para fazerem o que melhor lhes conviesse, mas ele controlou-lhes os pecados para que pudessem realizar tudo o que fora preordenado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também nesse sentido José foi vendido por seus irmãos a mercadores midianitas por vinte moedas porque Deus ordenara exatamente os pecados que conduziriam à realização desse acontecimento. Deus deixaria ao livre arbítrio humano a possibilidade de vender José? O que aconteceria se eles tivessem preferido não pecar dessa forma — vendendo-o? Todo o plano de Deus a respeito da salvação teria sido arruinado pelo fato de José não ter sido levado ao Egito? Poderíamos acrescentar muitos outros exemplos, como o de Judas — o que aconteceria se ele tivesse escolhido beijar outro homem e não Jesus? Qual seria o resultado se Jacó não tivesse iludido seu pai para receber-lhe a bênção no lugar de Esaú? O que aconteceria se os judeus não tivessem dado as costas a Jesus como Senhor? Todos esses pecados aconteceram exatamente dessa forma para que o plano de Deus fosse cumprido, então, Deus deve controlar ativamente o coração conduzindo-o ao pecado a fim de causá-lo exatamente como estabelecera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Disse Jeová a Moisés: Quando te tornares ao Egito, vê que faças diante de Faraó todas as maravilhas que te hei posto na mão; mas eu endurecerei o seu coração, e ele não deixará ir o povo. Dirás a Faraó: Assim diz Jeová: Israel é meu filho, meu primogênito. Eu te disse: Deixa ir meu filho, para que ele me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir: eis que eu matarei a teu filho, teu primogênito (Êx 4.21-23).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Senhor informa a Moisés seu plano para endurecer o coração do Faraó de tal forma que ele pecaria ao não obedecer à ordem divina de deixar os israelitas partir. Em um exame objetivo dessa passagem, e de muitas outras semelhantes a ela, vê-se que Deus é a causa do pecado do Faraó. Alguns farão a distinção entre o envolvimento divino primário e secundário; outros tentarão diferenciar as causas imediatas e indiretas. Esses argumentos podem ser úteis à melhor compreensão sobre como Deus usa os meios para alcançar seus decretos, mas em última instância eles não mudam o fato de que Deus causa e controla o pecado para realizar sua vontade. Quer Deus seja a causa primária, secundária, ou qualquer outra causa, deve-se deixar claro que ele é a última causa controladora. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Paulo, na aplicação do exemplo do Faraó na carta aos Romanos, diz que Deus “endurece a quem ele quer” (Rm 9.18). O verbo “endurecer” é a palavra grega sklērynō, na forma presente do indicativo ativo no versículo 18. O sujeito é Deus; portanto, a voz ativa do verbo “endurecer” aponta para Deus como quem endurece ativamente. Apesar de Paulo usar o Faraó como exemplo, ele não é o único exemplo de alguém com o coração endurecido. Isto também é aplicável a toda a criação de Deus: ele endurece ativamente o coração de quem desejar. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas Seom, rei de Hesbom, não nos quis deixar passar por sua terra, porque Jeová teu Deus lhe endureceu o espírito, e lhe fez obstinado o coração, para to entregar nas mãos, como hoje se vê. Disse-me, pois, Jeová: Eis que comecei a entregar-te Seom e a sua terra; entra a desapossá-lo, para que recebas por herança a sua terra. Então Seom nos saiu ao encontro, ele e todo o seu povo, para nos dar batalha em Jaza. Jeová nosso Deus nô-lo entregou, e ferimo-lo a ele, e a seus filhos e a todo o seu povo. (Dt 2.30-33).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Senhor endureceu o coração do rei de Hesbom para que ele se opusesse a Israel e fosse morto na batalha. Deus endureceu ativamente seu coração para alcançar o resultado desejado da vitória de Israel. Deus não esperou que o rei se opusesse a Israel por conta própria. Ele endureceu ativamente o coração do rei para que este e opusesse a Israel exatamente da forma desejada, para que o rei fosse completamente destruído por causa dele. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vemos esse mesmo conceito em Josué: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por muito tempo pelejou Josué contra todos esses reis. Não houve cidade que fizesse paz com os filhos de Israel, à exceção dos heveus, habitantes de Gibeom: a todas tomaram à força de armas. Pois de Jeová veio o endurecimento dos seus corações, para saírem à guerra contra Israel, a fim de que fossem destruídos totalmente, e não achassem piedade alguma, porém fossem de todo exterminados, como Jeová ordenou a Moisés (Js 11.18-20).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A destruição das nações que se opuseram à marcha de Israel através da terra prometida foi realizada por Deus — que ativamente endureceu o coração delas para levá-las à batalha. Deus as fez pecar contra a grande nação de Israel para sofrerem a ira e o poder de Deus e serem totalmente destruídas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Deus não só endurece ativamente o coração para batalhas e destruição. Ele também o faz para que as pessoas não creiam no Evangelho e sejam salvas: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele, para se cumprir a palavra do profeta Isaías, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Por isso, não podiam crer, porque Isaías disse ainda: Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos, nem entendam com o coração, e se convertam, e sejam por mim curados (Jo 12.37-40).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O endurecimento ativo do coração por parte de Deus pode ser visto em escala maior que as batalhas de Israel. Ele pode ser percebido diariamente em toda a história. Existem homens ímpios e incrédulos que nunca acreditarão no Senhor Jesus Cristo porque Deus não lhes permitirá fazê-lo — de fato, Deus faz com que eles não creiam. Deus não só “permite” a incredulidade desses homens, mas ele os controla de modo direto para que sejam mantidos sob juízo até o Senhor vir pela segunda vez em glória. Pedro diz que Deus “reserva aos injustos sob castigo para o dia do juízo” (2Pe 2.9). “Reservar” é o presente infinitivo ativo de tēreō, o qual demonstra que Deus está presente e mantém continuamente os réprobos em um estado que trará a punição no dia do juízo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pois quê? O que Israel busca, isso não tem conseguido, mas a eleição o conseguiu; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deu-lhes Deus um espírito de torpor, olhos para não verem e ouvidos para não ouvirem até o dia de hoje (Rm 11.7,8).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os demais — os não-eleitos — foram endurecidos. Como? Deus lhes deu um espírito de torpor e olhos cegos e ouvidos surdos! Como Deus ousaria fazer uma coisa dessas — impedi-los propositadamente de ver e ouvir o Evangelho mediante o qual poderiam ser salvos? Retrucamos com Deus por causa disso, ou reconhecemos e nos regozijamos no fato de que ele, de forma ativa, age no coração dos réprobos endurecendo-os contra o Evangelho? Este tema se destaca ao longo de toda a Escritura, especialmente nas cartas de Paulo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça (2Ts 2.11,12).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Paulo diz de modo específico que Deus faz os homens crer no que é falso, e que ele o faz para que estes sejam julgados e condenados por terem amado o mal, extraindo prazer de sua perversão. Da mesma forma que a Escritura diz que o homem não é livre para fazer o bem, ela também afirma que o homem não está livre do controle de Deus para praticar o mal. Ainda que exista uma aparência de piedade ao tentar extrair o controle divino de sobre o pecado, ao fazê-lo estaríamos negando o claro e reiterado ensino bíblico de que Deus endurece o coração, envia um poder sedutor, e controla ativamente sua criação para que cumpra sua vontade. A soberania de Deus não pára no pecado — seu plano soberano inclui o pecado, ao qual ele controla. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esse controle sobre o pecado e o mal não se estende apenas aos réprobos, aos quais Deus reserva para o dia do juízo, mas também sobre os eleitos: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atenta lá do céu, e olha lá da habitação da tua santidade e da tua glória; onde está o teu zelo, e as tuas grandezas? O anelo das tuas entranhas e as tuas misericórdias estancaram para mim. Pois tu és nosso pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, Jeová, és nosso pai; nosso redentor desde a antigüidade é o teu nome. Por que nos fazes, Jeová, errar dos teus caminhos, e endureces o nosso coração para te não temermos? Volta por amor dos teus servos, das tribos da tua herança (Is 63.15-17).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por que Deus nos faz desviar de seus caminhos? Por que ele nos endurece o coração para que não o temamos? Ele procede dessa forma para que permaneçamos como vasos de barro, “a fim de que a excelência do poder seja de Deus, e não venha de nós” (2Co 4.7). Por meio do nosso pecado a grandeza de Deus, mediante sua graça e misericórdia, é demonstrada. Isaías diz que Deus faz seu povo santo pecar, por que outro motivo dir-se-ia a respeito do coração mau — que se desvia do caminho de Deus? Tal coração é pecador, dado e controlado por Deus para produzir exatamente o que cumprirá seu perfeito propósito. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O controle do pecado e do mal por meio do endurecimento ou amolecimento do coração não torna Deus pecador ou mau. Ele afirma seu lugar como governante soberano do universo que criou. Afirma que ele tem o propósito de glorificar a si mesmo por meio de cada ação, e também para beneficiar seus eleitos. Paulo diz: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito” (Rm 8.28). Ao dizer que Deus faz todas as coisas para o bem, ele inclui o que é pecaminoso e mau. O pecado põe o cristão de joelhos — o lugar próprio de submissão perante o santo Deus. Paulo diz em Efésios 1.11 que Deus “faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”. Devemos entender isso como Deus dizendo que “faz todas as coisas boas conforme o conselho da sua vontade”? Não. O propósito de Deus inclui os pecados dos réprobos bem como os dos eleitos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A diferença entre os dois grupos é o Senhor Jesus Cristo, e aqueles pelos quais ele derramou seu sangue. Só os pecados do eleito, vencidos na cruz, não serão punidos. Só aquele a quem o Pai elegeu, o Filho redimiu, e o Espírito regenerou terá vida eterna. O cristão não deveria sentir tremor ao saber que nosso Deus justo e santo controla todas as coisas — tendo predestinado cada uma e todas as coisas que acontecem. O cristão deve reconhecer que o bem e o mal possuem um propósito no plano de Deus, e que cada uma dessas partes é necessária para redundar na plena glorificação de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Bíblia ensina a soberania absoluta de Deus em relação a todas as coisas, incluindo o bem e o mal. O próprio Deus é totalmente bom em todos os seus caminhos, e ele demonstra sua justiça de várias formas, incluindo os pecados de homens e demônios. O pecado é a tela preta sobre a qual Deus pinta de branco seus atributos — misericórdia, justiça, graça, paciência, ódio e amor. A Escritura ensina que Deus não meramente permite que suas criaturas pequem, mas ele ativamente causa o endurecimento do coração deles contra seus mandamentos a fim de que elas pequem contra o Senhor. Nesses pecados está incluído o ódio contra Deus, particularmente em relação a Jesus Cristo, quando os réprobos rejeitam totalmente o Evangelho e Deus (Jo 12.37-40). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A aceitação da soberania absoluta de Deus sobre todas as coisas é algo impossível para a alma não-regenerada (1Co 2.14). Os réprobos rejeitarão esse ensino porque eles não crêem no Deus santo da Bíblia. Eles temem a Deus, mas por que não lhe confiam a vida para que ele a dirija? O cristão deve aceitar a Deus e regozijar-se nele da forma em que ele se revela na Bíblia. Toda Escritura é inspirada por Deus (2Tm 3.16); portanto, toda a Escritura explica exatamente como Deus é. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Gostaria de dar continuidade a este assunto com mais alguns pontos. A soberania absoluta de Deus impacta todas as doutrinas da Bíblia. Dessa forma, precisamos nos esforçar para aplicá-la corretamente a cada uma delas. Uma das dificuldades é tentar fazer a soberania de Deus e a responsabilidade humana trabalharem juntas ao usar expressões do tipo “isso é um paradoxo”. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Existe uma crença amplamente difundida entre os cristãos de que a responsabilidade pressupõe liberdade. Quando algo é “pressuposto”, ou seja, suposto de antemão, ou presumido por verdadeiro, isso geralmente ocorre sem evidências bíblicas claras. De modo específico, referimo-nos à crença de que para o homem ser responsabilizado por seus pecados, ele precisa ser livre para cometê-los. Os arminianos, de forma especial, ensinam isso, com outras idéias semelhantes de que para amar a Deus, o homem precisa ser livre para amá-lo ou rejeitá-lo. De acordo com os arminianos, ser alcançado de forma irresistível a fim de amar a Deus por sua obra graciosa não constitui verdadeiro amor. Eles afirmam que o verdadeiro amor pressupõe a liberdade para amar. Da mesma forma, também inferem a liberdade para pecar a fim de que alguém seja responsabilizado pelo pecado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A idéia é que se o homem não é livre para pecar; se Deus tiver predeterminado que o homem pecará, então Deus não pode considerar o homem responsável pelo pecado. Esse raciocínio parece fazer sentido absoluto para a mente humana. O problema é que muitas vezes nossa mente carnal não entra em acordo com a verdade revelada por Deus — nós, como cristãos regenerados, precisamos sempre lutar para perceber que as crenças provenientes do “senso comum” realmente não possuem base bíblica. Ainda que esse pressuposto pareça fazer sentido, ele não é encontrado na Bíblia e não pode ser comprovado como verdade. A idéia de que a responsabilidade pressupõe liberdade do controle divino não é encontrada em nenhuma parte da Bíblia. De fato, tampouco a idéia de que o homem é livre do controle de Deus, em qualquer sentido, é encontrada na Bíblia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ora sabemos que tudo o que a Lei diz, aos que estão debaixo da Lei o diz, para que toda a boca fique fechada, e todo o mundo esteja sob o juízo de Deus; porquanto por obras da lei nenhum homem será justificado diante dele, pois, pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. (Rm 3.19,20)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Paulo diz aqui, e em outros lugares (Rm 7), que Deus deu a lei para mostrar ao homem seu pecado. A lei traz o conhecimento do pecado — ela não possuía a intenção de ser uma forma para justificar o homem perante Deus. O conhecimento do certo e do errado, do bem e do mal, tem o efeito de tornar o homem responsável pelo pecado. A revelação de Deus do conhecimento do bem e do mal ao homem por meio da lei é exatamente como Deus o torna responsável. Precisamos concluir, então, que se Deus não tivesse revelado sua santa lei à humanidade, o homem não teria sido responsabilizado por ele em relação ao pecado. Paulo não ensina a inclusão de qualquer tipo de liberdade neste ponto. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Deus não só revela sua lei por meio da lei escrita, mas ele a inscreveu no coração de todos os homens, porque quando eles “procedem, por natureza, de conformidade com a lei [...] mostram a norma da lei gravada no seu coração” (Rm 2.14,15). A consciência humana será suficiente para condená-lo perante Deus no dia do juízo. A exigência de que o pecado seja cometido com o uso da liberdade, à parte do controle divino, para poder ser julgado não está presente na Bíblia. A única coisa exigida para que uma pessoa seja considerada responsável é o Juiz para considerá-la responsável. Tudo o que é necessário para considerar uma pessoa responsável é a decisão divina de proceder dessa forma. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Isso faz ecoar novamente o conceito da imputação. Na aliança da graça do eleito com Deus, ele decidiu imputar o pecado do eleito na conta do Senhor Jesus Cristo, em lugar de colocá-lo na conta do eleito (2Co 5.18-21). Deus escolheu, sem considerar qualquer princípio predominante, mas inexistente da responsabilidade, imputar o pecado ao Cordeiro inocente — o Messias. Cristo não era livre para cometer o pecado do eleito, tampouco era capaz de cometer esse pecado, todavia, ele foi responsabilizado pelo pecado mediante o decreto divino para que ocorre dessa forma. Isto também contradiz o conceito carnal de justiça. Por que o Cristo inocente foi responsabilizado pelo pecado do eleito? Porque Deus escolheu fazê-lo responsável. Por que o réprobo é responsável pelo próprio pecado? Porque Deus quis torná-lo responsável. A responsabilidade não pressupõe liberdade; ela pressupõe um Juiz e a revelação da lei pela qual alguém será obrigado a responder. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como dissemos anteriormente, a Escritura declara de modo específico que Deus endureceu de forma ativa o coração do Faraó diversas vezes, bem como o coração dos egípcios. Esta simples verdade é repetida muitas vezes por todo o livro de Êxodo e também em Romanos por Paulo. Se quem afirma que a responsabilidade preconiza liberdade estiver correto, então, certamente Deus não teria punido Faraó ou os egípcios por terem o coração mau. Porém, lemos que ele procedeu exatamente assim. Na verdade, Paulo antecipa esta objeção ao imaginar a resposta do contraditor: “De que se queixa ele ainda?”, depois de ter declarado que Deus endurece a quem quer (Rm 9.18,19). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por uma questão de clareza, podemos expandir esta pergunta para algo semelhante a: “Por que Deus ainda responsabiliza o homem pelo coração duro, se Deus é quem faz o coração ficar desse jeito?”, ou: “O homem é incapaz de resistir à vontade de Deus, e a vontade de Deus é que o homem tenha um coração duro; portanto, por que Deus ainda deseja que o homem preste contas de si mesmo?”. Apesar de essas perguntas aparentemente serem corretas, e fazê-las parece ser algo correto e bom para a mente carnal, a Escritura diz que elas não devem ser formuladas (v. 20-23). Não faria qualquer sentido Paulo antecipar essa objeção a menos que houvesse uma razão, e o motivo é que ele está ensinando claramente a soberania de Deus sobre os pecados da humanidade. A objeção a que ele responde é uma óbvia objeção carnal contra essa verdade, e no corpo da réplica está a resposta ao suposto “paradoxo” da soberania de Deus e da responsabilidade humana. Não é mistério como estas duas verdades interagem: simplesmente Deus decidiu que as coisas seriam desse modo. O homem não é livre e tem que prestar contas a Deus. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este entendimento a respeito do controle soberano de Deus sobre o bem e o mal destrói conceitos típicos do dualismo. Algumas pessoas hoje crêem que Deus está em guerra contra Satanás e seu reino das trevas. Elas desejariam nos fazer acreditar que Deus deseja que toda a humanidade estivesse do seu lado; entretanto, ele tem que consentir com a perda de almas para o diabo quando o homem se recusa a crer em Cristo para salvar-se. Deus não está em nenhuma guerra, ainda que para o ser humano exista uma batalha espiritual subjetiva contra o mal. Paulo diz que devemos nos vestir com a armadura de Deus, e brandir a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, contra nossos adversários (Ef 6.13-17). Desse modo, a batalha entre o bem e o mal está no primeiro plano da experiência de todo cristão. Não podemos tomar essa guerra, como a experimentamos, e colocar Deus na mesma posição ocupada por nós. É claro que ele está acima de todas as criaturas, e que todas elas — boas e más — prestam contas apenas a ele. O exemplo de Satanás pedindo permissão a Deus para agir contra Jó esclarece perfeitamente o ponto (Jó 1.8-12) — Satanás só pode agir contra Deus quando a ação está dentro da vontade de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O mesmo pode ser afirmado a respeito de Pilatos quando o Senhor Jesus lhe disse: “Não terias sobre mim poder algum, se ele te não fosse dado lá de cima” (Jo 19.11). Não houve luta entre as forças do bem e do mal aos olhos de Deus — ele já predeterminara tudo o que havia de acontecer (At 2.23; 4.28) e dera a Pilatos a autoridade de fazer o mal contra Cristo. Alguém poderia declarar justamente ter Deus determinado que Pilatos fizesse o mal contra Jesus, porque “Como correntes de água é o coração do rei na mão de Jeová, ele o inclina para onde quiser (Pv 21.1). O salmista diz que Deus muda o coração para que “odeiem o seu povo, e usem de enganos para com os seus servos” (Sl 105.25). Claramente o coração não está livre do controle de Deus — ele o muda como quiser! No livro da revelação de Cristo a João, o Apocalipse, lemos que “em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus” (Ap 17.17). Aqui, Deus controla o coração dos réprobos de modo tal que eles executarão seu propósito, e este é que eles sigam a besta para serem condenados. O propósito divino inclui o pecado do homem! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Deus controla o coração do homem da mesma forma que controla os passos humanos: “Os passos do homem são dirigidos por Jeová, como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?” (Pv 20.24). Cada processo; cada momento; cada ocorrência; todas as coisas debaixo do sol estão sob o controle soberano de Deus e, contudo, Deus considera o homem responsável pelo pecado. Isto não é um “paradoxo”, como muitas pessoas gostam de afirmar. Paradoxo nada mais é que um termo acadêmico para designar uma contradição — coisa inexistente na Bíblia. A resposta ao suposto paradoxo é simplesmente que a liberdade da criatura não é um pré-requisito para a criatura ser responsável perante Deus. A decisão divina de ser Juiz é o pré-requisito para a responsabilidade humana. O paradoxo aparente só surge quando a responsabilidade é atrelada incorretamente à liberdade. A Bíblia não coaduna com essa união; portanto, não devemos fazê-la.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar de ser verdadeiro que Deus controla todas as coisas, também é verdade que nossa jornada diária inclui a luta contra o pecado. Deus não necessita lutar contra o mal, mas ele decretou que nos alistássemos para essa guerra. Paulo diz que sua carne milita contra a mente (Rm 7.14-25). Se não quisermos declarar guerra ao pecado, com certeza não somos filhos regenerados de Deus. Essa guerra é onde podemos aplicar o conhecimento da soberania divina absoluta para nos ajudar na luta. Devemos perceber que é apenas mediante a obra consumada por Cristo na cruz que podemos escapar do pecado. Só por meio do arrependimento outorgado por Deus que nossa mente está sendo sempre purgada da injustiça — experimentando o perdão de nossos pecados. O perdão experimental não é só um acontecimento temporário, ele prosseguirá até sermos revestidos com corpos glorificados (1Jo 1.6-9). A aplicação prática do controle divino soberano sobre o pecado é podermos confiar que mesmo nos piores momentos, Deus está no controle. Quando nos recordamos disso precisamos nos regozijar, independentemente das circunstâncias. Às vezes, um período terrível de pecados é exatamente o que Deus envia para nos trazer de volta ao foco em Cristo, lembrando que “onde aumentou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5.20). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O fatalista tomará este ensino a respeito da soberania de Deus e dirá não haver nada que possa fazer, por isso ele pode desistir. O cristão receberá este mesmo ensino e se alegrará pelo fato de a vontade de Deus estar sendo cumprida — o propósito divino é realizado. A diferença entre o fatalista e o crente na Bíblia é que o primeiro opina que não importa o que aconteça, o resultado será o mesmo. O fatalista erra ao não entender que Deus usa meios, e esses meios são o que tornam o objetivo real. Ele dirá coisas semelhantes a: “Mesmo que eu parasse de pecar, Deus me lançaria no inferno, se ele quisesse”. O que ele não percebe é que seu pecado foi planejado, decretado e controlado por Deus para levá-lo ao inferno, da mesma forma que o pecado do eleito foi planejado, decretado e controlado por Deus para levá-lo à tristeza conducente ao arrependimento, “a tristeza segundo Deus produz arrependimento para salvação” (2Co 7.10). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na nossa aplicação prática do que a Bíblia ensina a respeito da soberania de Deus, não devemos nos tornar fatalistas. Continuemos nossa luta subjetiva contra o pecado na mente: “Peleja a boa peleja da fé” (1Tm 6.12), como Paulo instruiu Timóteo, mas ao fazê-lo, confessemos que a luta estaria perdida se Deus não tivesse assegurado nossa vitória por meio da pessoa e obra de Jesus Cristo na cruz. Os decretos foram estabelecidos, a vitória está garantida, e já sabemos como a história acabará; contudo, nossa luta continua até o Senhor vir em glória. Tanto quanto nos foi ordenado, devemos nos “abster de toda a forma do mal.” (1Ts 5.22), crendo que Cristo voltará em breve para nos libertar deste corpo de morte. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se o apóstolo Paulo lutou tão intensamente contra o pecado, não devemos esperar tratamento diferente. Alguns dizem que Paulo falava de sua vida ainda não regenerada, em Romanos 7, ao afirmar: “Pois não faço o bem que quero; mas o mal que não quero, esse pratico” (v. 19). Com certeza tais pessoas não compreendem a graça e nem entendem o nojo de nosso pecado diário. A luta de Paulo ilustra que devemos nutrir esperanças em relação ao futuro, e precisamos nos esforçar para obedecer a Deus e mortificar-nos em relação ao pecado; entretanto, o conforto está em saber que Deus mantém o controle mesmo após termos pecado. Esperamos ansiosamente pelo tempo glorioso em que não mais haverá pecado, mas também podemos olhar para trás, para nossos muitos pecados, com a capacidade de concordar com Deus que seu plano é muito superior a qualquer alternativa.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Este texto contém pregações realizadas nos dias 14 e 21 de maio de 2006. Elas podem ser encontradas on-line em http://bornfromabove.com/blog/2006/05/14/god-controls-evil/ e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://bornfromabove.com/blog/2006/05/21/god-controls-sin-2/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://bornfromabove.com/blog/2006/05/21/god-controls-sin-2/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-5344459207284451025?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5344459207284451025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/5344459207284451025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/03/deus-controla-o-mal.html' title='Deus controla o mal'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-3094706511859574048</id><published>2009-03-24T16:55:00.004-03:00</published><updated>2009-03-24T17:05:22.318-03:00</updated><title type='text'>Expressões de louvor de um amigo...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;[Fé simples]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Kevin Anderson&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Bíblia assevera que o Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. O Evangelho salva. A fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus. A fé é um dom. Crer na obra expiatória do Senhor Jesus, o Messias, é um milagre realizado pelo próprio Deus nas pessoas. Seus filhos queridos foram escolhidos por ele, no Messias, antes da fundação deste mundo. Imagine só... Os filhos foram eleitos no Messias antes da fundação do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Messias nos conheceu na eternidade, antes de qualquer ser humano haver pensado em nós. Ele nos predestinou para estarmos aqui falando a respeito das maravilhas de sua graça antes que soubéssemos qualquer coisa a sobre ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é maravilhoso o fato de Deus nos ter amado enquanto ainda éramos pecadores? Isso não mexe com você? Com certeza mexe comigo. Demonstra quão surpreendente é o Deus a quem servimos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aprecio a descrição bíblica de Deus preordenar todas as obras que realizaríamos em seu nome. Creio que quando Deus nos ordena a realização de certas obras, ele sempre obtém o que deseja. A Bíblia afirma que seus mandamentos não são pesados, e de fato não nos encontramos sob [o fardo d]a lei [de Moisés]. O Espírito ensina a quem lhe pertence. Todos os seus são ensinados por Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Irmãos, uma das coisas que gosto no Evangelho é sua simplicidade, qualquer criança é capaz de entendê-lo. De fato, a Bíblia diz que se não recebermos o Reino como uma criança, não entraremos nele (Mc 10.15). Sim, esta é uma fé simples. Uma fé simples concebida por Deus para pecadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é maravilhoso saber que Deus salvará cada um dos eleitos? Nenhum deles se perderá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É incrível que existam homens desejosos de nos ensinar o significado da Bíblia e sua mensagem, quando o Senhor nos diz que seus filhos serão guiados a toda a verdade. Não só a alguma verdade, mas a toda a verdade (Jo 16.13).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Temos muitas coisas pelas quais agradecer a Deus. Carecemos de mestres que nos exortem na verdade. É necessário ter muito cuidado com o quê ouvimos e de quem ouvimos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pregação do Evangelho é uma questão de vida e morte, e quando feita da forma errada, é desastrosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Precisamos nos curvar diante de Deus, e confiar em seu santo nome em todas as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agradeço a Deus por sua graça. Todas as coisas se encontram nos limites do Reino de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A fé em Jesus, o Messias, liberta os cativos. Por causa do Reino, jamais nos devemos deixar enlaçar por pessoas desejosas de nos levar de volta à servidão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Messias salva e liberta. A religião cega e reconduz ao cativeiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Graças a Deus não necessitamos das opiniões humanas para conhecermos a vontade divina, pois possuímos a mente e o desejo de Deus expressos nas sagradas Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Louvem seu grande e glorioso nome!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que o Senhor os abençoe sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=62832&amp;amp;postcount=70"&gt;http://www.predestinarian.net/forum/showpost.php?p=62832&amp;amp;postcount=70&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8315769327538001016-3094706511859574048?l=gracapristina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3094706511859574048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8315769327538001016/posts/default/3094706511859574048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gracapristina.blogspot.com/2009/03/expressoes-de-louvor-de-um-amigo.html' title='Expressões de louvor de um amigo...'/><author><name>Portella</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11414480894337279007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-C-wcxn3hhB8/Tvr8hdvPkAI/AAAAAAAABMs/PdCZdBLM704/s220/25dez2011%2B%2528kapo%2529.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8315769327538001016.post-3255384871269097274</id><published>2009-03-21T14:54:00.007-03:00</published><updated>2009-03-22T00:14:48.438-03:00</updated><title type='text'>Os quatro poderes da natureza humana</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Jim Byrd&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jamais houve mensagem mais gloriosa que o bendito Evangelho da graça redentora de Deus para os pecadores que os atos e a morte do Senhor Jesus. Entretanto, a natureza do Evangelho é tal em seu caráter livre e gracioso, que se opõe à natureza do homem. Existem quatro poderes na nossa natureza pecaminosa que causam a rebelião natural contra a mensagem da salvação pela misericórdia pura e soberana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Ignorância.&lt;/strong&gt; A humanidade ignora os requisitos da lei divina, a justice demandada por Deus, a verdadeira fonte de justiça, o Senhor Jesus, o Messias. À semelhança dos judeus dos dias de Paulo, todos os homens tentam estabelecer um padrão próprio de justiça e se recusam à submissão à justiça de Deus no Messias (Rm 10.1-4). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Orgulho.&lt;/strong&gt; Todo pecador não se considera tão ímpio quanto a Bíblia o afirma. Ele crê na capacidade de realizar alguma coisa ou de proferir algo que atrairá a atenção de Deus e lhe obterá a aprovação. Toda pessoa pensa mais de si mesma do que deveria pensar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Despreocupação.&lt;/strong&gt; Eis uma questão importante: como Deus pode ser justo e justificar os ímpios? Por mais importante que seja a pergunta, pouquíssimas pessoas procuram saber a resposta com avidez. Homens e mulheres encontram-se despreocupados com relação à morte, ao juízo e à eternidade. Ninguém para — a não ser que Deus o pare — para pensar sobre o significado de deixar esta vida repleta de pecados sem o Salvador! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4. Incredulidade.&lt;/strong&gt; “Vejam, irmãos, que nunca haja em qualquer de vocês um coração mau e infiel, para se afastar do Deus vivo” (Hb 3.12). “Quem crê no Filho tem a vida eterna; mas quem
